Quem somos

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O blog de Joana D'Arck e pilheiros

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Faleceu tartaruga egípcia que conheceu Napoleão

Cairo, 28 abril (Prensa Latina) - Uma tartaruga egípcia que era adulta quando Napoleão invadiu Egito no século XVIII, acaba de falecer com a idade de 270 anos no zoológico de Gizé, um distrito próximo a esta capital.

Ainda que não existam depoimentos de que a defunta tenha sido apresentada de maneira formal ao Pequeno Corso, a verdade é que também foi testemunha do segundo reinado dos mamelucos, da construção e inauguração do Canal de Suez, da assinatura do tratado de paz egípcio-israelense e os mais de 30 anos do regime de mão de ferro do ex-presidente Hosni Mubarak, obrigado a renunciar por uma revolta popular em 2011.

Um comunicado da instituição refere que o quelônio foi doado pelo derrocado rei Farouk I, um senhor grosso ao que poucos recordam, que se fez notório em seu momento por sua admiração desmedida às estrelas de Hollywood e como deixava dezenas de milhares de dólares da época nos cassinos da Europa.

O maior logro de seu reinado foi comer 600 ostras em uma semana.

Seu reinado terminou com a revolução dos oficiais jovens em julho de 1952, liderada pelos coronéis Gamal Abdel Nasser e Mohamed Naguib.

A comunicação abstém-se de precisar as causas do falecimento, ainda que seja provável que tenha sido de decepção dado o péssimo estado das instalações do zoológico que lhe servia de residência.

A morte do quelônio provocou uma onda de comentários nas redes sociais, a maioria dos quais observavam que o réptil sobreviveu épocas muito turbulentas ao longo de sua vida, mas foi incapaz de suportar os atuais distúrbios que mantêm este país dividido em partidários e opositores do presidente islâmico Mohamed Morsi.

sábado, 27 de abril de 2013

Dos chatos, por Luis Fernando Veríssimo




Reproduzido do Blog do Noblat, postagem de 21/04/2013

Há chatos e chatos. Há o chato pegajoso, o chato que telefona muito, o chato que cutuca. Há o enochato, que faz questão que você saiba que ele sabe tudo sobre vinhos, e o ecochato, assim chamado porque se preocupa demais com ecologia ou porque vive se repetindo, como um eco.

Há o egochato, cujo único assunto é ele mesmo, e o chato hipocondríaco, uma especialização do egochato, cujo único assunto é sua própria saúde, ou falta dela. Há o chato invasivo, que fala a centímetros do seu nariz, e o chato hiperglota, que não para de falar.

Mas também há — embora seja raro — o chato que se flagra, que tem consciência de que é chato e quer se regenerar, e que diz muito “Eu estou sendo chato? Hein? Hein?” e portanto é o pior chato de todos.

Tem o caso daquele chato com autocrítica que decidiu pedir ajuda, mas não sabia quem procurar. Chatice não se cura com remédios ou com exercícios, muito menos com cirurgia. Não existem clínicas para a recuperação de chatos. O que fazer? Nosso chato resolveu consultar um psicanalista.

— É que eu sou chato, doutor, e sei que sou chato.
— Deve ter alguma coisa a ver com sua mãe.
— Minha mãe? Por que minha mãe?
— É que na psicanálise sempre partimos da hipótese de que, seja o que for, a culpada é a mãe. Facilita o tratamento. Mas me fale da sua infância.
— Bem, na escola meu apelido era “Sarna”. Também me chamavam de “Desmancha Bolinho” porque, assim que eu chegava num grupo, o grupo se desfazia.
— Sua família também o achava chato?
— Não sei. Mas desconfiei quando, nos meus dezoito anos, eles me deram as chaves da casa e em seguida mudaram todas as fechaduras.
— E sua vida amorosa?

— É normal, eu acho. Até me casei, embora minha mulher alegue que meu pedido de casamento a fez dormir e que só saiu do estado comatoso no altar, onde teve que dizer “sim” para não dar vexame. Hoje vivemos bem, em casas separadas, apesar de eu só poder visitá-la nos dia 29 de fevereiro, se ela não mandar dizer que não está. Tivemos um filho que eu ninava quando era bebê, mas ele fingia que dormia para eu parar. É o efeito que eu tenho nas pessoas, doutor. Ser chato é uma fatalidade biológica ou a chatice é um produto do meio? É possível deixar de ser chato com algum programa de reorientação? É o meu tom de voz que chateia ou o que eu digo? Ou as duas coisas juntas? Hein, doutor? Doutor...? Doutor...? Acorde, doutor!

Você sabia que Thomas Edison foi um farsante?


