Quem somos

Quem somos
O blog de Joana D'Arck e pilheiros

domingo, 31 de maio de 2009

Arê Baba! Há vida inteligente aí?

Quanta sabedoria! E Márcio Garcia como Bahuan nahin! No programa aí é mais engraçadinho.

E você pensa que viu tudo!

Um amigo me enviou esse caso curioso:


"Um homem que vive na Alemanha foi processado por não conseguir engravidar a mulher do vizinho, depois de ser contratado por 2 mil euros (cerca de R$ 5,7 mil) para isso.

Demetrius Soupolos e a mulher, Traute, queriam ter uma criança, mas descobriram que Soupolos não poderia ter filhos. Por isso, decidiram contratar Maus, na esperança que o homem casado e com dois filhos pudesse engravidar Traute. A informação foi divulgada pela publicação alemã “Bild”.

Depois de seis meses e nenhuma gravidez – com uma média de tentativas de três vezes por semana –, Soupolos insistiu para que Maus passasse por exames médicos. Os testes mostraram que o vizinho também é estéril. Por isso, a mulher de Maus foi obrigada a admitir que as duas crianças não eram dele".

Decida você o que é pior:


1) Ir a justiça cobrar um cara que pegou sua mulher por seis meses.

2) Contratar um cara para pegar sua mulher por seis meses.

3) Descobrir que você é estéril enquanto tenta engravidar a mulher do vizinho, recebendo pra isso.

4) Descobrir que os dois filhos que você tem não são seus.

5) “Cornear” o vizinho e descobrir que já foi corno, no mínimo duas vezes.

6) Todas as anteriores.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Craque suspeito


Flamengo X Internacional na TV. Jogaço! Analsinho, famoso jogador de Ilhéus, que invoca como testemunhas da sua arte com a bola o radialista Armando Nogueira (falecido) e o ex-governador radialista Paulo Souto, se prepara para assistir o programa imperdível. Olhos fixos na telinha, nem percebeu quando a sua mulher deu pra desfilar na sala, pra lá e pra cá de baby doll nas cores do Inter. Até que ela partiu para o convite mais direto para uma partida pessoal. Analsinho deu um pulo e respondeu taxativo:
_ Ô amor, o Flamengo joga agora, eu tenho lá cabeça para outra coisa?

O episódio acima foi contado pelo próprio Analsinho na roda de conversa diária do meio-dia no restaurante da Assembléia Legislativa. Mocofaia foi logo questionando:
_ Ué? E depois do jogo não deu para sair essa partida aí, não?
_ Tá doido? O Flamengo tomou 1x0 e eu ainda tenho cabeça pra quê?

terça-feira, 26 de maio de 2009

Bang bang do bom!

Este vídeo me lembrou os bons tempos de infância, das tardes de domingo nos cines Glória, Riviera e Madrigal, em Vitória da Conquista, quando assistia os cowbois e saía fascinada com mais uma façanha do artista. O interessante é que a gente sempre preferia frequentar o cine Glória, porque um ingresso dava direito a assistir dois filmes. Era o máximo! A gente (eu e meus irmãos) ficava torcendo para chegar o domingo próximo pra ver mais um western ( ou dois). Mas veja só se esse vídeo não é espetacular!

Namoro astral


A não ser que não te deixes
Não te queixes se você só vir a ser
Feliz quando vier aquele ser de Câncer
Pra se harmonizar pelo verbo amar com alguém de Peixes
Você que tudo equilibra
Não se assuste ou pense que é um unicórnio
Apenas um destino aguarda o ser de Libra
Que é ele se unir, e depois curtir alguém de Capricórnio
Seja negro ou seja louro
Um estouro de explodir o coração
Quando vier alguém que seja um ser de Touro
Para um amor de mel pra quem é de Leo ou é de Leão
Você que vive nos ares
Tem amores como que buquê de flores
Só terá paz com alguém de Sagitárius
Quem disser meu bem, eu e mais ninguém sou teu alguém de Aquárius
Tendo assim mais de dois gênios
Feito luas tu flutuas pelos ares
Felicidade só virá com alguém de Gêmeos
Por terras e mares, todos os lugares com alguém de Áries
Você olhos de fuligem
Vê se acalma a alma na obsessão
Só vai se dar bem com alguém, alguém de Virgem

segunda-feira, 25 de maio de 2009

De quem é?



