Quem somos

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O blog de Joana D'Arck e pilheiros

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Aos amigos


Estou de volta e feliz. O motivo taí na carinha de Nana, que nem parece que acabou de receber alta do hospital, após passar por uma cirurgia de apêndice.

Vendo essa carinha corada e contente, após três dias sem comer e passar por toda aquela chatice de hospital, sem contar o medão que dá só de ouvir na palavra cirurgia, resolvi compartilhar essa emoção com os amigos e agradecer a solidariedade.

Essas experiências com doença, internamento e cirurgia são sempre traumáticas, quem passou sabe, principalmente em se tratando de nossas crianças, mas a gente sempre aprende também. Por isso, quero reforçar umas dicas, algumas repetidas nas bulas de remédios, que às vezes a gente ignora:

1) Não tome e não dê remédio para se livrar de uma dor súbita. Prefira procurar o médico. Enquanto a dor passa, momentaneamente, o problema pode aumentar e muito. O diagnóstico precoce livrou minha Naninha de um quadro mais grave e doloroso.

2) Não vá pensando que hospitais, por mais conceituados que sejam, estão sempre certos.

3) Se não confiar no médico, caia fora. Imaginem que o Centro Pediátrico Aliança, onde existem excelentes pediatras e acesso a equipamentos de diagnósticos de imagem de última geração, não tem cirurgião pediátrico de plantão. Pior, me arrumou um cirurgião de fora que se apresentou a mim dizendo que não tem costume de operar crianças, assim como o seu ajudante também não. Pode? Corri na hora. Tá doido! Preferi a transferência para outro hospital, o São Rafael, com acesso a uma profissional especializada em cirurgia pediátrica e com boas recomendações de médicos amigos (valeu Regina Tesse, Sayonara Carrilho e Dalmar Soares, que além de grandes profissionais, são amigos e parentes a quem recorri!).

É isso aí. Vamos para a frente que a fila anda.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Canô a furada.

Santo Amaro da Puraficção. Nem lavagem, nem Canô, samba de roda ou caetanagens significavam qualquer coisa para o grupo de jornalistas e estudantes de direito que iriam passar pouco mais de 24 horas naquele mormaço.
Era um grupo de cabra macho, sertanejo, não aqueles seres recôncavos que entram na roda de mão na cintura, obâ! Bota mão nas cadeiras etâ! Bota a mão no lelelê...cadê você ?
Formavam a turma Arapinga, Irêpinga, Nivaldinho, Rita Birita, Lago Junior, Cara de Rã, Cara de Sapo e Cara de Jia (irmãos batráquios estudantes de Direito e filhos de um desembargador), as meninas Nadja, Manuela e Maria Helena (Irecê City), Mauro, Gim e o nego Senna que tinha mania de pegar em panela quente.
Ida e volta de buzu, almoço e janta nem pensar. Só água. Caninha de Santo Amaro quando era legítima. Não se viu quase nada da festa, nem religioso, nem profano, nem velloso.
Todo mundo enfiado em casa de desconhecidos. Dormiu-se por aí, ou por lá. Eu e José em sofás numa loja de móveis do pai da ex-namorada dele lá.
De lembrança da festa só a cochilada que Lago deu em um tamborete na cozinha da casa de não sei quem, durante a degustação de uma maniçoba. Do que se aproveitou o cachorro da casa para também apreciar a iguaria típica.
E o salvamento de um bebum que dormia debaixo da roda traseira de um fusca em plena praça, quando um outro bebum iniciava uma marcha à ré, embora houvesse muito espaço para a frente.
A volta é que foi coisa. Qual estudantes secundaristas, o povo veio fazendo zoada, talvez pelos tubos de lança que apareceram não se sabe de onde. Na rodoviária de Salvador, pelas 19h, a turma decidiu ir “pro Campo”, de táxi, tomar a saideira.
Fila quilométrica, este que voz fala teve a idéia de furá-la, discretamente, apesar de sermos quase 20.
Pra encurtar a polícia chegou, deu voz e rebarbamos. O primeiro foi grampeado. Manuela gritou e tomou uma broca do puliça. Cara de Rã quase desmaia e José Rodrigues se apresentou : “Jornalista do Jornal do Brasil com carteira da Ordem”. Tudo estágio. E cadê as carteiras? Correu o bolso e nada. Todo mundo detido, chama o camburão.
Conversa vai conversa vem, chegamos a um acordo. A polícia liberava desde que fôssemos a pé até em casa. Nem táxi, nem buzu.
E assim foi feito. Sem lança nem documento, nada no bolso ou nas mãos. Por que não, por que não?

segunda-feira, 27 de abril de 2009

A moda de Mocofaia


O nosso criativo repórter fotográfico, Paulo Mocofaia, não se cansa de se "reinventar" e de inventar histórias. Lançou essa camisa para lá de "Caminho das Índias" curtindo os prazeres da carne na quinta-feira (23/04) . Os amigos presentes ficaram babando de inveja.

sábado, 25 de abril de 2009

Para começar o final de semana rindo

Muito legais esses cartoons que Simoa Borba me enviou.

















sexta-feira, 24 de abril de 2009

Pau Puro!

