Quem somos

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O blog de Joana D'Arck e pilheiros

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O NÃO ADEUS A RICARDO SERRANO

O texto abaixo é de autoria de Diltão, da confraria do Bar de Bahia, que expressou tão bem o sentimento dos amigos de Ricardo Serrano.

Nosso amigo Ricardo Serrano saiu à francesa. Não deu aviso prévio, não quis incomodar sua tribo com despedidas ou ritos sociais chatos, apenas caiu fora, deixando no vácuo a expectativa de quando seria o nosso próximo encontro.

Ricardo agora ficará povoando nossa memória para sempre, compartilhando conosco seu espírito de anjo boêmio, presente em cada acorde de violão que sustente melodias de Chico Buarque, em cada som automotivo de porta de boteco que execute Beatles, em cada música de Caetano Veloso, seu tropicalista predileto, que nos entre pelos ouvidos naqueles momentos especiais das nossas vidas.

Como se diz por aí, Ricardo era “casa cheia”. Imperdível, inteligente, divertido, leal, cúmplice, amoroso e outros adjetivos que nunca chegarão à altura da descrição exata da sua forma de ser. Era sempre bom encontrar com ele no Boteco de Bahia, subindo ou descendo a pé a Rua Alagoinhas, no Banco, seu ambiente de trabalho, ou lá no Pelourinho, onde foi uma figura ímpar do Rio Vermelho adotada por alguns malucos beleza locais.

Figura da noite tanto quanto do dia, Ricardo foi nosso correspondente nas performances ao vivo de Chico Buarque e Paul McCartney pelo Brasil afora, cujos shows ele não perdia e nos trazia as pitorescas notícias das viagens, como daquela vez em que um motorista de taxi de Recife emprestou grana para ele comprar o ingresso do espetáculo de Paul, que ele já havia visto na noite anterior, mas porque perdeu o voo de volta para Salvador ficou em Recife, e resolveu rever o ídolo em cima da hora, sem a imediata cobertura financeira para concretizar o desejo. Dia seguinte o taxista foi ao hotel, e além de receber o valor devido, foi agraciado com um brinde, uma camisa para os passeios de domingo, ato que selou a nova amizade entre o cliente eventual e o fornecedor inusitado. Essa história só poderia acontecer com Ricardo, astral como esse não se encontra em qualquer esquina.

Tive o privilégio de ver Ricardo ao violão, e Olivinha, sua companheira, soltando a voz em belas canções em farras que fizemos juntos; de tocar e cantar com ele músicas de Caymmi pela madrugada no Pelô; de acompanhar os resultados em geral folclóricos, mas nem sempre bem aceitos pelos mais conservadores, de suas escapadas etílicas com o eterno companheiro Lucas; de em alguns momentos me sentir plenamente integrado à sua tradicional turma do Rio Vermelho, ao lado de Chiquita, Ernestão e outros mais chegados, quando ele abria a porta de sua casa, e nos recebia na sequência das festas iniciadas nos botecos de sempre.

Privilégio marcante foi também ter participado dos festejos das bodas do seu casamento com Olivinha, ainda hoje ainda me soa na lembrança a música que embalou o ápice do encontro, a emblemática “Eu Sei que Vou te Amar”, divinamente executada no sax do nosso amigo Luciano. Privilégio mesmo foi ter sido querido por Ricardo, ter feito parte do rol daqueles de quem ele gostava explicitamente, fazendo questão de tornar público seu sentimento sempre que lhe dava vontade. Mas todos esses privilégios, evidentemente não foram só meus. Apenas ponho no papel algo vivenciado pelos seus amigos próximos, na vã tentativa de ocupar o vazio que toma conta de todos nós neste momento.

Ricardo nunca foi de esperar pelo dia seguinte. Contrapondo a máxima de Nelson Rodrigues, Serrano foi a unanimidade que deu certo. Sua passagem por aqui foi intensa e bem vivida, dedicada prazerosamente à sua companheira Olívia e à filha Bebel, seu único rebento e orgulho de pai coruja. Ele distribuiu fartamente seu amor ao próximo, missão em geral afeita aos espíritos libertos, no caso dele o tal do anjo boêmio que deu liga à nossa confraria, e nos ensinou que o direito à alegria deve ser reivindicação prioritária na pauta de negociações que fazemos cotidianamente com os deuses que administram a disponibilidade do nosso tempo neste planeta. Assim como ele não parou para nos dar adeus, também não devemos ficar muito preocupados com despedidas incompatíveis com sua energia pura. O que não podemos esquecer é que nós não escolhemos os nossos anjos companheiros. São eles que nos escolhem. Que bom que fomos escolhidos por Ricardo.

Dilton
Salvador, 22/10/2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Índios Guaranis Caiovás pedem à Justiça Federal: "Decretem nossa morte coletiva"

Impressionante a posição assumida por um grupo de 170 indígenas Guaranis Caiovás (50 homens, 50 mulheres e 70 crianças), que vive à beira de um rio no município de Iguatemi, no Mato Grosso do Sul, cercados por pistoleiros. Em 8 de outubro eles ditaram ao conselho Aty Guasu (assembleia dos Guaranis Caiovás), após receberem a notícia de que a Justiça Federal decretou sua expulsão da terra, carta onde deixam claro:

"Pedimos ao Governo e à Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas decretar nossa morte coletiva e enterrar nós todos aqui. Pedimos, de uma vez por todas, para decretar nossa extinção/dizimação total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para jogar e enterrar nossos corpos. Este é o nosso pedido aos juízes federais".

