Quem somos

Quem somos
O blog de Joana D'Arck e pilheiros

terça-feira, 12 de maio de 2009

Direitos do trabalhador


Comissão de Justiça e Direitos Humanos da AL visitava Vitória da Conquista, onde entre outros compromissos teria uma reunião na Câmara de Vereadores. Presidia a Egrégia Casa Sebastião Castro, nativo do Planalto da Conquista que resolvera acompanhar a delegação.Entre outras figuras, compunham o grupo o deputado governista Eujácio Simões e seu fiel escudeiro Maguila. Foi designado para cobrir a comissão o velho e ordinário José Rodrigues de Miranda, Irecê. Como sempre a viajem foi uma comédia.Na tarde e noite anteriores à audiência na Câmara, Irepinga, Eujácio e outros sentaram praça num boteco da cidade. Uma longa jornada que terminou tarde da noite. Único jornalista para cobrir a audiência, Irecê acordou com uma ressaca monstro. Logo tomou uma providência : outra por cima para equilibrar a pressão.Cheio de sono, chegou na Câmara atrasado, com a reunião começada, subiu ao primeiro andar, deu uma olhada e voltou ao térreo, onde na entrada havia um banco de madeira.
Por lá ficou, dormindo em posição de castanha com as mãos entrelaçadas entre os joelhos e a cabeça sobre a velha agenda. Terminada a sessão o presidente, que já sentira falta de seu único jornalista, desceu a escada seguido por um séqüito de políticos deparando-se com José no segundo sono.Tião foi até ele, o sacodiu e disse : “Irecê, acorda. Que porra é esta?” José que nunca perdia a chave respondeu : “Porra Tião, o brasileiro não tem mais nem o direito de descansar um pouco.” O DO não foi privado de matéria sobre a visita da comissão.

5 comentários:

Joana D'Arck disse...

Falando em Sebastião Castro, consta que numa certa feita ele fazia farra com Eujácio e cia e exagerou na dose. Tanto que foi mijar no muro próximo e quando terminou balançou o cinto da calça. É o que se contava na Ascom.

Mônica Bichara disse...

Essa história do cinto de Tião é hilária mesmo, JÔ. Quanto a Irepinga os causos dão um livro divertido. Vamos guardando e quem sabe um dia juntar tudo isso nas memórias de Irecê. O cara era um núúúúúúmero!

Joana D'Arck disse...

Sabe que já pensei nisso também? Quem sabe não rende um livro legal e bem humorado sobre Irecê? É uma proposta interessante, mas vamos pra frente, pra não inibir o nosso contador de causos de Irepinga. Mais adiante a gente vê isso, não acha, Moniqueta?

Pollyanna R. Barreto disse...

Que bom que alguém resolveu imortalizar as hilárias histórias de José. Quero saber mais!

Mônica Bichara disse...

Pois é, Poly! Falando de Irecê, história hilária é o que não vai faltar. E vc, Cremilda, Ana Paula, Manuela, Cora, Júlia/Chucupita ("se papai for, papai vai, viu papai?"), parentes e aderentes têm muito o que lembrar. O difícil vai ser colocar um ponto final. beijos

Arquivo do blog