Toda vez que a imprensa divulga as farras e escândalos de corrupção envolvendo o Congresso Nacional surgem as “preocupações” com as instituições, as desculpas de que “estão querendo atentar contra a democracia”. Esse artigo de CLÓVIS ROSSI sobre o assunto, publicado hoje na Folha de São Paulo, está porreta. Pau puro! Veja aí:

“ Do deputado Jovair Arantes (GO), líder do PTB na Câmara, sobre a divulgação de gastos de deputados pela internet: "Não quero ser obrigado a colocar minhas coisas na internet". Suas coisas, uma ova, deputado.

Todas as "coisas" relativas ao seu mandato são de propriedade do público. Você é apenas o representante do eleitor, não o dono das "coisas", dinheiro incluído. Mas é essa mentalidade porca que leva aos privilégios de que gozam os pais da pátria, que já são imorais, e, pior, ao abuso até dos privilégios imorais. Para os nobres parlamentares, não há abuso, posto que as "coisas" são deles, e cada um faz o que quiser de suas "coisas".

Aí vem o deputado ACM Neto (DEM-BA) com a comprovação de que todo mundo, no Congresso, acha que as "coisas" são dos congressistas, tanto que afirma, com a cara-de-pau típica, que "a Casa toda fez", em alusão ao abuso na utilização de passagens aéreas (ele é um dos abusadores, pois viajou com a mulher para Paris).

À cara-de-pau o deputado soma a calhordice de achar que "a imprensa quer fechar o Congresso". Diga-se que a família Magalhães entende de fechamento de Congresso: ele é apenas o mais jovem membro de uma dinastia que apoiou gostosamente a ditadura militar, que, esta sim, quis -e conseguiu- fechar o Congresso mais de uma vez.

À falta de memória do jovem Magalhães soma-se a mentira. Quem quer fechar o Congresso são os próprios congressistas. Primeiro porque se tornaram absolutamente inúteis, na medida em que são meros carimbadores de iniciativas do Executivo. Segundo porque tudo o que produzem, cotidianamente, é essa imoral confusão entre as "coisas" do público e as "coisas" deles, parlamentares.

Só se nota que o Congresso está aberto é pelo noticiário policial que produz”.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

De alma lavada

O comentário é geral. Todos com quem conversei hoje, ou que me enviaram e-mails, se sentiram um pouco de "alma lavada" com o desabafo do ministro Joaquim Barbosa, reagindo contra o ministro Gilmar Mendes.

video

O colega Jadson Oliveira escreveu o comentário abaixo para outro blog que compartilhamos, o Mídia Baiana (http://anossamidia.blogspot.com/)

Gilmar Mendes versus Joaquim Barbosa

“Vossa Excelência não está na rua, Vossa Excelência está na mídia, destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro”. Ouvi esta pérola ao acabar de escrever o artigo acima e ligar a TV no Bom Dia Brasil da Globo, nesta quinta-feira, dia 23. Era o ministro Joaquim Barbosa ferroando seu colega Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), durante um apimentadíssimo bate-boca em plena sessão do STF.

Gilmar Mendes, que tem aparecido na grande mídia falando dos mais diversos e polêmicos assuntos, é apontado atualmente como um dos mais reluzentes porta-vozes da direita no Brasil. Creio que Joaquim Barbosa deve ser capa da Carta Capital, revista que goza de prestígio entre parcelas ponderáveis da inteligência nacional e vem criticando com veemência a atuação do presidente do Supremo.

Dica do blog


Luara Carrilho (voz e flauta) e seu pai Miltinho Carrilho (violão),
acompanhados do baterista Papamel, comandam o happy hour do bar Extudo neste domingo.

O trio apresenta um repertório autêntico ao escolher canções pouco executadas de renomados compositores brasileiros, e diferencia-se também por intercalar a voz com solos de flauta e violão, sendo a música instrumental uma característica marcante do grupo.

O repertório abrange desde sambas da década de 20, passando por chorinhos, importantes músicas da bossa-nova e refinadas canções de compositores já consagrados como Chico Buarque e Gilberto Gil, até novos compositores como Lenine e Guinga.

O repertório abrange desde sambas da década de 20, passando por chorinhos, importantes músicas da bossa-nova e refinadas canções de compositores já consagrados como Chico Buarque e Gilberto Gil, até novos compositores como Lenine e Guinga.


Data: 26 de Abril (domingo)
Horário: 17 h
Local: Bar Extudo (3334-0671)Trav. Lydio de Mesquita, 4, Rio Vermelho
Couvert Artístico: R$ 5,00