Da série ganha um doce quem advinhar, descuba de quem é essa varanda.

Homem de visão


Zarolho é o cão. Ele enxerga longe.

sábado, 23 de maio de 2009

Malandro é malandro, mané é mané








Corrigindo uma afirmação que fiz no comentário sobre o texto "Ópera do malandro 1", creditando a Zeca Pagodinho a música "Malandro é malandro, mané é mané", resolvi postar esse vídeo de Bezerra da Silva cantando a sua composição que volta à cena como tema da personagem César, um advogado tirado a malandro, ou o contrário, não sei, muito bem interpretado pelo ator Antônio Calloni. Aliás, o cara é show!

Por falar nisso, olha aí o nosso colaborador Arakem articulando sabe Deus o quê, mas esta pose sugere muita coisa.

O que ele pode estar arquitetando?

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Homenagem a Zé Rodrix

Para lembrar o cantor e compositor Zé Rodrix, que morreu ontem à noite, aos 61 anos. Ele ficou conhecido nacionalmente por integrar o trio Sá, Rodrix & Guarabyra e compôs a lindíssima música Casa no Campo, imortalizada na voz de Elis Regina.

Apesar de carioca, a origem de Zé Rodrix é baiana, mais precisamente do município de Rio de Contas. Era filho de Hermano Trindade, um dos irmãos de Julieta Trindade, minha sogra, já falecida. Sinval teve pouco contato com o primo carnal, que nas raras visitas a Salvador costumava visitar os parentes. Quem o levava sempre à maratona de visitas (a família Trindade é enorme) era o saudoso Fábio Trindade Rego, outro primo de Sinval que morreu prematuramente, aos 40 e poucos anos, uma grande figura que tive o privilégio de conviver.

Voltando a Zé Rodrix, a gente nunca se conformou com sua desistência de se dedicar à composição de novas músicas. Certamente por questão de sobrevivência, acabou absorvido pela vida de empresário de produção de jingles comerciais.

Zé Rodrix estava bem de saúde e começou subitamente a se sentir mal, sofrendo uma forte convulsão em seguida. Quando foi levado para o Hospital das Clínicas, já estava morto.

Ópera do malandro 1


Vicente de Paula é o retrato do jornalista à moda antiga. Tirado a malandro, acostumado ao convívio da gente das ruas, policiais, bandidos, prostitutas, gigolôs, com o pessoal do bicho e por aí vai.
Trabalhou na Folha, Estadão e Tribuna da Bahia, entre outros, o que lhe rendeu inúmeras histórias da noite, da boemia. Algumas vão sair aqui neste blog. Mas vamos começar pelo fim, não o fim dele, mas pelos dias de hoje.

Já havia sinais na década de 80 que o malandro não era tanto assim. Alguém lembra do sumiço das botinhas ? Pois é.

Vicetepinga hoje anda pelo Largo Dois de Julho, um reduto do que restou da boemia do centro da cidade. Entre as inúmeras figuras que vão aparecer aqui, está o cidadão brasileiro que atende por Formigão (foto acima com Vicente). Quem o conhece de perto diz que ele sabe viver. Recentemente fez um tour internacional, apesar de levar uma vida simples, sem grandes recursos.

No Líder, onde a “malandragem” se reúne diariamente para uma “bia” , ele conta com sorriso largo sua viagem pela Alemanha, Reino Unido, Portugal, Ilhas Canárias e Veneza. E prova com fotografias, passagens e tudo mais. Toda vez que o assunto vem à baila Vicente de Paula fecha a cara.

Ao contrário dos companheiros de gelada que ouvem os relatos com atenção e se orgulham de conhecer alguém que testemunhou as maravilhas do Velho Mundo. Mas um dia o mau humor do jornalista malandro teve explicação. Dirigindo-se a Formigão, Manoel Porto matou a charada:

- “Maluco..maluco...maluco.... Cê foi a Europa...Europa...Europa maluco?. Conseguiu dinheiro... dinheiro aonde, Maluco... ? ”, fez a pergunta que não durou uma fração de segundo.

