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O blog de Joana D'Arck e pilheiros

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Buemba! buemba!

"Michael Jackson não foi cremado. Foi reciclado pela fábrica de legos"

(Zé Simão, na Band News)

5 comentários:

simoaborba disse...

Aproveitando a oportunidade... O que foi aquele enterro, ou melhor showterro, ou melhor ainda show de terror... Uma espetacularização da mediocridade humana, vc endeusar um cara que tinha várias esquisiteces, entre elas um gosto exagerado por criancinhas, álém da total negação das suas origens, só podia ser coisa de americano...rsrsr.

Joana D'Arck disse...

Foi realmente o show de terror, mas acho que não pelas esquisitices do astro, que teve seus méritos pela arte, não pela vida que levou, de negação de si mesmo. Um grande artista sem dúvida, devorado por uma personalidade eternamente conflituosa e, por isso mesmo esquisita, creio eu, que não sou psicóloga nem nada. A esquisitice maior foi mesmo protagonizada pela família dele, pela falta de expressão de dor comum aos que perdem seus entes queridos. O “showterro” ficou com a cara de puro interesse de uma família mercenária que quer tirar proveito de tudo. Um nojo.

deta disse...

É isso aí Joaninha, esse comportamento da família só demonstra o que ele deve ter sofrido, quando ainda criança. justifica a suas esquisitices.
De louco todos temos um pouco. Ainda bem. O que seria desse mundo sem uma loucurazinha? EU ACHO QUE SERIA UMA CHATICE.
Tou curtindo um friozinho gostoso.
Bj, Deta

Arapinga disse...

Achei o "velório" normal. Já participei de um aqui na Bahia até com mais gente, música e manifestações de saudade. Não tão rico. Foi o desfile de trios elétricos que conduziram o corpo do velho Osmar Macedo pelas ruas de Salvador, do Campo Grande até o cemitério. No caso de Maico, não acho que foi espetacularização dos promotores. Sim da mídia.

simoaborba disse...

De fato a palavra velório se aplica melhor, mas eu não podia perder o trocadilho...rs. Quanto a comparação, não questiono o tipo de manifestação (que por sinal fica muito melhor com uma musiquinha), mas o homenageado em si.

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