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Tertulianas

Na década de 80 era comum pegar um ônibus da Cristo Rei e dar um pulo em Irecê a 500 quilômetros de Salvador. Com a cara e a coragem, pouca grana, só para ver Judite, mãe de José, tomar Jatobá e Umburana de Cheiro de Bar de Pedim, na Rua Tertuliano Cambuí.
Era sempre um sufoco, tirado de letra pela juventude que ainda fartava em nós. Buzu cheio, sol cheio e um calor de brejo numa viagem de 9 horas, quase sempre em pé. Velhas gordas pra cima e pra baixo pelo estreito corredor em busca do banheiro, crianças berrando, muita bagagem tilintando, sacolejo e dores nas pernas, apesar do preparo físico.
Nada disso era impecílio. Primeiro pela expectativa de chegar ao encontro da família de José, que para nós era muito nossa. Segundo por causa do aditivo que usávamos, uma São Francisco, uma vodca com refri ou uma Jurubeba Leão do Norte. Uma não, várias durante o caminho para o sertão.
Chegar bem era uma questão de beber mais, ou menos. Ressaca só no dia seguinte após o retorno à Salvador. Tinha Tio Luiz, seresteiro que mudava de roupa de 15 em 15 minutos. Tinha Renatinho, maluco do violão. Parteira, Sócrates, Erício, Ana Célia. Maurício, Mauro, Dó, Maninha e Mé.
Como diria José, pegando o juízo desta catrevage e colocando numa galinha a galinha ciscava pra frente. Mas isto é outra história.
O fato é que Maria Creusa Rodrigues de Miranda, Quesinha, numa destas, com Lula Cara de Jegue, irmão de Bina, eu e Mauro embarcamos às 15h com chegada prevista para meia noite. Abrimos os trabalhos com uma São Francisco que não sobreviveu até Feira. A partir daí o pau quebrou.
Quesinha, a mais velha da turma, dormiu de Mundo Novo até a rodoviária de Irecê. Por volta de meia noite acordou diferente, feições estranhas. Enquanto os últimos passageiros desciam, ela bradava em voz alta contra a companhia de transporte, pois seus “dentes” haviam sumido. Ameaçando retaliação, exigiu que os prepostos da empresa “dessem conta” de sua arcada, o que motivou de imediato uma operação pente fino no ônibus.
“Não desce mais ninguém”, ameaçou. O fato : pouco antes de Mundo Novo sentindo a aproximação do sono, retirou a “chapa”, enrolou num guardanapo e colocou sobre a poltrona, para evitar um eventual engasgo com a trepidação da estrada do Feijão e pelas doses a mais. Com o sacolejo os dentes caíram sobre o assoalho e “caminharam” por baixo das poltronas até o banco da frente próximo ao motorista.
Achar o objeto uns 15 minutos depois foi um alívio, para nós, para os representantes da empresa, para ela e para Judite que sempre gostou de tudo no lugar.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Bienal da decepção

Toda vez é assim, saio com a sensação de ter sido enganada. Mas além ser chic ir à bienal de livros, faço um esforço para esquecer a última decepção porque sempre acredito que as coisas podem melhorar e também para estimular a filhota.

Desta vez eu ainda estava mais estimulada para tentar encontrar uns livros legais a preços interessantes para aproveitar a retomada do ritmo de leitura.

Sinceramente a bienal do livro na Bahia é sempre um fiasco, pelo menos para mim e amigos que reclamam da mesma decepção (Deta e Jadson, então!). Tem um monte de stands exibindo as mesmas coleções de livros infantis que nem a minha pequena de 9 anos se interessa mais.

O que se vê muito a preços promocionais são os títulos clássicos da literatura nacional (A Moreninha, Helena, Memórias Póstumas de Brás Cubas, O Guarani, O Cortiço, Primo Basílio etc), porém as edições são “pobrinhas”, como diria seu Creysson, em papel de péssima qualidade e formatação dos textos pouco atrativa.

NADA "BARÁTIO" – “Seu Creysson, Vídia i Óbria”, do Casseta e Planeta, está com um precinho nada “barátio” na bienal, o mesmo cobrado pelo site da Submarino, a R$ 22,00. Além de estar entre os mais vendidos, está também entre os mais comentados (pode?) do site. Talvez tomada pelo desânimo na busca por algo interessante, olhei a publicação com má vontade. Gosto de humor, mas nem abri o livrinho. Fiquei pensando nas árvores derrubadas para tanto besteirol.

E A SARAIVA, HEIN? - Decepção mesmo foi demonstrada pela filhota e as duas amiguinhas da escola dela, quando chegaram no stand da Saraiva. Deram pulinhos e gritinhos de alegria ao avistá-lo, porque adoram visitar a livraria no shopping, mas a alegria durou pouco. Precisa ver a carinha delas com a pobreza da exposição!

Como gosto de comprar (“só me falta-me dinheiro”, parafraseando a personagem de Zorra Total, “Lady Kayte”), fiquei procurando algo para não sair de mãos vazias. Escolhi dois títulos, atraída pelos textos de apresentação: “O valete de espadas”, das aventuras do detetive Fandórin, de Boris Akunin (gosto de romances policiais); e “Cidade dos anjos caindo”, de John Berendt.

Quanto às crianças, essas gostaram mesmo foi do passeio, porque em dia de chuva não há muito o que fazer em Salvador, e do lanche juntas. Só comparam mesmo um livro das Witch, cujo preço valeu a pena.

domingo, 19 de abril de 2009

Nomes e nomes

Ontem falei pelo celular com o amigo Jadson Oliveira, muito lembrado aqui por mim e pelos colaboradores e ele mesmo muito presente em seus comentários, apesar de encontrar-se no momento em Curitiba (PR). E ele contou que está se divertindo muito com o Pilha Pura!

Está estranhando a mudança do nome? Pois é, antes era de “De papo com Joaninha", um título sugerido pelo meu marido, Sinval, quando eu estava elaborando o blog, em março passado. Apesar de conservar o endereço de acesso blogdejoaninha.blogspot.com, ele não é só meu. Foi se ampliando e os nossos colaboradores deram mais descontração, colocando muita pilha.

É isso, aí, a gente fica feliz quando ganha novas companhias. Esse blog está nos proporcionando um reencontro virtual com grandes amigos que têm muitas histórias. E também muita pilha!

