Quem somos

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O blog de Joana D'Arck e pilheiros

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Procura-se um lar para esse elenco global

 A novela Avenida Brasil acabou e eles estão desempregados, precisando de um novo lar. Minha irmã está doando essa família. 

domingo, 25 de novembro de 2012

Primeirona





Ainda dá tempo assistir hoje os espetáculos do ‘Sesi Bonecos do Mundo, no Jardim de Alah



Por Isabel Santos

Gente, que coisa mais perfeita, bela, espetacular, fantástica... e que mais adjetivos houver para expressar o trabalho desses talentosos manipuladores de bonecos, que estão se apresentando no Jardim  de Alah, na orla marítima (Costa Azul) nos espetáculos patrocinado pelo Sesi ‘Bonecos do Mundo’.
É simplesmente imperdível. Teve um teatro de sombras –‘Sombras de Mão’, do grupo japonês Kakashi-zal –, que foi de cair o queixo. Eu que sempre foi fascinada por essa arte e quando criança ensaiava algumas figuras à luz de vela nas paredes de casa, no interior, fiquei extasiada. Quem não viu – sem nenhum exagero – perdeu mesmo a oportunidade de conhecer ou rever essa arte.
Crianças, até mesmo pequenininhas, jovens e adultos de todas as idades vibraram, Tem cadeira para sentar. Todas amarradinhas umas nas outras e o chão em frente dos palcos. É programa de família. Eu fui lá para ver como era se era realmente gratuito, do que se tratava mesmo... e acabei ficando, retornando às 22 horas.

 Confesso que relaxei (estou precisando), apesar de vento ter levado o meu encharpe, presente do meu filho quando voltei de viagem por outros países da AL , que protegia meu pescoço. Coisas dos meus vacilos. Mas dos males o pior. ‘Vão os anéis e mas ficam os dedos’, o que importam. Vou ver se consigo mobilizá-lo para hoje.

O ‘Circo em Fios’ foi divino, com bonecos acrobatas.  Uma soprano, que belo’. O cachorrinho e seu presente, impressionante. Parecia de verdade. Tem também os espetáculos  em palcos paralelos com os nossos criativos brasileirosa/baianos. O encerramento da noite com o show de Pato Fu e dois bonecos do Grupo Giramundo (hoje eles não se apresentam) fechou com ‘chave de ouro’, como se diz no o velho jargão, a noite.

Segundo a organização, alguns espetáculos não acontecem hoje, mas anunciaram três nos dois palcos principais, considerados muito são bons, como o ‘Diário Malassombrado’, da Cia. Mevitevendo (SP), às 19h, no palco – último espetáculo da tarde/noite. Portanto, quem puder assistir vai sair ganhar a tarde de domingo. Lá tem ainda apresentação de filmes, exposição de bonecos em salas especiais, vendas de bonecos, lanchonete... Uma estrutura e tanto. É a cultura chegando para a população sem custos. Assim deve ser, porque o povo gosta do que é bom, só não pode ter acesso... A programação começa às 16h30. Até lá!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

"Soy Cubana"

O charme de "Soy Cubana", na voz e no bailado de Alisliy, e outras autênticas canções cubanas, mais uma brasileira (Garota de Ipanema - La Chica de Ipanema) e uma mexicana (Vereda Tropical). Cobertura no Evidentemente: "Tarde musical num centro comunitário 'habanero'".

Vovô Mané

Não basta ser avô, tem que ir pro chão brincar de cachorrinho.

E nosso Mané Porto, o pilheiro que é mais fotografado do que fotografa, leva essa missão ao pé da letra. Não importa se o chão é de um bar, lá está ele paparicando a lindinha da Sofia.

Com a camisa do Bahêa a cena ficou ainda mais linda

Parabéns, Mané!

terça-feira, 20 de novembro de 2012

CULTURA E VIAGEM - FEIJOADA & CASSOULET


  A  delícia de visitar outros lugares e conhecer costumes diferentes, sob o olhar do professor baiano Jorge Lisboa, Mestre em Sociologia,  que fala especialmente da cultura francesa.
  
(Jorge Lisboa)

Festival de Cornouaille em Quimper - foto Jorge Lisboa.
Inequívoca expressão da sensibilidade e criatividade humana, o lusitano Fernando Pessoa, no século XIX, convencido das inúmeras vantagens acumuladas por todos aqueles que abraçam o hábito de viajar, preconiza a integração das sociedades sugerindo poeticamente: “Navegar é preciso, viver não é preciso”. Acompanhando a inspiração do poeta, podemos dizer que viajar não se reduz à simples ação de se deslocar no espaço geográfico, mas constitui a realização de um desejo particular de experimentar diretamente lugares e coisas que nos interessam. Significa, salvo necessidades especiais, transportar-se espontaneamente movido pela esperança de novas descobertas, literalmente  ir ao encontro do outro, do desconhecido, do diferente.