Nikola Tesla, gênio da engenharia mecânica e eletrotécnica, inventou, dentre outras coisas, a "lâmpada elétrica" e morreu pobre; enquanto isso, Thomas Edison, o farsante explorador, ficou rico (Foto: Internet)

Parte de artigo do argentino Adrián Paenza publicado no blog Evidentemente, sob o título Loucos (parte 1). A matéria originalmente é do jornal Página/12, edição de 13/02/2013.



Outro caso típico foi do famoso Nikola Tesla, engenheiro de origem sérvia, que teve que concorrer com ninguém menos do que Thomas Alva Edison. Numa época (fins do século 19) quando o mundo se iluminava usando a luz de vela, Tesla inventou um sistema elétrico (“a corrente alternada”) que é o que se usa até hoje para se ter eletricidade na sua casa e na minha. Edison propôs o uso da corrente direta ou contínua e disputou com Tesla, que foi o propulsor da corrente alternada, que é a que se usa hoje.

A história oficial atribui a Edison a invenção da “lâmpada elétrica”, porém não foi ele quem a inventou, e sim Tesla. Edison ficou com todo o crédito porque foi ele quem a distribuiu e a vendeu.

Edison tinha (e teve) sempre a faca e o queixo na mão, na medida em que foi o patrão de Tesla, mas Tesla tinha razão e não pôde em vida receber o reconhecimento que merecia. Tesla é considerado hoje um dos maiores inventores da história. Ainda está em discussão se foi ele e não Marconi quem inventou o rádio, mas deram a Marconi o Prêmio Nobel e a Tesla não. E mais ainda: a história oficial também diz que Robert A. Watson-Watt foi o inventor do radar, mas a outra história reconhece Tesla como o autor intelectual.

Inclusive Edison ofereceu a Tesla, que era seu empregado, em determinado momento, o equivalente ao que seria atualmente um milhão de dólares se ele conseguisse resolver um problema que tinha com os motores e geradores de sua fábrica. Tesla conseguiu e quando foi reclamar seu dinheiro recebeu esta resposta de Edison: “Tesla, você não entende o sentido do humor dos norte-americanos”. Edison viveu sua vida tratando de ganhar dinheiro e patenteando invenções de outros. Tesla foi um cientista que inventou – entre outras coisas – nada menos que o sistema elétrico que usamos hoje. Edison morreu rico e poderoso. Tesla morreu no quarto dum pequeno hotel em Nova Iorque sem um dólar e cheio de dívidas. (Tradução: Jadson Oliveira)

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Pra quem curtiu o Led Zeppelin

A homenagem foi tão linda que Robert Plant, o todo poderoso ex-vocalista da Led Zeppelin, chorou



quinta-feira, 25 de abril de 2013

A farsa do mensalão: lançamento da revista Retratos do Brasil em Salvador

Transcrevendo: "O jornalista Raimundo Pereira, conhecido por editar o jornal Movimento, o alternativo que enfrentou a censura e combateu a ditadura militar, é autor da reportagem que desmente o STF e revela, passo a passo, como a farsa jurídica do mensalão foi construída".

Será nesta sexta, dia 26, a partir das 19 horas, na sede da ABI (junto da Praça da Sé).

quarta-feira, 24 de abril de 2013

LUA CARRILHO E BANDA OSUPÁ NESTA QUINTA




Lua Carrilho e a banda Osupá se apresentam nesta quinta, 25, no Visca, no Rio Vermelho. Lua é bacharel em Flauta Transversal pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, de voz precisa e delicada, que encanta o público com seu repertório autêntico e versátil.

SERVIÇO:

DATA : 25 DE ABRIL, QUINTA-FEIRA, 
HORÁRIO: 21H
LOCAL:  VISCA, RIO VERMELHO


domingo, 21 de abril de 2013

Quem são aquelas pessoas?

"Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...

Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre...

Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...

Podemos nos telefonar... conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar... meses... anos... até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo...

Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!

A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente... Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrima nos abraçaremos...

Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado... E nos perderemos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores... mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!!!"

Por Vinicius de Moraes (me enviou, via e-mail, o velho companheiro de lutas e de sonhos Edelson Ferreira)

Um outro pensador, mais amargo e menos poeta, diria: "Cada um é prisioneiro de suas próprias rotinas"

quarta-feira, 17 de abril de 2013

quinta-feira, 11 de abril de 2013

"A Bahia canta Dominguinhos": CD será lançado em Salvador no sábado

Do blog Evidentemente:




Uma bela homenagem dos baianos ao músico e compositor Dominguinhos, considerado uma espécie de sucessor do grande Luiz Gonzaga, chamado o Rei do Baião: será no sábado, dia 13, a partir das 14 horas, no restaurante Grande Sertão (Costa Azul). Couvert: R$ 20,00, com direito ao CD.


sábado, 6 de abril de 2013

Documentário fatal: jornalista morre de frio vivendo (para mostrar) a vida dos "sem-teto"



O jornalista inglês Lee Halpin (Foto: Corbis)
Do blog Evidentemente:

Foi na cidade de Newcastle, na Inglaterra. O jornalista inglês Lee Halpin, 26 anos, queria certamente fazer um documentário realista, autêntico, sobre a vida dos moradores de rua e mergulhou na marginalidade dos seus personagens. Resultado: foi achado morto num edifício abandonado.