Dicas de defesa pessoal


Recebi as dicas abaixo, enviadas por uma amiga médica, Virgínia Rios, que achei interessante repassar para o meu mailing (detesto correntes, não me enviem porque quebro todas, e essas histórias de ficar repassando e-mails), mas esse pode realmente ser muito últil.


Conselhos de uma delegada, dirigidos às mulheres ( válidos para os homens também) :

"A pessoa que elaborou o conteúdo deste texto é diretor de uma empresa de segurança no RJ.

1. Se um dia você for jogada dentro do porta-malas de um carro, chute os faróis traseiros até que eles saiam para fora, estique seu braço pelosburacos e comece a gesticular feito doida. O motorista não verá você,mas todo mundo verá. Isto já salvou muitas vidas..

2. Os três motivos pelos quais as mulheres são alvos fáceis para atos de violência são:

a. Falta de estar consciente.-Você TEM que estar consciente de onde você está e do que está acontecendo em volta de você.

b. Linguagem do corpo:
-Mantenha sua cabeça erguida,
-Balance seus braços, e permaneça em posição ereta..

c. Lugar errado, hora errada.
- NÃO ande sozinha em ruas estreitas, nem dirija em bairros mal-afamados à noite. NÃO FAÇA ISSO!

As mulheres têm a tendência de entrar em seus carros depois de fazerem compras, refeições, ou depois do trabalho, e sentarem-se no carro(fazendo anotações em seus talões de cheques, ou escrevendo alguma lista etc.). NÃO FAÇA ISSO!

O bandido estará observando você, e essa é a oportunidade perfeita para ele entrar pelo lado do passageiro, colocar uma arma na sua cabeça, e dizer a você onde ir. No momento em que você entrar em seu carro, tranque as portas e vá embora.

3. Algumas dicas acerca de entrar em seu carro num estacionamento ounuma garagem de estacionamento:

a. Esteja consciente: olhe ao redor, olhe dentro de seu carro, olhe nochão dianteiro e traseiro de seu carro, olhe no chão do lado dopassageiro, e no banco de trás.

b.Se ao lado da porta do motorista do seu carro, estiver estacionada uma Van Grande, entre em seu carro pela porta do passageiro.A maioria dos assassinos que matam em seqüência atacam suas vítimasempurrando-as/puxando-as para dentro das Vans deles na hora em que as mulheres estão tentando entrar em seus carros.

c. NUNCA deixe para procurar as chaves do seu carros, quando estiverparada em frente a porta dele. Dirija-se ao veículo com a chave em punho, pronta para abrir a porta e dar a partida.
Observe os carros ao lado do seu. Se uma pessoa do sexo masculino estiver sentado sozinho no assento do carona do carro dele que FICA mais próximo do seu carro, você fará bem em voltar para o shopping, ou para o local de trabalho, e pedir a um guarda ou policial para acompanhar você até seu carro.

É SEMPRE MELHOR ESTAR A SALVO DO QUE ESTAR ARREPENDIDO.

4. Use SEMPRE o elevador em vez das escadas. (Escadarias são lugareshorríveis para se estar só, são o local perfeito para o crime).

5. Se o bandido estiver armado e você não estiver sob controle dele,SEMPRE CORRA! O bandido só acertará um alvo móvel 4 vezes em 100 tentativas. E, mesmo assim, muito provavelmente NÃO acertará um órgão vital. COOOOOOoooooooooRRRRRRRRRRRA!

6. Como mulheres, estão sempre procurando ser condescendentes(prestativas): PARE COM ISSO!

Essa característica poderá resultar em que você seja assassinada!Ted Bundy, o assassino seqüencial, era um homem de boa aparência, tinha boa formação acadêmica, e SEMPRE explorava a simpatia e o espírito conciliador e condescendente das mulheres. Ele andava com uma bengala ou mancava, e consequentemente pedia 'ajuda' dentro de seu carro ou para seu carro, eera então que ele raptava sua próxima vítima."

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Coleguinhas cornos

Imagem da página da Ascron

Reproduzimos aqui a pérola publicada na página http://www.comunique-se.com.br/


"Jornalistas compõem diretoria de associação de homens traídos

Pode não ser a maior conquista que a classe de jornalistas obteve até hoje, mas é seguramente uma das mais extravagantes: a maior parte da diretoria da Associação dos Cornos de Rondônia (Ascron) é formada por coleguinhas. A categoria participou efetivamente de sua fundação, há quase 25 anos, e há jornalistas com cargos vitalícios entre os diretores.


A Ascron dá suporte a maridos traídos. O que mais intriga é a ligação histórica entre redações e a associação. Desde a fundação, jornalistas ocupam cargos relevantes na entidade.
A pergunta é indigesta e inevitável: jornalista tem maior chance de ser traído?

Afinal, existem pescoções, plantões, viagens. "O jornalista acaba esquecendo a mulher em casa. Alguém tem que dar carinho a ela”. A provocação parte de Pedro Soares, presidente da entidade, que hoje conta com mais de 8 mil associados.

Brincadeiras à parte, o fato é que jornalismo não tem relação com o popular chifre. O que deu origem à Ascron foi, sim, o senso de humor dos jornalistas. A entidade surgiu na mesa de um bar. "Apesar de ter começado como uma brincadeira, a associação ganhou proporção muito grande", conta o jornalista Marcelo Reis, diretor da Ascron e hoje vereador em Porto Velho.