- “Pô Mané, economizei cumpade”, respondeu Fomiga com sotaque carioca.

- “ Maluco...maluco...maluco....fala...fala.. fala...fala...fala sério”, agoniou-se Manoel..

- “Pô malandro, vou te falar uma coisa : sabes que não gasto mais com cigarro, esse veneno”

- “Beleza...beleza...beleza, maluco. Deixou o cigarro, porra maluco...porra maluco...porra maluco.....”, comemorou Manoel, pedindo outra gelada.

- ”Neisso não Mané, tô fumando do de Vicente tem dois anos, malandro. E é Oliúde brodi”.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Bizarro perde


Galdino Borges de Aguiar Guanaes (foto), um ser quase humano, agrega aspectos bizarros ao seu perfil. Pra começar tem o defeito de ser irmão de Cocão e a virtude de sê-lo de Hildinha. O Trio Elétrico Armandinho, Dodô e Osmar puxava a multidão entre o Campo Grande e a Castro Alves numa terça-feira à tarde durante a festa de aniversário da UNE. Maior astral, não era carnaval, e a juventude alegre desfilava em meio à fumaça que subia sob a proteção da PM baiana. Quando o trio chegou no Forte de São Pedro, Aroldo Macedo ouviu do segurança que estava na parte de cima que “Araken da Embasa encontrava-se embaixo e gostaria de subir”. Aroldo consentiu e em instantes aparece Gal. Como já tinha visto a figura na Embasa e estava ocupado tocando, deixou pra lá. Pra azar dele. O cabôco começou a se balançar que nem aqueles bonecos de posto de gasolina. E tome beijo para o povo das sacadas. Em pouco tempo Armandinho já não era a atração principal do Trio. O negócio começou a feder quando ao passar pela rede de energia elétrica o seqüelado resolveu ajudar o pessoal de apoio que afastava os fios com as mãos. Foi repreendido. O melhor estava por vir. Nas Mercês o cidadão pensou que era um pombo sujo e resolveu se pendurar no semáforo. Foi um Deus nos acuda. Em seguida o pessoal do trio achou por bem mantê-lo preso no banheiro até o fim da folia.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Se não dá para ser solidário, ao menos respeite



Fala sério! Tantas especulações sobre projetos políticos do presidente Lula porque a ministra Dilma Roussef está passando um momento difícil devido ao tratamento de câncer causa indignação. Parece praga de urubu.
Falar desse assunto é difícil, até porque não sou especialista em doença alguma, nem pelo estudo e nem pela vivência (graças a Deus!), mas se a gente fizer um exercício de memória e prestar atenção em outros casos ocorridos e em curso dá para notar a diferença de tratamento da imprensa.
A belíssima atriz Patrícia Pilar passou pelo sufoco que Dilma vive agora, devido a um câncer de mama, e teve a solidariedade do público divulgada pela imprensa, assim como Ana Maria Braga, que também teve amplo apoio.
Diga-se de passagem, a loura chata das manhãs globais teve uma atitude respeitosa com a ministra ao anunciar que ela havia sido internada por causa das dores nas pernas. Explicou, inclusive, sendo experiente no assunto, que durante o tratamento com a quimioterapia mil problemas acontecem, mas ela superou e desejou que Dilma também se recupere.
O vice-presidente da República, José Alencar (êita homem retado de forte!) também vive mais um momento dramático com a descoberta de nódulos no intestino, depois de ter passado por várias cirurgias, a última prolongadíssima, e resiste bravamente. Alencar merece um comentário à parte, porque a sua tranquilidade e determinação são impressionantes. É bonito também ouví-lo falar do seu amor pela vida e da naturalidade da morte. E a cobertura jornalística sobre ele mantém uma formalidade, limitando-se a informar o problema, sem conotação especulativa.
Nos casos das artistas globais, tá certo que o público é diferente, mas não foi criado um clima de fim do “Mais você” e da estrela de novelas.
Tá certo também que haja uma preocupação com as movimentações políticas visando a sucessão presidencial e que a saúde da ministra, lançada por Lula como sua preferida na disputa para sucedê-lo, seja crucial numa definição. Na primeira complicação da ministra, fala-se até em possibilidade de um terceiro mandato presidencial e institutos de pesquisa já procuram ocupar espaço na mídia com outras alternativas para a disputa de 2010.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Fim do mundo