Vejam a íntegra da matéria assinada pela jornalista Eliane Brum na Revista Época e o comentário de Bob Fernandes sobre o assunto. E subscreva, se concordar, o abaixo-assinado contra a expulsão.

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/eliane-brum/noticia/2012/10/decretem-nossa-extincao-e-nos-enterrem-aqui.html


http://www.youtube.com/watch?v=NlPEZ3qKp1s

http://humanitasdhecidadania.blogspot.com.br/2012/10/declaracao-de-morte-coletiva-feita-por.html

http://www.avaaz.org/po/petition/VAMOS_IMPEDIR_O_SUICIDIO_COLETIVO_DOS_INDIOS_GuaraniKaiowa/?fbJIcdb&pv=9

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

O Rio Vermelho não é mais o mesmo sem Ricardo Serrano

Olivinha encerrou a sua homenagem ao se despedir do marido, o seu grande amor e pai da sua filha, Bebel, na tarde de hoje (22), no cemitério Jardim da Saudade. "Posso afirmar de forma taxativa: o Rio Vermelho não será mais o mesmo sem Ricardo". E não será mesmo, Olivinha, porque o bairro perdeu um dos seus mais queridos moradores.
 Ricardo Serrano boêmio,  amigo, tocador de violão, amante da música de Chico Buarque e Caetano Veloso, o fã  apaixonado dos Beatles, o torcedor doente do Bahia, o contador de causos engraçados, muito dos quais ele próprio era o protagonista (publicamos alguns aqui no Pilha), era uma figura leve, incapaz de se alterar nas rodas de conversa com amigos, por mais polêmico que fosse o assunto na "Faixa de Gaza" do Bar de Bahia, onde se reúnem amigos de todos os credos, posições políticas e de diferentes torcidas de futebol.
 Pela leveza de Ricardo - que estava na ativa no Banco do Brasil onde era funcionário de carreira, mas não se mostrava estressado, praticava exercícios físicos e não apresentava problemas de saúde - a sua súbita e precoce partida, ao 54 anos,  deixou a família e todos os que tiveram a oportunidade de conviver com ele em estado de choque. Ninguém acreditava e ainda agora estamos sem entender. Em questão de minutos, a notícia de sua partida, no final da tarde de domingo, correu no bairro e rapidamente os frequentadores de Bahia começaram a chegar no bar, todos atônitos, incrédulos, querendo se certificar uns com os outros, querendo entender o porque do infarto fulminante que levou o amigo.
 Na cerimônia de despedida, a emoção tomou conta de todos quando Olivinha  se despediu de Ricardo, como também quando foi feita a leitura do texto de Dilton, falando das inúmeras qualidades e da forma doce de viver deste boêmio tão marcante na vida de todos que o conheceram.

 "Causos" de Ricardo publicados aqui:
A rabada do bebum
Antenado com a Copa
"A cidade é meu bar, meu bar é a cidade"

domingo, 21 de outubro de 2012

Vai ser do contra assim lá na Argentina!

De Daniel Paz & Rudy, na capa do jornal argentino Página/12, edição de 20/10/2012

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

O milho dá "cachapa", "arepa", cuscuz...


Olha aí a "cachapa": bolo de uma massa grossa de milho assado na hora na chapa quente (redondo, veja três aí na foto), com um pedaço de queijo branco e um pouco de presunto. Uma beleza e mais barato que um almoço. Aqui em Caracas costumo comer uma metade e guardar a outra para mais tarde. É coisa típica daqui e mais um derivado gostoso do milho (sou chegado ao milho, inclusive pra todo lugar que viajo carrego sempre um cuscuzeiro pequeno e também um estoque mais ou menos calculado de massa para cuscuz).

Outro troço daqui, do milho, é a "arepa", creio que pode ser considerada o acepipe nacional. É muito mais consumida do que a "cachapa". Na verdade, é consumidíssima pelos venezuelanos: no café da manhã, servindo de entrada no almoço e substituindo o pão na sopa. Não gosto muito: leva muita farinha de trigo, não tem sabor de milho. Mas como, na realidade eu como tudo (ou quase tudo).

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Pesquisa confirma o que se comenta: franceses não gostam de tomar banho



Tampouco são muito chegados ao saudável hábito de lavar as mãos
Traduzido do portal venezuelano Aporrea.org, de 17/10/2012
Uma de cada 29 pessoas na França toma banho uma vez por semana, segundo revela uma nova pesquisa.
O estudo dos hábitos de higiene corporal dos franceses também constatou que um de cada cinco não toma banho todos os dias.

No outro extremo da escala, há 11,5% de homens e mulheres franceses que se banham várias vezes por dia.

Lavar as mãos, tampouco, é "uma prioridade para os franceses", disse o instituto BVA, que foi encarregado de fazer a pesquisa encomendada pela empresa fabricante de produtos higiênicos Tork.