"Viajar nos permite ampliar as nossas simpatias e nossa imaginação, nos faz despertar para ambientes culturais diferentes do nosso..."

Viajar é, por isso mesmo, uma das coisas mais gratificantes que o ser humano pode desfrutar para melhorar a sua existência. Sendo assim, aproveito o momento para refletir sobre a experiência de viver em outro país e reforço a recomendação do poeta português. Implicitamente, buscando encorajar os espíritos aventureiros, com grande entusiasmo digo que nada pode superar a recompensa de conhecer outras terras, outras sociedades, outras culturas.
Festival de Cornouaille - em Quimper- França - Foto Jorge Lisboa
Não é nenhum exagero afirmar que toda viagem vale à pena tão somente pela memória do percurso. Não há dúvida que a troca de experiências praticada numa viagem é muito mais enriquecedora do que os registros feitos por meio de anotações, fotografias, vídeos, etc. As viagens, pelas oportunidades de interação disponibilizadas, podem oferecer aos indivíduos um importante enriquecimento do seu patrimônio cultural. Viajar nos permite ampliar as nossas simpatias e nossa imaginação, nos faz despertar para ambientes culturais diferentes do nosso, se ouso dizer, nos engrandece porque nos acrescenta práticas comportamentais desenvolvidas e aprimoradas por grupos que vivem de maneira diversa daquela que conhecemos. 
bouillabaisse
O ganho é inquestionavelmente muito grande! Imaginem quanta descoberta pode uma memória guardar de uma visita a outro país, outra sociedade.  E as viagens científicas? Ainda que com bastante freqüência gerem infinitas controvérsias, é inegável a colaboração delas para o desenvolvimento e aperfeiçoamento das ciências, das artes e das civilizações.  Os exemplos de Paul Gauguim, Júlio Verne, Lévi-Strauss, João Ubaldo Ribeiro, Milton Santos e Oscar Niemeyer, pelas inestimáveis contribuições que acrescentam às suas respectivas áreas de atuação, bastam para reafirmar o valor de tais excursões às sociedades humanas.
bouchon_boudin_noir
" A França, por exemplo, país onde estudei e vivi por algum tempo, apresenta muitos elementos que podem facilitar a integração do brasileiro que por lá se aventure".
Além da validade cultural das viagens, o assunto me interessa em particular, pois desconsiderando os inconvenientes de adaptação: clima, idioma, alimentação, etc, viver em outro país pode proporcionar ao indivíduo significativa amplitude de visão e de espírito. A França, por exemplo, país onde estudei e vivi por algum tempo, apresenta muitos elementos que podem facilitar a integração do brasileiro que por lá se aventure. No aspecto alimentação, muitos pratos se aproximam da nossa condimentada culinária: a bouillabaisse, típica da Provence, lado de Marseille (muito parecida com a nossa moqueca), e o cortejado cassoulet, um autêntico representante do Midi, região de Toulouse, (que lembra a tradicional feijoada).   

cassoulet.
No entanto, se estas especialidades brasileiras e francesas servem para amenizar o difícil período de adaptação, existe uma gama de produtos capazes de obstaculizar a estadia do visitante em terras gaulesas, como: boudin, esgargot e champignon. Todavia, estas questões podem ser superadas, afinal, Brasil e França possuem uma série de afinidades que certamente poderão ajudar aos inspirados e simpáticos viajantes. Brasileiros e franceses sempre demonstram grande cordialidade entre si, sendo esta a substância predominante nas relações entre indivíduos dos dois países.

Nem mesmo as disputas esportivas que envolveram as duas nações durante as últimas copas, França 98 e Alemanha 2006, cujos placares colocam em vantagem o país de Edith Piaf, puderam quebrar os elos que unem os gauleses aos patrícios de Tom Jobim. Por certo, deve haver muito mais elementos para promover a união do que induzir à cisão destas sociedades distintas, mas declaradamente amigas. Os comentários acintosos e infelizes de Thierry Henri, no mundial da Alemanha, “os brasileiros são bons de bola, porque ficam pouco tempo na escola” foram esquecidos rapidamente, pois não merecem sequer ser rebatidos. C`était honteux pour lui (foi vergonhoso para ele) !