Quem procura acha. Quesinha sabe labutar com mala, mas em dose cavalares fica difícil. Ai um flagrante da reunião na casa dela pra acabar o mundo. Da esquerda para a direita : Maurício Rodrigues de Miranda, Artur Carmel, Nelson Dutra (discostas) Arapinga e Vicente de Paula Vanine dos Santos. De quebra, atrás do obturador encontrava-se Silfredo Sacizeiro. Sabe-se como começou, mas não há testemunhas idôneas ou em perfeito gozo das faculdades mentais que pudesse fazer um relato confiável de como terminou a tal peleja.

domingo, 17 de maio de 2009

O pequeno notável

O jornalista Nilvado Costa, carinhosamente chamado pelos colegas de Nivaldinho, é baixinho e franzino, mas não lhe falta coragem para reagir e se defender nas situações mais adversas. E ele adora se gabar disso, como na foto ao lado, clicada por Manoel Porto, em que Paulo Mocofaia (de rosa) ouve atentamente mais uma das suas aventuras.

Certa noite, quando saía de uma feira no Parque de Exposição, totalmente bebum, mas ainda com R$ 80,00 no bolso, foi surpreendido por dois meninos que queriam assaltá-lo no momento em que ele ia entrar no seu carrão Santana. "Não vou dar meus oitenta reais não" (pensou rapidamente). Reagiu no braço, numa luta corporal contra os dois molecotes, que ele assegura ter durado 15 minutos.

Toda vez que Nivaldinho repete essa façanha nas rodas de conversa, o jornalista Paulo Bina questiona o tempo, lembrando que uma luta livre profissional não dura mais do que 5 minutos, e com rápidas tréguas. Mas Nivaldinho é queixo duro, sustenta o tempo recorde da sua luta heróica. "Foram 15 minutos sim, eu vi no relógio quando os caras me atacaram e olhei quando terminou" (fala sério) .

E prossegue contando os detalhes da luta: "Os caras até rasgaram a minha camisa com o canivete, mas eu fui até o fim, até quebrar o maxilar" (conta com ar de macho retado). "Quebrou o maxilar do menino?" (pergunta Bina). "Não, o meu. Quebrei o queixo, mas não dei meus 80 reais"(vangloria-se o nosso herói).

sábado, 16 de maio de 2009

Pressão alta

Charge exclusiva do nosso amigo Borega para o Pilha pura!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Mini pau elétrico



Bira Paim (esquerda), conhecido na redação de A Tarde como “ursinho coala” e em outros meios de comunicação como "seo Babinha", na foto ao lado garante para Aroldo Macedo que tocou num pau elétrico de apenas 10 centímetros.
Na avaliação dos entendidos trata-se de um instrumento bastante pequeno.
O músico da família Macedo - maior compositor da obra do Trio Elétrico, irmão de Armandinho e filho de Osmar, inventor do trio – pode-se notar pelo semblante, não gostou da afirmação.
Minutos depois, Paim era convidado a se retirar do escritório da famosa banda, no bairro do Canela.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

A noite do neném



Em débito altíssimo por não ter explicado onde e como passou uma noitada fora de casa, Zé Sinval se virava para me fazer esquecer a grande dívida e foi aí que começamos a beber todas as cervejas com alguns bons e velhos amigos.

Nem sei como e de quem surgiu a ideia de seguirmos dali imediatamente para o Jorro, a 260 km de Salvador. Coisa de bebum. Todos toparam e recorremos ao dono do bar para um empréstimo, até porque os bancos eletrônicos ainda não eram tão comuns.