Uma oitava parte dos pesquisados disse que não se importa em lavar as mãos depois de ir ao sanitário e 45% admitiu que não lava as mãos depois de usar o transporte público, apesar de 54% acreditar que os ônibus e trens são "os ambientes mais sujos que há na vida diária".

Um em cada cinco disse que não lavava as mãos antes de sentar-se para comer.

Mais detalhes: 18% dos franceses se banham uma vez por semana e 61% diz que não se banha com frequência.

Os franceses são mais conscientes da higiene quando estão cozinhando - 86,6% disse que sempre lava as mãos antes de preparar os alimentos.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Jadson Oliveira Evidentemente em evidência

"Chávez sempre diz, na sua oratória arrebatada,
que faz o povo venezuelano delirar,
que “Chávez não sou eu, é um povo”

O blog Ananindeuadebates entrevistou o nosso pilheiro  correspondente internacional Jadson Oliveira.

"Desde que se aposentou, em 2007, já passou temporadas, pela ordem, em Cuba, Venezuela, Paraguai, Bolívia, Trinidad e Tobago (Caribe) e Argentina. Agora novamente Venezuela e em novembro estará em Cuba outra vez. No Brasil, passou uns tempos em Manaus, Belém/Ananindeua (quando do Fórum Social Mundial, em 2009), Curitiba e São Paulo. Sempre postando – desde que chegou pela primeira vez em Caracas em março/2008 - no blog Evidentemente, nome criado pela amiga e colega Joana D’Arck, que não só inventou o nome, mas o próprio blog". Veja a entrevista
 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Fela Day, Fela Week, Fela Forever


 
Aniversário do artista nigeriano Fela Kuti ganha semana comemorativa  em Salvador, de 15 a 21 de outubro
               
                Realizado anualmente em vários países, o Fela Day marca as comemorações pelo nascimento do músico e ativista nigeriano Fela Kuti (1938-1997), em 15 de outubro.  Em Salvador, vários projetos culturais se juntam numa semana de atividades com diferentes ações, mas que têm um objetivo em comum:  promover um grande reencontro com a imagem forte, a música envolvente e com as idéias revolucionárias do pai do afrobeat.
                A programação começa nesta segunda, com o projeto Qual é a da Noite?, que apresenta peças teatrais de temática negra no Sankofa African Bar, no Pelourinho, a partir das 19h. Na ocasião, será reapresentada a peça CÂNCER, do Grupo Ditirambos, que  conta a história de uma conflituosa relação entre um proprietário e seu inquilino. Em cena Du Vado Jr., Jean Pedro e Vinícius Carmezim. Bertho Filho assina texto e direção. Antes da peça, será exibido o dcoumentário Fela Kuti: A Música é a Arma (53'), dos diretores Stéphane Tchal-Gadgieff e Jean Jacques Flori. Após a peça, quem comanda a noite é o Sistema KALAKUTA, com um muito afrobeat, numa homenagem ao músico e ativista nigeriano.
                Amanhã,  o evento ganha a rua, na tradicional roda  de break da Praça da Sé, comandada pelo grupo Independente de Rua . Diante os painéis grafitados nos Fela Days de 2009 e 2010 e embalados pela batida do afrobeat, dançarinos se alternam na roda, que terá microfone aberto para improvisadores do hip hop, ou seja,  do rap free-style, desenvolverem suas rimas na hora. Durante a noite, o grafiteiro Lee27 fará um dos 4 painéis temáticos que comporão uma mini-exposição a ser inaugurada na sexta, durante a Festa Afrobeat . 
                O Sarau Bem Black, que acontece às quartas, também no Sankofa, dá seguimento à programação. Fela Kuti é o tema central da noite, com muita música e poesia tematizando  questões da negritude. Na abertura da noite, será reexibido o filme Fela Kuti: A Música é a Arma. O DJ Joe, residente do projeto, promete uma sequência inesquecível  de músicas de  Fela Kuti - diretamente dos vinis!,  entre uma performance e outra. Do lado de fora do bar, o artista Finho empresta seu talento para a grafitagem do segundo painel temático.
                Temas como pan-africanismo, afrobeat, negritude e o próprio Fela Kuti estarão em pauta, quinta, num encontro entre os envolvidos nas atividades da semana, mas com entrada aberta aos demais interessados. A partir das 19h, acontece a terceira exibição de Fela Kuti: A Música é a Arma, seguida de pequenas falas e depoimentos dos realizadores dois projetos que integram o Fela Day. O grafiteiro Zezé Olukemi executa o terceiro painel.
                Nos dois últimos dias acontece a confraternização entre  realizadores, artistas, incentivadores, apoiadores e, logicamente, público em geral. Na sexta, acontece uma edição  especial da Festa Afrobeat, com o Sistema Kalakuta. Os DJs Sankofa, Dudoo Caribe, Riffs e Edbrass se revezam, tomando conta da pista numa sequência ininterrupta de afrobeat e gêneros afins. A festa conta também  com poetas e rappers que soltarão seus versos sob bases musicais, exibição de filmes e clipes e grafitagem ao vivo de Neuro, que pintará o quarto painel que comporá a mini-exposição no local.
                Finalizando essa sequência de homenagens a Fela Kuti, a cooperativa Rango Vegan une-se à Omosholá Artes Africanizadas para uma grande confraternização, domingo,  em torno da moda conceitual e da alimentação saudável. A tarde terá exibição de documentário, discotecagem, feira, desfile de roupas africanas e venda de produtos alimentícios da Rango Vegan, confeccionados sem nenhum ingrediente de origem animal. A Omoshalá também exibe suas roupas nos outros eventos da semana.


