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O blog de Joana D'Arck e pilheiros

domingo, 27 de setembro de 2009

Domingo no parque

Jadson Oliveira

De Assunção (Paraguai) –
Tomo emprestado o título aí do nosso Gilberto Gil para mostrar umas fotos de um passeio, no domingo, dia 20, pelo Parque Ñu Guasu (nome em guarani, que significa em espanhol e em português Campo Grande). Estava em companhia de dois jovens asuncenos, novos conhecidos/amigos da terra guarani: Francisco Benítez e Claudio Alvarez, ambos de 18 anos e se preparando para o vestibular. Querem ser periodistas (jornalistas), uma boa razão para aparecerem aqui no Pilha Pura.

Fizemos uma boa caminhada compartilhando o tererê, o “chimarrão” dos paraguaios, um hábito arraigado por aqui. Todo mundo sai a passear sobraçando a vasilha com água gelada, a “guampa” com a erva e a “bombilla”, que vai de boca em boca numa boa (mesmo nesses tempos de gripe suína). No meio da trilha nos juntamos com duas “chicas”, as primas Nila e Rocío Acosta. Disse: “Vamos tirar umas fotos com as garotas, pra não parecer que só ando aqui com garotões, programa típico de coroa viado”. No final, fomos comer pizza no Shopping del Sol, com umas cervejinhas e eu, pra variar, também uns uísques.

O Parque Ñu Guasu é o maior daqui, uma área verde de 25 hectares, nas proximidades do Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, no município vizinho de Luque (região metropolitana de Assunção). Tem pistas para caminhada e bicicleta, áreas de esportes, ginástica. parque infantil, lago, etc, etc. Caminhamos por uma parte mais tranqüila, mas havia uma área cheia de gente, especialmente porque estava se comemorando a chegada da Primavera, o Dia da Juventude, 21 de setembro, que seria no dia seguinte, segunda-feira.


A pilha paraguaia

O companheiro Rui Baiano, morando ultimamente em Ananindeua (região metropolitana de Belém, Pará), ao saber que estou em Assunção, me alertou: "Cuidado com o uísque paraguaio!" Pois é, o uísque não sei, mas já caí no conto da pilha paraguaia.


Comprei dois pares (quatro) na mão do camelô, baratinho, baratinho, por 8.000 guaranis (quase 4 reais), daquela média (AA), alcalina. Antes, vinha comprando um par (duas) por 10.000 guaranis. É pra minha maquininha fotográfica digital. Comprei e fui fazer a cobertura da manifestação dos sem-teto. Quando liguei a maquininha, nada, na tela o aviso: trocar bateria. "Porra, é o famoso produto paraguaio, perdi 8.000 guaranis", pensei e corri em busca de uma loja pra comprar outra.

3 comentários:

Joana D'Arck disse...

Hum... esse Jadson! Agora anda assim acompanhado da meninada e ainda tira onda com com essa "bombila"kkkkkkkkk...Velho, volte pra cá, venha procurar sua turma!

Joana D'Arck disse...

Sobre a pilha falsa, me lembro quando estive aí na fronteira e fui a Porto Strossner (hoje Cidade do Leste) com a minha mãe, isso foi lá para o final dos anos 80. Até o cigarro que comprei era falso. Por baixo do selo Hollyoowd tinha um pedaço de papel de presente que também era falso. O gosto do cigarro é estranhíssimo.

André Avelino disse...

Mas que ironia: pilha falsa no Pilha Pura!

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