Resolvida a questão financeira, saímos do Chame-Chame direto para o Saygon, bar situado nos Pernambués, onde estava tocando Fred Menendez, o velho amigo e ídolo de Araca. Não sei até hoje porque, mas a carteira de Zé Sinval estava com Araca. Dali, pegamos a estrada, altíssimos e cantantes, e paramos para o pernoite em Feira, no Hotel Senador, onde Irepinga ficou só num apartamento, mas dormiu debaixo da cama.

Chegando no Jorro, ficou decidido: cada dia Irecê dormiria no quarto de um dos casais. Na primeira manhã seguinte ele disparou: “Não deixei ninguém fazer neném”. Na noite seguinte, o outro casal se armou com um arsenal de cervejas e ele dormiu feito neném. Uma comédia!

Vale-transporte
Na praça do Jorro, tomando outras geladas, Irepinga pragueja: “quero que alguém me explique o que eu vim fazer aqui” (risos). De vez em quando repetia isso e pedia: “Alguém tem aí ao menos um vale-transporte para me dar?” (mais risos). O cara era mesmo um grande companheiro, divertidíssimo.

Imperdível


A palestra do professor Albino Rubim sobre comunicação e política na reunião mensal da Agecom entusiasmou a platéia presente. No flagrante, o diretor de televisão Eduardo Eurico ouve atentamente as explicações do mestre, enquanto Boca de Lata e Marlupe Caldas observam entusiasmados. Mais atrás, Vera Freitas do CRA parece pensar sobre as contas que tem a pagar, enquanto a assistente à direita jazia. Os presentes só perceberam a morte desta senhorita ao final da palestra duas horas e meia depois.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

O bebum, a barata e a mãe

Totalmente bebum, Araca chegou em casa de madrugada e se assustou com a indefesa barata que fazia festa na cozinha. Se assustou não, ficou a-pa-vo-ra-do! Tanto que saiu à procura de um spray para dar cabo na bichinha. Pegou o primeiro que viu e saiu espalhando o spray pelo chão da cozinha toda.

Pela manhã, a mãe de Araca, tadinha, sambou pelo chão da cozinha melecada pelo filho bebum, que ao invés de inseticida esvaziou o frasco de WD (anti-ferrugem).

Palavra de Mocofaia.

Vem coisa aí


Desde o advento dos Novos Baianos e posteriormente dos discos produzidos na carreira solo de Moraes Moreira que a Bahia não produz algo que mereça consideração em termos de composição e execução musical. Um Armandinho aqui outro acolá e é só. Morreu aí. Salvo engano da memória. Está em produção algo que deve marcar definitivamente a música na Bahia. Não no aspecto mercado ou mídia. Em qualidade músical agrega raríssimos pares. O Matita Perê com sotaque mineiro (tinha que ser) vem para salvar a honra da Bahia com o primeiro disco despois de 10 anos de carreira. Dois jornalistas no elenco, Borega e Luciano Aguiar, aí no flagrante em recente show baiano.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Sobre as nuvens e a Torre Eiffel

Olha aí da janela e sinta-se nas nuvens

Agora clic no link abaixo e aterrise em Paris. É fantástico ver a cidade luz de cima da Torre Eiffel.

www.photojpl.com/tour/08toureiffel/08toureiffel.html

Direitos do trabalhador


Comissão de Justiça e Direitos Humanos da AL visitava Vitória da Conquista, onde entre outros compromissos teria uma reunião na Câmara de Vereadores. Presidia a Egrégia Casa Sebastião Castro, nativo do Planalto da Conquista que resolvera acompanhar a delegação.Entre outras figuras, compunham o grupo o deputado governista Eujácio Simões e seu fiel escudeiro Maguila. Foi designado para cobrir a comissão o velho e ordinário José Rodrigues de Miranda, Irecê. Como sempre a viajem foi uma comédia.Na tarde e noite anteriores à audiência na Câmara, Irepinga, Eujácio e outros sentaram praça num boteco da cidade. Uma longa jornada que terminou tarde da noite. Único jornalista para cobrir a audiência, Irecê acordou com uma ressaca monstro. Logo tomou uma providência : outra por cima para equilibrar a pressão.Cheio de sono, chegou na Câmara atrasado, com a reunião começada, subiu ao primeiro andar, deu uma olhada e voltou ao térreo, onde na entrada havia um banco de madeira.
Por lá ficou, dormindo em posição de castanha com as mãos entrelaçadas entre os joelhos e a cabeça sobre a velha agenda. Terminada a sessão o presidente, que já sentira falta de seu único jornalista, desceu a escada seguido por um séqüito de políticos deparando-se com José no segundo sono.Tião foi até ele, o sacodiu e disse : “Irecê, acorda. Que porra é esta?” José que nunca perdia a chave respondeu : “Porra Tião, o brasileiro não tem mais nem o direito de descansar um pouco.” O DO não foi privado de matéria sobre a visita da comissão.