FICHA
Evento: Fela Day, Fela Week, Fela Forever
Quando: de 15 a 21 de outubro de 2012
Onde: Sankofa African Bar, Praça da Sé e Cooperativa Rango Vegan,


PROGRAMAÇÃO

:: Segunda (15/10), Sankofa African Bar, Pelourinho, 19h
Projeto Qual é a da  Noite?
Exibição de filme:  Fela Kuti: A Música é a Arma (53'),
dos diretores Stéphane Tchal-Gadgieff e Jean Jacques Flori.
Apresentação da peça: CÂNCER (Grupo Ditirambos)
Música: Sistema Kalakuta
Entrada: R$ 10,00 / Casadinha: 15,00

:: Terça (16/10), Praça da Sé, 19h
Roda de break com o grupo Independente de Rua
Especial com música afrobeat
Microfones abertos: rap free-style
Grafite ao vivo: Lee27
Entrada franca

:: Quarta (17/10), Sankofa African Bar, às 19h
Sarau Bem Black- Especial Fela Kuti
Exibição de filme:  Fela Kuti: A Música é a Arma
Música: Dj Joe - Especias Fela Kuti
Grafite ao vivo: Finho
Entrada franca

:: Quinta-feira (18/10), Sankofa African Bar, às 19h
Mini-palestras e bate-papo sobre Fela, afrobeat e o pan-africanismo
Exibição do doc: Fela Kuti: A Música é a Arma
Mini-palestras: Nelson Maca e Fábio Mandingo
Bate papo: integrantes dos projetos que compõe a semana
Música: Dj Sankofa - Especial afrobrat
Grafite ao vivo: Zezé Olukemi
Entrada franca

:: Sexta (19/10), Sankofa African Bar, 21h
Festa Afrobeat com Sistema Kalakuta
(Djs Dudoo Calibre, Edbrass, Riffs e Sankofa)
Exibição do doc: Fela Kuti: A Música é a Arma
Particpação: Poetas e Rappers
Grafite ao vivo: Neuro
MIni-exposição de grafite: Finho, Lee27, Neuro, Zezé Olukemi
Entrada: R$ 10,00

:: Domingo, 21/10, Cooperativa Rango Vegan, 15h
FelaVille? / Rango Vegan + Omosholá
Exposição, desfile e comerciaçialização de roupas africanizadas
Música afrobeat, Rap, Reggae, Exibição de curtas e Lanches
Mni-exposição de grafite: Finho, Lee27, Neuro e Zezé Olukemi
Entrada franca


Mais informações: Nelson Maca (9130-4618) / Edbrass (82402034) / Dayane (93300746)



Fela Kuti: Pai do Afrobeat
O feito que consagra Fela Kuti é a elaboração da música Afrobeat. Chegando ao auge nas décadas de setenta e oitenta, representa uma fusão da música tradicional da Nigéria com as inovações do Highlife de Ghana, além de ritmos cubanos e elementos do jazz. Tudo potencializado no encontro, pontual, com as guitarras e baixos da soul music norte-americana. Definitivamente, há um Fela antes e um depois de sua descoberta de James Brown, que chega em sua vida juntamente com Malcolm X. Daí resultou uma música de pegada brutal justaposta por letras de alta tensão política e racial. Fela afirmou que a politização profunda de sua música, sua descoberta da africanidade real, se deu quando morou nos EUA. A responsável por isso foi Sandra Smith Isidore, sua namorada então, que pertencia aos quadros do Black Panters. Foi ela quem primeiro questionou Fela sobre a importância do que falavam suas letras. Também apresentou a ele a auto-biografia de Malcolm X e a música de James Brown
As canções de Fela quebram totalmente as convenções tradicionais das músicas ocidentais e/ou “comercias”. Para se ter uma idéia, são músicas de 15, 20 minutos ou mais. Introduções longas, improvisações, repetições, chamamentos e respostas. O mais genial é a junção desses elementos em suas performances ao vivo, por se tratar de um instrumentista múltiplo, religioso praticante no palco e também um grande dançarino. Some-se a isso a competência de seus músicos juntamente com os coros e coreografias de suas esposas e não haverá limites conhecidos.

