Quem somos

Quem somos
O blog de Joana D'Arck e pilheiros

quinta-feira, 14 de maio de 2009

A noite do neném



Em débito altíssimo por não ter explicado onde e como passou uma noitada fora de casa, Zé Sinval se virava para me fazer esquecer a grande dívida e foi aí que começamos a beber todas as cervejas com alguns bons e velhos amigos.

Nem sei como e de quem surgiu a ideia de seguirmos dali imediatamente para o Jorro, a 260 km de Salvador. Coisa de bebum. Todos toparam e recorremos ao dono do bar para um empréstimo, até porque os bancos eletrônicos ainda não eram tão comuns.

Resolvida a questão financeira, saímos do Chame-Chame direto para o Saygon, bar situado nos Pernambués, onde estava tocando Fred Menendez, o velho amigo e ídolo de Araca. Não sei até hoje porque, mas a carteira de Zé Sinval estava com Araca. Dali, pegamos a estrada, altíssimos e cantantes, e paramos para o pernoite em Feira, no Hotel Senador, onde Irepinga ficou só num apartamento, mas dormiu debaixo da cama.

Chegando no Jorro, ficou decidido: cada dia Irecê dormiria no quarto de um dos casais. Na primeira manhã seguinte ele disparou: “Não deixei ninguém fazer neném”. Na noite seguinte, o outro casal se armou com um arsenal de cervejas e ele dormiu feito neném. Uma comédia!

Vale-transporte
Na praça do Jorro, tomando outras geladas, Irepinga pragueja: “quero que alguém me explique o que eu vim fazer aqui” (risos). De vez em quando repetia isso e pedia: “Alguém tem aí ao menos um vale-transporte para me dar?” (mais risos). O cara era mesmo um grande companheiro, divertidíssimo.

7 comentários:

Mônica Bichara disse...

O melhor da estória, Jô, vc não contou: nossa entrada, de braços dados, no Saygon, "duas Ladys". kkkkkkkkkkkkkkkk
E o mandú, vai dormir com quem? kkkkkkkkkkkkkkkk
Ah! E Pinga ainda encantou um tocador de teclado que tocava Borbulhas de Amor. Credo! "Coisa mais linda do mundo" kkkkk
Não era mesmo o dia dele.

Arapinga disse...

O Saygon era lugar de "lébisca", hoje GLS, e vocês não sabiam.

deta disse...

Esse povo agora só vive mesmo de reminiscência. Tá ficando mesmo véio.

Joana D'Arck disse...

Pois é moniquinha, deixei uns detalhes desta história para render nos comentários. Quem me lembrou esse momento hilário foi o seu comentário sobre a pérola de Irepinga ("Se papai, for, papai vai"), ligando para Júlia. E as nossas mentiras para justificar mais um dia no Jorro, em pleno dia útil, lembra? kkkkkkkk... Deta, você tem razão, quando comecei a lembrar esse caso caí na real: tô véia. Ainda bem. E fique na sua também minha senhora, que eu tenho um montão de loucuras nossas para contar. Lembrar os bons momentos é revivê-los. Araca, esclareça de uma vez esse enigma da carteira de Sinval. Por que ela foi parar na sua mão?

Arapinga disse...

Eu peguei pensando que era minha

Mônica Bichara disse...

Colé, Deta? Vou contar o forró que fomos juntas, na Paralela, no fusquinha, que voltamos de manhã com os pés cinza de tanto arrasta-pé, direto para a padaria tomar café. Cê tb tá véia, minha filha. Como disse JÔ, graças a Deus - só não fica véio quem morre cedo.
Araka, quer dizer que as "ladys" desfilaram de braços dados num bar de "lébisca"? kkkkkkkkkkkkkk
Eu e Pinga, não sei qual dos 2 era pior no telefone, ele com Júlia e eu com Clara : "Jorro é no Brasil, minha filha, amanhã mamãe volta". kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

deta disse...

Monica, fique na sua, não comece não...
Bj.

Arquivo do blog