Quem somos

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O blog de Joana D'Arck e pilheiros

quinta-feira, 19 de março de 2009

Vovó zelosa

(só para relaxar)

3 comentários:

Mônica disse...

Dona Joana Darck, a senhora está muito engraçadinha. Mas não gostei da provocação com meu time. Colé a sua? Bora Baêêêêa!!!!

Arapinga disse...

Hoje abriremos uma série de causos protagonizados pelo saudoso José. A Comissão de Meio Ambiente da Assembléia tinha audiência pública em Vitória da Conquista. Presidia a Egrégia Casa o deputado Coriolano Sales, do PDT. A Ascom enviaria uma equipe com repórter e fotógrafo para cobrir a visita, tipo de evento que naquela época tinha muito mais consistência que agora. Paulo Bina, chefe da equipe, escalou José Rodrigues de Miranda, Irecê ou Zé Patinha, como foi apelidado na Tertuliano Cambuí.
Preparando-se para a partida, marcada para o meio dia de uma sexta-feira, Zé rumou de mala e cuia para o restaurante da AL que naquela época era melhor frequentado por comensais que nutriam o bom hábito fazer uso de bebida alcoólica, como diria Jadson.
Lá chegando pediu o de costume, o velho “tchíti” com pouco gelo. Pouco antes do meio dia já tinha derrubado umas quatro doses, quando veio a notícia de que a viagem sofreria um atraso, por conta de umas ambientalistas balsaquianas do CRA que somente chegariam às 15h. Gostou da notícia, mas passou a intercalar o uísque com umas nines cervejas, hoje chamadas longue nequi.
Manerou para não ligar além da conta antes da partida de uma viagem longa. Às 15h30min, Wilson Pombinho foi resgatá-lo no restaurante pois as senhoras já estavam a bordo, exalando aqueles forte perfume van a dentro. Chegou malemolente com uma latinha na mão e se arrumou lá pelo fundo da viatura.
Assim que o motô pegou a Paralela começou a desfilar seu repertório de impropérios até que na entrada da BR uma das coroas virou-se para trás e disse : “Meu amigo, por favor fale mais baixo que não estamos afim de ouvir suas histórias”.
De bate pronto, sem perder a chave, respondeu : “Minha senhora, da senhora eu só quero uma coisa...” Acompanhou a fala com o tradicional gesto formado pelo dedo indicador em conjunção com o polegar afunilando na ponta para indicar não a parte de trás, mas a da frente.

joana disse...

Hehehehe... boa lembrança Araka! Essa história de José Irecê é demais.Aproveito aqui para registrar um certo ar de mais velho do amigo-irmão de Irecê, que nem quer comemorar com amigos por pura vaidade. Coisa de gente véia mesmo (hihihihihi). Só lhe digo uma coisa meu sinhô: fique frio que hoje é melhor do que amanhã.

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