Documentário: Fela Kuti: A Música é a Arma
Documentário sobre Fela Anikulapo Kuti, dirigido, em 1982, por Stéphane Tchal-Gadgieff e Jean Jacques Flori, "Music Is The Weapon" revela detalhes sobre o artista e a história da música africana. O filme centra-se em declarações do nigeriano  que estabeleceu a relação explosiva entre a música tradicional africana, as novidades do higlife de Gana, os ritmos afro-cubanos e, destacadamente, a influência do jazz e da black   music. A soma deste lastro musical juntamente com a vivência de Fela Kuti com o Movimento Black Power e com o Panafricanismo estabelece a fusão primordial da experiência afrobeat: arte e ativismo revolucionários bem captados neste registro histórico incomparável.
Além da localização da genialidade de Fela Kuti, o documento apresenta imagens do cotidiano do artista, como sua propriedade, a República Kalakuta, e sua casa noturna, África Shrine - ambas declaradas territórios independentes dentro do país. O filme é uma mostra concreta do enfrentamento que faz o “Presidente Negro” ao seu conflitante e violento cotidiano da Nigéria nas décadas de 60 e 70, principalmente. Incrivelmente dançante, a música de Fela Kuti cresce magistralmente sua tensão nas performences ao vivo. Além de tocar vários instrumentos, acompanhado de incrível big band África 70 (depois Egito 80), e de um corpo de dançarinas formado por suas esposas, ele próprio era  cantor e dançarino. Enfim, além de sua expressão estética permeada por suas práticas religiosas e espirituais, o vídeo valoriza o pensamento político do artista mais revolucionário que a África .

Para rir muito com Los Catedrásticos






Quem ainda não viu, tem mais dois finais de semana (sexta,sábado e domingo) para curtir o grupo Los Catedrásticos – agora com produção da agência de entretenimento 8 Bisz –  em cartaz no Teatro Isba, em Ondina, com o espetáculo “Nova Mente”.  Com os atores Cyria Coentro, Jackson Costa, Maria Menezes e Ricardo Bittencourt, a peça dirigida por Paulo Dourado chega a sua terceira temporada, depois de ser vista por mais de 20 mil pessoas desde janeiro desse ano.  Os ingressos custam R$ 50 e R$ 25.

É pra morrer de rir ver esses atores interpretando as pérolas do pagode, axé, funk, samba e da MPB.  Tem ainda algumas pitadas hilárias capturadas no yotube e nas redes sociais.

 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Jornalista agredido via Twitter por dirigentes do Bahia e por Bocão




O jornalista esportivo de A Tarde, André Uzeda, foi agredido via Twitter por dirigentes do Bahia e pelo radialista Bocão. Vejam seu desabafo no Observatório da Imprensa. Um absurdo que precisa ser denunciado aos quatro cantos.

http://observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed715_agressoes_via_twitter

http://www.bahianoticias.com.br/principal/noticia/124220-jornalista-do-a-tarde-e-hostilizado-e-ameacado-por-assessores-de-marcelo-guimaraes-filho-e-ate-por-a.html

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Márcia Barros lança coletânea de poemas


Porta e Janela é o nome que leva a primeira coletânea de poemas da jornalista, arte-educadora e terapeuta baiana Márcia Barros, que será lançado nesta terça-feira (9), a partir das 18h, na Biblioteca Pública dos Barris.

Na cerimônia de lançamento da obra, que revela o espírito alegre da autora, haverá sessão de autógrafos e contará com a participação de músicos, artistas e poetas que prometem as melhores performances.

 Segundo a autora, o livro traz reflexões, fantasias, revelações e devaneios.  Sendo a primeira coletânea de seus despretensiosos escritos poéticos, onde a mesma, esquivando-se das críticas, cita nos versos do poema Escrevinhando: “Não escrevo para quem quer que seja... escrevo para mim mesma e entre palavras arranjadas, rimas tortas e desconexas, encontro saídas e caminhos, construindo novos ninhos”.

Impressões - “Jogos de palavras, contraposições, cores e movimentos marcam a poética de Márcia”, na análise de Regina Abreu, professora de Fonética e Fonologia Portuguesa e Língua Portuguesa na Univ.Nacional de Entre Ríos (Prov. de Entre Ríos) e na Universidad Nacional de Rosario (Província de Santa Fe) -ambas na Argentina. Ela utiliza muitos desses poemas em suas aulas, destacando ainda outros atributos na poesia de Márcia, tais como: “simplicidade voluntária, cadência, ritmo, claridade, limpidez, em um estilo simples e natural”, pois avalia que assim a autora “vai mostrando seu jeito de ver o mundo: essa realidade que a rodeia e que ela transforma em poesia sem idealismos falsos...”

O filófoso e mestre em estética, José Antônio Saja, apreciador das poesias do “Porta e janela” declara que, no livro, “temos a possibilidade de ver como é que nesta época, com todos os seus riscos, dispõe de um espaço por onde se pode derramar um outro olhar por sobre as coisas, por sobre as emoções(...) Sinal que nem tudo está perdido nesse caos social, onde ainda há pessoas que descobrem ou criam um “espaço para o poético”!

Conhecedora do trabalho poético de Márcia Barros, a jornalista Ângela Peroba chama a atenção para a leveza da obra, que abre porteiras, canais, cruza portais, trazendo em corredeiras, notícias alvissareiras. “Na sua bagagem como jornalista de formação, a poeta preenche a lacuna deixada pela mídia, trazendo boas notícias, fazendo a sua parte, um contraponto para depurar o inconsciente coletivo carregado de negatividade” E avalia que :”...a poeta transgride a lógica mundana e revelando o que não é visível aos olhos, deixa o transcendente brotar das suas entrelinhas”.