segunda-feira, 11 de maio de 2009

Onde o menino foi parar





Nestor Nestogêneo um belo dia está chegando em casa e por outra porta vai saindo Yan, seu belo e único filho, de mala e cuia. Era véspera de Semana Santa. “”Vai pra onde Yan?”
Pra Ilha meu pai
Pra casa de quem?
Da namorada de Vitor. Meu pai, por sinal ela é filha do irmão de uma amiga sua.
Quem?
Maria Creuza, Quesinha.
Mundo pequeno. Ai estão eles, batendo um dominó na varanda da mansão. Ele and the girl friend ao centro, Tia Mé à esquerda e Maguinho na direita.

sábado, 9 de maio de 2009

Sabedoria do poeta



Fernando Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888 - Lisboa, 30 de Novembro de 1935)




"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,


mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.


E que posso evitar que ela vá a falência.


Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise..


Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas ese tornar um autor da própria história.


É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrarum oásis no recôndito da sua alma.


É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.


Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.É saber falar de si mesmo.


É ter coragem para ouvir um 'não'.


É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.



Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo... "

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Tá pensando o que?


Não é só o Justus, a Ana Maria Braga, a Angélica ou o Barrichello. Maria Creuza Rodrigues de Miranda também tem a sua Ilha de Caras. Ei-la num flagrante, enquanto curtia uma rebordosa na paradisíaca Berlinque, onde em sociedade com o irmão Jorge Eduardo, é proprietária da bela barraca de praia "Maré do Sertão". Para os amigos, o apoio de uma mansão de sete quartos, cinco banheiros, quatro varandas num terreno de 2 mil metros quadrados a poucos metros das águas tranquilas e amornadas pelos arrecifes da Ilha de Itaparica.

Tempo difícil



Fala sério, esse tempo chuvoso tem provocado um verdadeiro caos urbano, sem contar os inúmeros estragos principalmente nos lugares mais carentes. Se tem atrapalhado o nosso cotidiano andar por essa cidade de papel, para o comércio os prejuízos são gritantes, sobretudo nesse tempo de crise. Um dos segmentos do pequeno comércio que tem sentido bastante os efeitos da chuva é o de salão de beleza, e disso eu sei bem.

Com chuva o tempo todo, o mulherio some dos salões. Mas se isso não bastasse, a falta de energia elétrica, a pane nas linhas telefônicas e até a falta de água agravam a situação de muitos. Uma irmã minha que tem salão no Itaigara penou por três dias seguidos com as repetidas faltas de energia. Outra irmã com salão na Avenida Sete também tem enfrentado um tempo difícil e as outras duas com salões nos bairros de Nazaré e Brotas buscam superar o sufoco, que só é amenizado pela presença assídua das clientes antigas que preferem até perder o marido do que o cabeleireiro. Essas, claro, não dão ousadia nem para São Pedro. Eu também não.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Via celular

No celular, Nivaldinho nota o tom de aflição e medo da mulher que pergunta: "onde você está?". O marido: "no quarto aqui ao lado".

O motivo do pavor: ela ouvira um barulho estranho vindo da sala. Mas ao ouvir o relato do colega, Mocofaia, maldoso que só ele, sai logo questionando: "E é assim, via telefone é? E se der vontade de dar uma e o celular falhar?"