Soares tinha um bar próximo às redações do Estadão do Norte e da Rádio Eldorado do Brasil. Era o ponto de encontro após o expediente e foi ali que tudo começou. Em dezembro de 1982, ele andava cabisbaixo e um dia resolveu desabafar: havia sido traído. Surgiu, então, a ideia de criar uma associação para que homens como ele pudessem desabafar e admitir a derrota no relacionamento. Os frequentadores do antigo bar de Pedro Soares, quase todos jornalistas, foram se associando pouco a pouco. "Quem chegava para trabalhar em Porto Velho acabava sendo introduzido à cultura do corno também", acrescenta Silvio Macedo dos Santos, cronista que assina como Zé Katraca.

Vantagens - Os benefícios para o associados são muitos. O mais peculiar é o serviço de cabeleireiro especializado em polimento no chifre. Porém, para ser sócio, não é preciso ser corneado. O presidente do Sindicato dos Jornalistas de Rondônia, por exemplo, não escapou da brincadeira. Casado há 23 anos com a mesma mulher, não há nenhum indício de adultério no casamento de Marcos Grutzmacher. Pos isso, nunca procurou a Ascron. "Mas eles colocam muita gente como sócio simpatizante", diverte-se Grutzmacher.

João Carlos, radialista conhecido como JC, aproveitou a onda e criou o programa "Hora do Boi", que vai ao ar todos os dias na Rádio Transamazônica. Entre uma música brega e outra, ouvintes traídos recebem ao vivo conselhos de JC e Pedro Soares. São ouvintes de todas as classes sociais e opções sexuais. Afinal, a entidade acompanhou as mudanças na sociedade. Hoje, homossexuais são aceitos e representam fatia cada vez maior entre os associados. Mulheres também podem se associar.

Caso você queira conhecer a Ascron, visite o site da entidade - com os votos de que seja por curiosidade e não por necessidade".

IMPORTANTE:
A preciosidade foi enviada por Carmela Talento, minha amigona, vizinha de bairro, colega de profissão (quer mais?) e dona do blog mais procurado e comentado do Rio Vermelho (http://blogdoriovermelho.blogspot.com/).

MAIS CORNOS:

O colega Jadson Oliveira, que agora deu para perambular pelo Brasil afora (sem lenço, sem documento e sem patrão) à procurar coisas interessantes, esteve recentemente em Manaus, onde encontrou um bar bem interessante. Confira em Bar dos Cornos

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Quebra de decoro

Jadson curtindo o velho tchicher
Mudemos o rumo da prosa. Na década de 80, um episódio envolvendo o companheiro Jadson e um famoso dirigente do Partido dos Trabalhadores, ex-candidato ao Senado, marcou a história da boemia jornalística.

O sábado quente na capital baiana era dia de feijoada completa na casa do saudoso Armando Lobracci. Apto poente de 2 quartos na Boa Vista de Brotas. O tamanho do local e o número de pessoas presentes faziam dos cantatos entre os convidados praticamente um encontro íntimo. Quase sexual.

Mas isto não foi obstáculo para que rolasse um violão no hall da escada e uma dança na sala, embalada pelo som de uma radiola que dizia na voz de Jamelão : “...o remorso talvez seja a causa do seu desespero....só vingança, vingança, vingança....”.

O companheiro Jadson, que não perdia a chance de um lustra cinto (Irepinga uma vez proibiu a mãe Judite de dançar com ele, por conta de uma tal “perna esquerda” ) foi logo tirando umas e outras pro bolero.

Eis que lá pelas tantas se encantou com uma moça vistosa, ajeitada dentro de um short. Permitida a contra dança, lá foi ele rodopiando pelo salão animado pela beleza da criatura. Ainda mais depois de alguns tchicheres.

Mas foi só o tempo da música. A moça saiu e foi se acomodar ao lado do marido, o do PT, que perto da escada mandava umas de Caetano e Djavan.

O companheiro Jadson virou, mexeu e terminou na cola da situação : “Companheiro”, disse dirigindo-se ao outro companheiro. “...me permita uma nova dança com sua senhôra ”.
Para o que ouviu de bate pronto : “NÃO”. O ex-futuro senador da República foi logo enlaçando a cintura da cabocla. Antes que coisa pior acontecesse.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Esses homens!


A cabeleira grisalha que sempre marcou um dos mais queridos e respeitados colegas jornalistas baianos ganhou um tom esquisito de tinta sobre tinta, matizando um avermelhado desbotado com um preto sem brilho, uma coisa que Mocofaia foi logo comparando:
-Parece bunda de macaco.

Ao ver a cabeleira esquisitinha entrando no restaurante, típica de homens descontentes que resolvem buscar uma aparência mais jovem com soluções domésticas, Arapinga se traiu:
-Bobagem, sem querer também passo umas coisas no cabelo que Maira deixa no banheiro.