O convite sugere que abramos as porta e janelas da nossa sensibilidade para ler, com leveza, os poemas de PORTA e JANELA.

 Sobre Márcia Barros.

Márcia Cristina Silva Barros nasceu em 09 de outubro de 1961, em Salvador, sob o signo de Libra e desde a adolescência despertou para as artes da escrita e pintura, participando de festivais de poesia, nas escolas onde estudou: Sacramentinas e Instituto Social da Bahia.

De 1979 a 1982, cursou Jornalismo na Universidade Federal da Bahia, trabalhando por nove anos na assessoria da Corregedoria do Tribunal de Justiça da Bahia. Durante esse período, sem jamais abandonar a arte, realizou exposições de pintura individuais e coletivas em várias galerias.

Entre 1995 a 2000, voltou à Universidade Federal da Bahia, onde se graduou na Escola de Belas Artes, no curso de Licenciatura em Desenho e Artes Plásticas, expondo com os colegas em eventos universitários.

No ano de 1996 ,como sócio-fundadora do Jornal Líriom, colaborou para criar o primeiro tablóide holístico de Salvador, realizando reportagens voltadas para o bem-estar físico, mental e emocional, questões ambientalistas, terapias alternativas, bem como oráculos e naturopatias dentre outras ligadas ao tema para uma vida saudável.

 Em 2001, através de concurso público, tornou-se professora da Rede Estadual de ensino fundamental e médio, lecionando Artes Visuais também em escolas particulares. Neste mesmo ano, até 2004, fez um curso de pós-graduação na Universidade Católica do Salvador especializando-se em Arte-Terapia, atendendo, ainda hoje, em consultório particular.

Márcia Barros não se diz poeta, afirma apenas que escreve "como forma de extravasar sentimentos...", partilhando-os via emails na internet e no seu blogspot -"Poesia em tela" onde expõe também suas pinturas.

 Estimulada por amigos e leitores, em 2010 participou de um concurso nacional de poesia, classificando-se em segundo lugar, entre mais de 500 concorrentes, o que lhe conferiu a publicação do poema “Porta e janela", no livro Encantos do Brasil, editado pela Mádio Editora/SP.

 Recentemente foi convidada pelo departamento de fonética da Universidad de Rosario  da Argentina, onde seus poemas são usados em classes,  para ministrar workshop com o tema "Poesia: a palavra como instrumento terapêutico".

Serviço:

Lançamento: Livro Porta e Janela

Dia: 09 de outubro de 2012

Horário: a partir das 18:00 às 21:00h

Local: Biblioteca Pública dos Barris

            Rua General Labatut

Contato: Márcia Barros ( 71) – 9982-8302

 

90% dos votos totalizados: Chávez é reeleito

Chávez na gigantesca manifestação nas ruas de Cacaras, dia 4, no encerramento da campanha eleitoral (Foto: AVN)
Do blog Evidentemente:
 
De Caracas (Venezuela) - São 22:30 horas aqui neste domingo, dia 7 (meia-noite aí no Brasil). Acaba de passar por meu bairro, Montalbán, uma ruidosa caravana de carros e motos comemorando a segunda reeleição do presidente Hugo Chávez Frías, para o período de 2013 a 2019. Há uns 30 minutos pipocam fogos de artifício e bombas na capital venezuelana, desde que o Conselho Nacional Eleitoral (CNE, o nosso TSE) anunciou o primeiro boletim com a totalização de 90% dos votos. Conforme as regras já estabelecidas, o CNE só soltou o primeiro boletim depois que os números já demonstram uma tendência irreversível.

Chávez está com 54,42% dos votos e Henrique Capriles Radonski, seu principal opositor, com 44,97%. A presidenta do CNE, Tibisay Lucena, anunciou também um récorde de participação do eleitorado: 80,94%. Na última eleição presidencial, em 2006, houve o comparecimento de 74% dos eleitores. 

A diferença em torno de 10 pontos percentuais entre os dois principais concorrentes era a diferença mínima prevista pelas últimas pesquisas de opinião divulgadas (a divulgação deu-se até o dia 30/setembro, conforme as regras eleitorais daqui).

Ainda conforme as regras, na Venezuela não se divulga resultado de pesquisa de boca de urna e não há segundo turno. (Os números aqui divulgados estão baseados no noticiário da estatal Agência Venezuelana de Notícias/AVN).

domingo, 7 de outubro de 2012

Remédios jogados no lixo em Stella Maris



Há alguns meses observo curiosa o descarte de caixas de remédios na rua, na Alameda da Praia, em Stella Maris. Ontem tomei a iniciativa de fotografar dois desses montes e recolhi três caixas para comprovar se os
 medicamentos tb estavam ou se eram só embalagens. Mas são todas lacradas e com prazo de validade vencido. Um risco para catadores, crianças, animais....que vivem revirando os lixos. Acho que valia uma investigação pra saber quem está descartando esses remédios, com frequência p/q sempre tem caixas novas, de forma totalmente irregular. Além disso, a maldade de jogar no lixo em vez de doar para algum hospital, tipo o de Irmã Dulce, onde certamente ajudariam a salvar vidas. São medicamentos para pressão arterial, antibióticos...