Enfim, Brasil e França sabem reconhecer valores mútuos e não poupam homenagens um ao outro. Se considerarmos as inúmeras contribuições compartilhadas, podemos mesmo pensar em certa complementaridade. O desejo de cooperação entre os dois países é irrefutável. Pode-se relacionar as influências acadêmicas, inspirações sobre o pensamento social brasileiro, técnicas profissionais, sítios naturais, doações arquitetônicas (Cristo Redentor), material para pesquisas de todo gênero.
escargot
Os franceses são verdadeiros admiradores da cultura brasileira. Nossos ritmos musicais exercem grande fascínio sobre eles. Sucessos de Chico Buarque, Gilberto Gil, Jorge Benjor, entre outros são executados em emissoras de rádio daquele país.

Reconheço que nem tudo é perfeito quando se trata de contatos diretos entre os indivíduos originários dos países emergentes e habitantes das sociedades industrializadas. Não raramente se percebe discrepâncias no comportamento daqueles que integram as comunidades européias. Porém, penso que a França pode ser um destino agradável para aquele que pretenda aproveitar bem o seu tempo de férias ou deseje aprofundar estudos acadêmicos.
"Afinal, Paris ainda é a capital da moda, da etiqueta, do turismo e das convenções"

Andar pelas margens do Rio Sena, cruzar a Ponte des Arts, descobrir as preciosidades do Museu do Louvre, passear pelo Quartier Latin, contemplar a beleza do Jardim de Luxembourg e subir a colina de Montmartre para degustar um cafezinho aos pés do Sacré-Coeur, faz parte do roteiro dos visitantes. Vale salientar que mesmo o parisiense tendo fama de emburrado, existe na cidade um padrão de atendimento com o objetivo de prestar um serviço de ótima qualidade.

Afinal, Paris ainda é a capital da moda, da etiqueta, do turismo e das convenções. Além disso, transitar pela capital francesa nos da aquela gostosinha sensação do déjà vu porque nós já nos acostumamos a ouvir expressões como: enfant gâté, marionete, femme fatale, petit-suisse, purée, toilette e boulevard, entre outras. Portanto, reforçando  as aspirações dos candidatos a viajantes, repito que as dificuldades menores permanecerão menores toujours. Como diz a canção de Loius Amade e Gilbert Bécaud, ícones da canção francesa: L´important c´est la rose!


Bons companheiros


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Médico receita cadeado para emagrecer


Adriana mostra a  estúpida receita 
Ao ler a receita médica indicando o uso de "Cadialina" para combater dores no fígado e perder peso, a paciente baiana Adriana Santos, perguntou ao médico José Soares Menezes onde encontraria tal medicação. Ele recomendou (pasmem!) que ela procurasse um ferreiro e comprasse seis cadeados. "Um para a sua boca, outro para a geladeira, outro para o armário, outro para o freezer, outro para o congelador e outro para o cofre de casa", contou a dona de casa, de 33 anos, 1,53 m,de altura e 100 kg.

"Ele ainda falou que, se eu não quisesse os cadeados, o jeito seria fazer jejum em quatro dias da semana. E, nos outros três, só beberia água.", relatou Adriana, em entrevista à TV Itapoan.

@@@@@@

O médico negou só a segunda situação e pediu desculpas "se foi mal interpretado” por Adriana. "É uma paciente que tem compulsão por alimento. Infelizmente, ela vive numa comunidade que não tem capacidade de abstrair as coisas", afirmou Menezes à TV.
Adriana contou que não poderia fazer uma cirurgia de redução do estômago e o médico  afirmou que sua filha chegou a realizar o procedimento, mas, como continuou sem fazer regime, acabou engordando novamente.

O caso ocorrido na semana passada em um posto móvel da Fundação José Silveira, no bairro do Uruguai, onde Adriana mora, foi registrado por ela no Conselho Regional de Medicina da Bahia.