Quem será? Um doce para quem adivinhar


terça-feira, 5 de maio de 2009

Chegou o dia da caça

Dos dramas da vida, tem sempre quem tire humor. Ainda bem!



segunda-feira, 4 de maio de 2009

Provocaçãozinha

Final do primeiro tempo, o telefone toca. Atendo e ouço apenas um grito: “Bahêêêêêêêaaaaaaaa!”. É Marina, sobrinha desaforada querendo tirar sarro. Afinal, o Bahia tá botando 2x0 no Vitorinha.

Dou risadas, pois não sou essa torcedora toda e acho muito engraçado como a torcida se comporta. Principalmente a do Bahia, mais presepeira e exagerada (desculpe a redundância).

A provocação da sobrinha na verdade é dirigida a Sinval, Vitória desde menino, mas um torcedor light, sem muito stress.

Final do jogo, retorno a ligação e dou uma de João sem braço: “Nina, qual foi o resultado? Quem é mesmo o campeão?”kkkkkkkkkkkkkkkk ( provoco). “O Bahia é sempre o campeão. Só não levou essa” (disfarça a sobrinha, sem deixar de dizer uns impropérios).

Confirmada a regra: quem ri por último, ri melhor.

Sai de baixo!

Anos 60, enquanto os EUA impiedosamente atacavam com bombas o Vietnã, a juventude saía às ruas para revolucionar o Mundo. Cabeludos exclamavam “peace and love”. A televisão se modernizava e as notícias corriam os quatro cantos do planeta através das ondas de rádio.
Na distante e pacata Brumado, oeste baiano, um menino véio amarelo e barrigudo, era bombardeado por uma carga de furúnculos pelo corpo franzino e já sem sangue que prestasse. Seu sobrenome era Soares, seu nome Lauro.
“Impistiado” que só a peste, lá foi ele arrastado para a Sandu por sua pobre mãe. Rapou 80 por cento da enorme cabeça. Só de cabelo foi mais de quilo. De creca tirou mais de 20. Só de pus meio litro. Manteiga de garrafa.
Saiu de lá zambeta, fraco e desorientado. Feio que doía. Pintado de violeta de genciana. Mas sequer foi notado pelas senhoras que vinham apressadamente pelo meio da rua : “Socorro....os americanos estão bombardeando Brumado ...! Por sobre uma fileira de casas no final da rua via-se uma coluna de fumaça preta.
Era feio e minguado, mas era valente. Foi pra casa e arquitetou a vingança com a turma.
Na noite seguinte, destelhou várias casas de uma vila onde moravam americanos empregados de uma mina local. Foi um verdadeiro bombardeio no ventilador. Daí surgiu a conhecida expressão.
A fumaça vista decorreu do incêndio na bomba de querosene de um posto local.
Este era Lauro, o Soares preferido do companheiro Jadson.

sábado, 2 de maio de 2009

O “cara” taí


Ferrenho opositor de Lula desde os tempos em que o “cara” era sindicalista, o “companheiro” Zacarias nunca negou sua simpatia pela ditadura e todos os partidos direitistas que ela gerou. FHC era um primor, forjado na Sourbonne, coisa chique que o Brasil não merecia, dizia ele.


Pequeno empresário, prestador de serviço da Petrobras, Zacarias manteve sua cruzada anti-lulista para orgulho e glória dele e de quase todos os freqüentadores do boteco de Davi.

Irritava...

Lula em segundo mandado, lá vai Zacarias desfilando seu rozário anti-lulês: “Lula fudeu o Brasil. Pobre hoje tem tevê de 42 polegadas, de plasma, geladeira fross-free, plano de saúde, uma sacanagem total”, brada ele com veemência. “Minha empregada, uma favelada, comprou uma televisão LCD, tela plana, que acabou deixando lá em casa para não levarem. A minha é uma tevê comum, assisto tudo na tela dela. É tudo culpa do Lula. Imagine que pobre hoje não anda a pé nem de jegue, é de moto, por isso tá essa loucura na rua”, brada o cara.

Agora, quando perguntado se votaria em Lula, ele torce o beiço, franze a testa, faz cara de nojo, mas admite: votaria sim. É de morrer de rir.

Arquivo do blog