sábado, 6 de outubro de 2012

Ibope confirma vitória de Pelegrino

Por Altamiro Borges, do Blog do Miro

A quinta pesquisa Ibope/TV Bahia, divulgada na noite deste sábado (6), confirma a impressionante virada na disputa pela prefeitura de Salvador. Contados apenas os votos válidos - excluindo os brancos/nulos e os eleitores indecisos - Nelson Pelegrino (PT) surge com 43% das intenções de voto. Já o demo ACM Neto, que durante boa parte da campanha ocupou a liderança e chegou a ser apontado como já eleito no primeiro turno, aparece com 37% dos votos válidos.
O Ibope prevê que haverá segundo turno, mas ainda é possível o petista vencer a parada já neste domingo. A militância de esquerda da Bahia está empolgada e promete intensa campanha nestas últimas horas. Já o líder do DEM está abatido, temendo uma nova derrota em disputas majoritárias. Prova do desespero, o "grampinho" só choramingou nesta semana decisiva. Criticou a Justiça Eleitoral, afirmou que era vítima de perseguição política e ainda partiu para a baixaria, posando de candidato ético. Pelo jeito, não colou!

Faustino não morreu!




Por iniciativa do colega Marcus Gusmão, o Bahia na Rede fez uma deliciosa entrevista coletiva, via facebook, da qual participei com uma pergunta, com o artista Miguel Cordeiro, "pai" do personagem Faustino, que despertou tanta atenção nos muros de Salvador (e de outras cidades tb) de 1979 a 1986. O resultado ficou muito bom, confiram.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Dia das crianças com Palhaços do Rio Vermelho

Amigos Palhaços
12 de outubro - Dia das Crianças!
Os Palhaços do Rio Vermelho após uma breve parada vão reiniciar os encontros, desta vez, com uma atividade destinada às CRIANÇAS. E para esta ação social, foi escolhida a Escola Municipal Hercília Moreira, proporcionando aos alunos acesso a atividade artística e cultural numa manhã alegre e divertida.
Para que fosse possível a realização do evento procuramos nossos Parceiros, e tudo começou a acontecer: o Teatro do SESI do Rio Vermelho nos cedeu a pauta, o grupo Cooperativa Baiana de Teatro e a Cia Dendê de Teatro abraçaram a causa com a exibição da peça infantil “ANACLETO o Porquinho Politicamente Correto” além de outros que preferiram nos ajudar com muito carinho e solidariedade.

No dia 12 de outubro, das 09:00 às 12:00h teremos várias atividades no Teatro, com a apresentação da peça, e na Varanda com distribuição de lanches, brincadeiras circenses, maquiagens, dança e principalmente a troca de amor e carinho com esses pequenos.

Em função do espaço físico do Teatro não poderemos abraçar todos Palhaçinhos, que cada vez estão mais presentes nos nossos desfiles. Aí pensamos... como incluí-los? Vamos convidá-los a nos ajudarem. Como? É simples, sabe aquele BRINQUEDO que já está esquecido no fundo da caixa, será muito bem vindo, os LIVRINHOS que já dormem nas prateleiras também, ROUPAS...enfim vamos dar uma olhada nas coisas que já não utilizamos e doar para outras crianças que com certeza vão receber com um brilho nos olhos e um sorriso de agradecimento, que nos fazem um bem ENORME! Neste espírito integramos os nossos Pequenos Palhaços, que já aprendem a ser solidários, com os novos Pequenos Palhaços da Escola Hercília Moreira nas atividades da VARANDA do SESI.

Esperamos contar com a participação de vocês e desde já agradecemos a todos que acreditam e ajudam na realização de mais este sonho dos Palhaços do Rio Vermelho.
Aguardem divulgação das nossas festas, vem muita coisa boa por aí!
Abraços.

Palhaços do Rio Vermelho



SERVIÇO:

Dia das crianças Palhaços do Rio Vermelho

Local: Teatro do SESI Rio Vermelho

Hora: das 9h as 12h

Data:12/10/2012

Atrações: Cooperativa Baiana de Teatro e Cia Dendê de Teatro e Recreação

Lei seca pra lá de rigorosa

É, disparado, o jornal mais lido do país: "Zero cana por 4 dias"
Do blog Evidentemente:
Viram aí a manchete da primeira página do Últimas Notícias da quarta-feira, dia 3? Pois é, esta é uma das medidas anunciadas pelo Plano República. Mas o jornal exagerou um pouco ("Zero cana por 4 dias", gostei do "caña"): não são exatamente quatro dias, são três: das 6 horas da tarde de sexta até o mesmo horário da segunda-feira. Na mesma quarta à noite, fui tomar umas e consultei o dono de um dos bares caraquenhos que frequento: "É pra valer?" Sim,
garantiu que estará fechado nos três dias.