HAVANA NOS TEMPOS DO “CAMELLO”



O  nosso correspondente internacional, Jadson Oliveira,  está todo encantado com esse  transporte cubano, o "Camello", que sumiu da capital, mas é utilizado no interior do país de Fidel. Enquanto não sai a entrevista com El Comandante, o jornalista blogueiro perambula pelas ruas de Havana e conta detalhes no seu  blog EVIDENTEMENTE.

domingo, 4 de novembro de 2012

Mais um vôo da Asa Branca


No mesmo fim de semana do apagão no nordeste, onde choveram abusos de discriminação contra os nordestinos pelas redes sociais, assisti ao filme “Gonzaga de Pai para filho”. Naquele oportuno momento, ainda amargurada pelo veneno da “ideologia sulista, elitista e medíocre”, reafirmei minha convicção de quanto é belo, forte e importante para todo o Brasil a cultura nordestina. O filme em si cai numa onda sentimentalista às vezes desnecessária e bem característica do seu diretor Breno Silveira (o mesmo dos Filhos de Francisco), porém, pra quem gosta das músicas, e no meu caso adoro tanto pai quanto filho, foi um verdadeiro deleite para os ouvidos. O filme toma um formato às vezes narrativo, às vezes documentarista, baseado nas fitas gravadas pelo próprio Gonzaguinha ao entrevistar o pai. Não é novidade pra ninguém que a relação entre progenitor e descendente (no caso aqui não sanguíneo) sempre foi conflituosa e é sob essa perspectiva que o filme se desenvolve, na busca, um pouco forçada, de um cenário harmonioso para seus personagens. Encerradas as críticas cinematográficas, o filme lhe presenteia com o que mais há de genuíno na música popular brasileira. Resgata as origens culturais e musicais de Gonzagão, além estabelecer as influências históricas da música de Gonzaguinha. Nesse aspecto é interessante observar que estão presentes no filme figuras que permeiam o imaginário da cultura sertaneja, e da música de Luiz Gonzaga, como a figura do vaqueiro e do coronel.  Com esses elementos, aliado a belíssima trilha sonora é um filme que, em tempos de tentativas de segregação regional, mostra o valor e a beleza da cultura sertaneja e nordestina, na qual eu muito orgulhosamente faço parte.

sábado, 3 de novembro de 2012

De volta à Ilha de Fidel

Veja entrevista de Jadson Oliveira no site Ananindeuas em Debate
O nosso correspondente internacional retorna neste sábado à Cuba para desmascarar o terrorismo da mídia  capitalista contra o eterno comandante Fidel Castro. Apesar dos boatos espalhados nos meios de comunicação e redes sociais, o líder cubano está vivinho da Silva. Jadson Oliveira já marcou entrevista para contar tudo.
 
 
 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Vai ser caxias assim lá na Argentina!



Jorge Saavedra saiu apressado de casa no município de Seguí (província de Entre Ríos-Argentina), montou na moto e disparou para seu trabalho. No meio do caminho se deu conta de que não havia colocado o capacete, conforme exige a legislação. Ao invés de seguir, parou e telefonou à sua casa para que lhe levassem o equipamento. Logo que recebeu e passou a usar o capacete, seguiu caminho, e quando chegou ao trabalho lavrou imediatamente uma multa. Saavedra é o chefe dos agentes do trânsito e não perdoa a ninguém, nem a si próprio.

(Notinha da capa do jornal argentino Página/12, edição de 01/11/2012)

Sexta com Matita Perê


Borega e Luciano se apresentam todas as sextas de novembro no teatro Sesi Rio Vermelho, 20h. Matita Perê em duo, com participações.Imperdível.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Cuíca de Santo Amaro na abertura do Cine Futuro, dia 09 de novembro


O filme documentário Cuíca de Santo Amaro será lançado em Salvador no proximo dia 09 de novembro (sexta-feira), na abertura do Cine Futuro – VIII Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual, no Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha. Serão realizadas duas sessões do filme, às 20h e 21h30min.

Antes disso, às 18h30min haverá o lançamento de um livro com vinte folhetos de autoria do poeta popular Cuíca de Santo Amaro, selecionados a partir das pesquisas realizadas para a produção do filme.

O livro foi patrocinado pela Fundação Pedro Calmon. Além dos folhetos de Cuíca há um texto de Orígenes Lessa, que descreve o encontro, na porta do Elevador Lacerda, do escritor paulista com o vate baiano.

No próximo mês de fevereiro Cuíca de Santo Amaro será exibido em salas de cinema de Salvador e espaços diversos de 29 cidades do interior. Projeto de distribuição e exibição do filme foi aprovado no Edital da Secretaria de Cultura da Bahia (Secult), que prevê, além das exibições na capital e no interior, a produçao de um DVD com o filme e Extras visando distribuição para a rede de ensino e outros interessados. Antes disso, o filme será exibio no Cachoeira Doc (04 a 09 de dezembro) e no Festival Internacional de Cinema de Arquivo, (REcine 2012, RJ, 10 a 14 de desembro).

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