- Há! Então é isso... Você também pinta os brancos! Pelo menos sabe usar a tinta - comentei.
- Nada disso, eu uso as porras sem querer, uns tonalizantes aí que Maira usa para manter a pintura do cabelo dela.
- Há, tá! Sem querer você fica 50 minutos com o tonalizante no cabelo para esperar o efeito - aproveitou Bina, arrancando mais risos da mesa.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

"Pode ser sim companheiro"

Jadisom fechava a Tribuna entre 11h e meia noite depois de soletrar pausadamente em voz alta cada texto e título da primeira página. Uma agonia. Não suportando o suplício, nesta hora invariavelmente já estávamos no Abaixadinho, eu , José, Vicente, Janio, Domingão envolvidos em polêmicas absolutamente indispensáveis.
Jadisom embora chegasse por último era um dos primeiros a marear. Quando Zé, o dono da espelunca, nos colocava educadamente pra fora, íamos para o Alagoano, na Sete Portas, tomar a saideira. Depois ia cada um para seu lado. Domingão para Itapagipe, Vicente para o centro da cidade, José para o Engenho Velho (tomar a saideira em Antonio) e eu pro Ex-Tudo. Era todo dia a mesma coisa.
Jadisom tinha a mania de esquecer as coisas após o quarto uísque, mas chegava sempre ao destino. Houve uma época em que começou a dormir no carro pelas ruas da cidade, quando estas eram seguras. Mas sempre no mesmo trajeto. Da Djalma Dutra subia a Boa Vista de Brotas até o destino final.
Nunca lembrava o que havia feito. Numa destas manhãs notou que seu fusca amarelo estava todo lapeado na lateral. Preocupado refez o trajeto de sempre e percebeu um carro estacionado e arranhado de amarelo.
Desceu, bateu à porta e disse à senhora que atendeu que provavelmente ele teria batido no carro em frente à casa. A véia disse que sim e que o carro era do filho desempregado, àquela hora com a mão na cabeça.
Moral da história : "Homem que não bebe não merece confiança"

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Outra de Mocofaia .
Veja os "causos " dupla dinâmica, Seu Biliu e Borega nem é disso.

Sexta-feira, 3 de Abril de 2009

Troféu queimação

Arapinga esqueceu de publicar a sua crítica sobre o Troféu DoDô e Osmar. Confira.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Timão


O músico, torcedor fanático do Vitória, discutia com o amigo torcedor do Bahia (nem precisa dizer que esse é fanático) sobre a situação dos times baianos, cada qual apontando falhas, defeitos e fraquezas do outro.

Eis que a médica, mulher do músico, que acompanhava atentamente a discussão, saiu com a solução: “Ô Minho, então por que vocês não juntam o que presta de um lado e o que presta do outro e fazem um time só? Isso, fazem o time BAVI”.

A mesa foi abaixo.

O músico apenas resmungou: “Só você mesma pra me sair com uma dessas!”

Torcida pernambucana

Não sou chegada a futebol, mas gosto de ver a festa das torcidas (às vezes). Ontem, no restaurante Ferreira, no Shopping Salvador, filial do restaurante com o mesmo nome em Recife, pernambucanos que vivem em Salvador se reuniram para acompanhar o jogo da Copa Libertadores da América, Sport X Palmeiras.

video

Apesar da animação da torcida, o resultado do jogo foi desfavorável: 2x0 para o Palmeiras.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Outra de Mocofaia

Dupla dinâmica


Em meio à tragédia na Fonte Nova, em novembro de 2007, quando parte da arquibancada caiu, derrubando os torcedores que acompanhavam o jogo em que o Bahia garantiu o acesso à Série B do Brasileirão, torcedores invadiram o gramado e arrancaram blocos de grama.


Aí o nosso amigo Mocofaia saiu com essa: “Vocês viram Jaciara e Isabel nas televisões? As duas se juntaram aos torcedores que roubaram o gramado da Fonte Nova”.


E ainda completou: “As duas venderam a grama para Arapinga reformar a entrada mansão dele em Lauro de Freitas”.



Seu Biliu

Mônica Bichara conta essa de Mocofaia:

"Na década de 80, a colega Jaciara Santos grávida da primeira filha, Luciana, minha afilhada linda, sai para cumprir uma pauta do Jornal da Bahia com Paulo Mocofaia. Coitada, não sabia o que lhe esperava.

Não lembro o tema da pauta, mas sei que a dupla teve que entrar no barraco de um senhor, Seu Biliu, que muito educadamente ofereceu à prenha um copo de leite. Minha comadre não teve coragem de recusar e aceitou. Seu Biliu tinha uma trave no lugar da dentadura, daquele sorriso tipo 1001, e deixou cair um pingo (arc!) de baba no leite de Jaci. Pior que todo mundo percebeu, menos o pobre do babão.

Aí vem a sacanagem do sacana do Mocofaia. Jaci tentou enrolar com o copo de leite na mão, esperando uma chance de despejar o babado em algum canto. "Bebe o leite, Jaciara", insistia o fotógrafo ordinário, pra desespero da colega, que não tinha coragem de beber, mas também não queria fazer uma desfeita daquela com Seu Biliu, um velhinho tão prestativo. "Bebe o leite, Jaciara", repetia o infeliz.

Não deu outra: Jaci bebeu e correu pra botar tudo pra fora, mas longe dos olhos de Seu Biliu.

Tadinha de minha comadre".

Pior ainda agora, que todo mundo vai saber desse vexame.




Borega nem é disso

Esse Mocofaia não tem jeito mesmo! Olha só a última que ele anda espalhando sobre o colega Borega, a simplicidade e a modéstia em pessoa:

Disse que, ainda festejando o sucesso da recente apresentação do Matita Perê no Teatro Castro Alves, ao entrar no restaurante da Assembléia Legislativa Borega foi surpreendido por uma moça que lhe entregou um papel. O nosso querido dublê de artista e jornalista não titubeou e foi logo sacando a caneta do bolso para dar autógrafo. Mas ao olhar melhor o papel percebeu que era uma comanda de consumo (hehehehe...)