A pergunta é pertinente para um baiano de "Salvador de Bahia", porque lá, na chamada "boa terra", tal proibição - apenas no dia da votação - é cascata pura. Me lembro um lance relatado por uma funcionária do TRE baiano (Tribunal Regional Eleitoral): em pleno corre-corre no dia da eleição, ela saiu de uma seção eleitoral e foi pegar o carro estacionado logo ali perto, ela e o motorista, para se deslocar a uma outra seção. Teve que pedir licença a um folgado bebedor que tinha botado seu copo de cerveja encima do carro. Veja bem: carro oficial do TRE.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Ator José de Abreu é processado por Gilmar Dantas



Quando entrevistei o ator global no Encontro de blogueiros (21/08/2012)
Mais uma do perseguidor dos jornalistas, agora contra o ator global, militante petista e blogueiro,  o Nilo da novela Avenida Brasil:  Gilmar Dantas  processa José de Abreu porque, no tuiter, chamou Gilmar Dantas de Gilmar Dantas ( blogs Conversa afiada e Portal de Luís Nassif).
 Nassif : " Zé de Abreu, foi notificado judicialmente pelo “ministro supremo” Gilmar Mendes, por causa de um tuite seu de junho p.p. relacionado com uma matéria da Carta Capital. É um absurdo esta perseguição à opinião, exatamente por aqueles que se arvoram como guardiões da liberdade de expressão e da Constituição. O paradoxo é que isto acontece na mesma semana que o MPF arquiva denúncia sobre a acusação do “supremo ministro” e empresário do ensino, feita ao ex-presidente Lula. Ele, Gilmar Mendes, pode acusar sem provas quem quiser, sem ser importunado, enquanto críticas a ele não são permitidas. O judiciário brasileiro, com seus “ilustres” ministros, dá ao país um espetáculo bisonho jamais visto antes".
 


Agora vejam só alguns dos mais de 200 comentários do Conversa Afiada.

HAMMER
Se eu fosse escrever o que eu penso deste mencionado sujeito pegaria 30 anos de prisão. Pois só sou mais um da classe alterada pelo Lula, meu querido presidente.
 
  • Sergio Lima de Oliveira
    O STF colocar o julgamento em época de eleição – pautado pela mídia – com ‘atrações exclusivas’ coincidindo com a última semana da campanha eleitoral é no mínimo ‘bizarro’.
     
  • luciano 2014? NÃO!
    Pior é que teremos que aguentar os chiliques desse mala até 2025.
    Haja saco!
  • Gilmar MENTEs perigosas !!
    Tudo como DANTAS no quartel de Mendes.
     
  • Marilourdes Trindade
    PH, causa indignação os podres poderes desta Res-pública fundada sem povo! PH, dê know-how de malemolência em processo aos representantes do Zé de Abreu. Nossa solidariedade ao grande ator e cidadão participativo na Política.
  • HENRIQUE
    O STJ se apequena diante da alguns ministros. Alguns ministros que tornam o STJ uma corte de exceção, onde divergir é proibido, onde opinar é proibido, onde indícios viram provas condenatórias, onde absolvem políticos de outros partidos que cometeram o mesmo tipo de delito, onde concedem HC escandalosamente para gente com prova suficiente para ir para a cadeia. A esta corte de exceção, com certeza, os prejudicados pedirão ajuda à corte internacional. Como pode o acusador votar e ainda querer exercer o poder de discordar de qualquer divergência de outra colega? Realmente, uma corte de exceção está instalada no país. É preciso muito cuidado para que não sejamos vítimas diretas, já que indiretamente somos.
     
  • Neco
    Oba!
    Espero que algum juiz peça provas da afirmação.
    Aí o Zé Abreu entra com a exceção da verdade e fuça a vida
    toda do Gilmal Dantas.
    O bicho pega!
     
  • Roberto
    Deve ser uma crise de identidade. Um surto psicótico. Antes de sair de casa deve olhar os documentos e ficar se repetindo: eu sou Gilmar Mendes, Mendes, Mendes… Aí chega no supremo, não tem como, vira Gilmar Dantas. Aí processa um ator, um profissional que consegue ser vários personagens sem perder a sua identidade. Inveja pura. Ensina ele Zé de Abreu. Ensina a não tremer a boca e ficar piscando como quando disse que o Lula chantageou ele.
     
  • Washington
    Ué!?! Reclamar de quê? Porquê reclamar? Aí tem mais coisa. Acho que ele está revoltado é com o Nilo e aquele “hí, hí, hí” que o Nilo faz.

  • Gilson Almeida de Melo
    Substituição de atores da globo, para contracenar com Camila Pitanga na novela “Lado a Lado” entra Barbosa e Gilmar.
     

  • José Luiz R. dos Santos
    Afinal, qual é mesmo o sobrenome desse ministro é Dantas, Globo, Torres, Perillo, PSDB, Anti-PT ou PIG?
     

  • O que vejo mesmo no processo todo, é que os ministros do supremo são seres de outro planeta. Não tem relação com as pessoas e nem se importam com suas decisões, por que os seus salarios estão garantidos. Não se preocupam a quem tem que fazer o salario de seu funcionario no dia a dia.

    RonaldGilmar Dantas!
     
  • CLÁUDIO
    Duas perguntas:
    Porque o LULA não processa o Gilmar Mendes, uma vez que foi absorvido?
    O STF pode ser destituido?


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