Aliás, a comanda é uma novidade do restaurante da ALBA que está desagradando a gregos e troianos, digo: deputados, assessores e frenquentadores assíduos.

Palpitando

O colega queridíssimo Adilson Borges, que recentemente recebeu pontes de safena, está com um blog muito legal, cujo nome foi escolhido através de enquete por telefone com participação até do governador Jaques Wagner (pra quem pode!). “Coisas do coração” derrotou por um voto a proposta “Pra quem tem coração”. A propósito, o governador venceu mais essa (heheheheh).


Adilson Borges está doido para bindar "à galera sangue bom"

O endereço do blog: http://adilsondechico.wordpress.com/

PS: Vou invejar Adilson e propor aqui uma sugestão de nome para esse blog, já que comecei sozinha e agora tenho companhias de peso (vem mais aí!).

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Aeroporto 2 de Julho é 100%


Enquete do blog realizada no mês de março consultou sobre o nome do aeroporto de Salvador, por conta da iniciativa do Ministério Público Federal de solicitar da Procuradoria Geral da República o retorno do nome 2 de Julho, que representa a data da independência da Bahia, a mais importante do povo baiano.


Na nossa consulta a totalidade dos votantes disse que quer que o aeroporto volte a se chamar 2 de Julho . Foram 17 (100%) contra 0 (0%) para ficar com o nome atual. Tá certo que o universo da consulta é pequeno, mas o resultado é significativo da vontade popular.

sábado, 4 de abril de 2009

O caruru da mestra


Minha amiga Leninha Bina alcançou nova conquista: concluiu o mestrado de museologia.
Está tão feliz (como não poderia?) que planeja oferecer um caruru de agradecimento, por sugestão do amigo fotógrafo Paulo Mocofaia.
Paulo Bina, marido da mestra, só faz rir, orgulhoso da companheira.
Os amigos aguardam a definição da data da festança.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Irecê 2

*
O SBT Repórter enviou equipe à Bahia para uma matéria sobre
nudismo ou naturismo em Massarandupió, Litoral Norte. Aqui a equipe alugou uma van e rumou para o destino.

Chegado lá, nada de ninguém nu. O motorista Waltércio deu a idéia: contratar umas quatro garotas de programa e uns caras para se passarem por naturistas. Assim foi feito, com cachê e papel passado liberando a divulgação das imagens.

O problema é que o motô apareceu nas imagens e quis o seu. O produtor respondeu que não, pois ele já receberia uma boa grana pelo serviço de transporte. Indignado o cidadão prometeu a si mesmo que aquilo não ficaria barato e um mês depois, apertado nas finanças, decidiu cobrar na justiça, no “ministério” como diz o povo. Na sexta sairia em busca de um adevogado.

Nos classificados de A Tarde foi correndo o dedo até bater no escritório onde trabalhava José Rodrigues de Miranda, Zé Patinha ou Irecê. Era lá na Rua D'Ajuda, estrategicamente localizando entre uma variedade de pés sujos, como chamam os paulistas os butecos. Estar nas redondezas foi o fator preponderante para Waltércio decidir por aquele escritório.

Do outro lado da história Patinha, ainda mais em se tratando de uma sexta-feira, por volta das duas da tarde já havia travado um bom diálogo com o professor, o tchitchi. E voltaria ao escritório somente para pegar umas coisas com Ana, sua secretaria que fora ao banco. Coincidiu que o cara chegou junto com ele. Waltercio solicitou o serviço e começou a contar sua longa história. Irecê logo de saída abriu uma cerveja para o cliente.

Caprichando nos detalhes, umas duas horas e algumas bramas depois, Waltércio pergunta ansioso: “O que é que o senhor acha, senhor José Rodrigues ?” E José reponde : “Cumpade, acho melhor você procurar um advogado”


* Ilustração publicada no http://mundoutopicodadri.blogspot.com

Troféu queimação



Queimasse o TCA nesta quarta passada à noite e as portas de emergência falhassem, teríamos dado um importante passo para o desenvolvimento da cultura baiana. Além da família Simões, lá estava a fina flor da produção artística na entrega do Troféu Dodô e Osmar. Aliás a denominação é uma ofensa grave aos inventores do carnaval.


Livrando algumas pessoas que compareceram por obrigação do ofício, o sinistro seria motivo de comemoração, um carnaval fora de época na Semana Santa. Entre os premiados de sempre Ivete Sangalo artificialmente natural, Bel Marques aquele do Cacique Jones, Psirico, o psirico de Caetano, Léo Santana (Parangolé) que herdou de Xandi a preferência dos colunistas gays e por ai vai.

Quem não tinha nada para fazer como eu e assistiu pela Aratu testemunhou o desfile do bizarro. Gerônimo vestido de baiana, cumprindo a sina de fazer qualquer coisa para aparecer e sobreviver; o prefeito João Henrique ele próprio não sabe se esteve lá naquela noite; e o ministro Juca totalmente fora de contexto deveria demitir sua assessoria por não convencê-lo a faltar.

E os bandidos botaram Magalhães prá correr de Itaparica.


Ói me deixe, que eu vou é pro Bar de Bahia com o magro falar mal da pelegada.


PS : Soube que o companheiro Jadson foi atacado por uma piranha no Pantanal.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Rosquinha recheada

Amilton Lopes dos Santos, 37 anos, compositor premiado em festivais do Ilê e garçon de restaurante na Assembléia Legislativa da Bahia é show! Veja aí.


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Enquanto servia um café no restaurante, Amilton deu essa palhinha para a nossa mesa (eu estava acompanhada de Zéu Matos, Borega, Araken e Paulo Mocofaia). O cara é o cara! E ainda esbanja simpatia.

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Amilton compõe há 16 anos com os irmãos Marcos Alves e Milton Do Sina, nos diversos estilos: forró, samba, lambada, frevo, galope etc. Ganhou o primeiro lugar, em 2008, e o segundo lugar, em 2009, nos festivais de música negra do Ilê com Esmeraldas, Negras Histórias e Rainhas Negras, respectivamente.

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Votação é Adiada

Foi retirado da pauta de votações do STF o recurso contra o diploma de jornalista, mas prossegue no plenário a apreciação da Adin contra a Lei de Imprensa.

A Executiva da FENAJ e a Coordenação da Campanha em Defesa do Diploma vão se reunir para traçar novas estratégias de continuidade do movimento.

A coordenação do movimento foi informada, às 16h45 desta quarta-feira (1º/04), que a pedido do presidente do Supremo Tribunal Federal e relator do RE 511961, ministro Gilmar Mendes, o advogado que representa a FENAJ e o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo na ação foi oficialmente comunicado da retirada do tema da pauta.

Não foi divulgada nova data para julgamento do recurso contra o diploma.

Dirigentes da campanha continuam no plenário do STF acompanhando a votação da Adin contra a Lei de Imprensa. “Após o Ato Nacional a Executiva da FENAJ e a Coordenação da Campanha vão definir novas ações, mas desde já a orientação é para que a movimentação nos estados e os preparativos para o Dia do Jornalista, 7 de abril, prossigam”, disse o diretor da FENAJ Luiz Spada.

(Fonte: site da FENAJ)

É hoje!




Espero que o STF decida hoje pelo interesse social acima da ganância dos donos dos veículos de comunicação. Entenda que a exigência da formação profissional para o trabalho diário de buscar a informação, a notícia, é uma coisa, liberdade de expressão de todo cidadão é outra.

Ter habilidade para escrever não deve ser o único instrumento capaz de habilitar alguém para trabalhar com a informação, que exige muito mais cuidado, conhecimento e responsabilidade com o conteúdo, o que a formação universitária proporciona.

O fato de alguém ter aprendido a prestar primeiros socorros não lhe assegura o direito de sair medicando e trabalhando como profissional de saúde. Assim como as demais profissões, é o conhecimento científico, de ética e a técnica que garantem qualidade.

A seguir, o manifesto da Federação Nacional dos Jornalistas para a população brasileira:


Manifesto à Nação

Em defesa do Jornalismo, da Sociedade e da Democracia no Brasil

A sociedade brasileira está ameaçada numa de suas mais expressivas conquistas: o direito à informação independente e plural, condição indispensável para a verdadeira democracia.

O Supremo Tribunal Federal (STF) está prestes a julgar o Recurso Extraordinário (RE) 511961 que, se aprovado, vai desregulamentar a profissão de jornalista, porque elimina um dos seus pilares: a obrigatoriedade do diploma em Curso Superior de Jornalismo para o seu exercício. Vai tornar possível que qualquer pessoa, mesmo a que não tenha concluído nem o ensino fundamental, exerça as atividades jornalísticas.

A exigência da formação superior é uma conquista histórica dos jornalistas e da sociedade, que modificou profundamente a qualidade do Jornalismo brasileiro.


Depois de 70 anos da regulamentação da profissão e mais de 40 anos de criação dos Cursos de Jornalismo, derrubar este requisito à prática profissional significará retrocesso a um tempo em que o acesso ao exercício do Jornalismo dependia de relações de apadrinhamentos e interesses outros que não o do real compromisso com a função social da mídia.

É direito da sociedade receber informação apurada por profissionais com formação teórica, técnica e ética, capacitados a exercer um jornalismo que efetivamente dê visibilidade pública aos fatos, debates, versões e opiniões contemporâneas. Os brasileiros merecem um jornalista que seja, de fato e de direito, profissional, que esteja em constante aperfeiçoamento e que assuma responsabilidades no cumprimento de seu papel social.

É falacioso o argumento de que a obrigatoriedade do diploma ameaça as liberdades de expressão e de imprensa, como apregoam os que tentam derrubá-la. A profissão regulamentada não é impedimento para que pessoas – especialistas, notáveis ou anônimos – se expressem por meio dos veículos de comunicação. O exercício profissional do Jornalismo é, na verdade, a garantia de que a diversidade de pensamento e opinião presentes na sociedade esteja também presente na mídia.

A manutenção da exigência de formação de nível superior específica para o exercício da profissão, portanto, representa um avanço no difícil equilíbrio entre interesses privados e o direito da sociedade à informação livre, plural e democrática.

Não apenas a categoria dos jornalistas, mas toda a Nação perderá se o poder de decidir quem pode ou não exercer a profissão no país ficar nas mãos destes interesses particulares. Os brasileiros e, neste momento específico, os Ministros do STF, não podem permitir que se volte a um período obscuro em que existiam donos absolutos e algozes das consciências dos jornalistas e, por conseqüência, de todos os cidadãos!

FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas
Sindicatos de Jornalistas de todo o Brasil

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