Segundo matéria da RT.com (Rússia Hoje – Today – emissora de TV russa), divulgada pelo portal venezuelano Aporrea.org, a suposta causa da morte, conforme fontes policiais, é hipotermia, a mesma que costuma ocorrer com muitos dos “sem teto” durante o inverno nos países do norte da Europa , na Rússia ou no Canadá.
 
“Dormiu e nunca despertou”, diz o texto da matéria, acrescentando: “Diferentemente de dezenas de marginalizados verdadeiros, o jovem repórter se juntou com este segmento para mostrar a seus leitores como é tão desgraçada a vida das pessoas sem domicílio fixo. E o conseguiu, mostrando como é fácil e absurdo perder a vida”.

Para Vicente de Paula: un poquito de nostalgia

Vicentão, como te falei, olhaí: Ronaldão (Ronaldo Cabeção), Adilson Borges (hoje em A Tarde), Zé Mário com o filho Marquinhos, este repórter/blogueiro e Inocêncio (da Publicidade). Uma pausa para uma pose, lá no "Abaixadinho de Zé", posso assegurar que é entre a segunda metade dos anos 80 e primeira metade dos anos 90, lá do século passado.

Saudades: era no Abaixadinho, perto da velha Tribuna da Bahia, onde bebemos (Vicente e eu e outros/as) durante nove anos, todas as noites (geralmente folgávamos da Tribuna e da bebedeira nos sábados): primeiro no Abaixadinho, depois no velho Alagoano, na Sete Portas. Na noite da sexta, sempre uma esticada, uma noitada, em boas companhias (lembro o dia amanhecendo pela orla lá das bandas de Piatã, Vicente olhando os corredores na praia: "Só de olhar pra esse pessoal correndo eu fico cansado").

(Por falar em esticada, ainda conto um dia desses sobre uma madrugada memorável numa praia de Pituba: Vicente, eu e uma "moça" muito interessante e muito estranha. Recordo bem que "ela" cantava belas canções de Vinicius de Moraes e usava uma calcinha de tecido espesso, parecendo lona. Vicente, sempre mais afoito, cochichava comigo, intrigado: "Não consigo achar a... dessa mulher!". Quando amanheceu ela se mandou, não quis papo. Depois um colega maledicente andou espalhando: "Era travesti..." Será?).

Lá pra 1992 Vicente se foi pra A Tarde e Janio Lopo me adotou como parceiro preferencial. O mesmo roteiro: Abaixadinho, Sete Portas... 

No dia em que embarquei num disco voador


quarta-feira, 3 de abril de 2013

"A PERERECA DA POLÍCIA BAIANA"


                         
                   
                 MIGUEZIM DE PRINCESA
I
"Não bastassem a violência
Do ladrão e da milícia,
Matança indiscriminada,
Morte por icterícia,
A Bahia se dá ao luxo
De dispensar a Polícia.

II
O Governo da Bahia,
Meio tonto de carnaval,
Resolveu bem na Quaresma
Publicar um edital
Exigindo virgindade
Para ser policial.

III
Depois de estimular
Tanta dança da bundinha,
Da boquinha da garrafa,
Cururu, pererequinha,
O governo quer formar
Um exército de santinhas.

IV
Soltam no Porto da Barra
A pergunta que não cala:
Pra que vale a virgindade,
Na rua, no mato ou na sala?
Será que é pra ter mais força
Quando disparar bala?

V
Lá em Água Meninos,
Onde o povo faz a feira,
Trocaram todo o estoque
De charque, vela e peixeira
Por cargas de pedra-ume
Para trancar a “porteira”.

VI
Minha amiga Sarajane,
Que vivia assanhadinha,
Dançando em Massaranduba
A dança da papudinha,
Já mudou o seu refrão,
Mandou fechar a rodinha.

VII
No bairro da Mata Escura,
Jonas Paulo senador
Exortou as companheiras,
Militantes de pudor,
A se inscrever no concurso
E mostrar o seu valor.

VIII
Foi aí que Cipriano,
Um petista de doer,
Disse que era mais fácil
O Lula gostar de ler
Do que encontrar uma virgem
Nas fileiras do PT.

IX
Será que um gênio baiano,
Inspirado no além,
Incorporado em Kadafi,
Pensou um dia também
Criar uma guarda de honra
E transformá-la em harém?

X
Na Bahia já aconteceu
A Guerra do Fim do Mundo;
Padre dá santo na missa,
Quenga sente amor profundo,
E Polícia usa perereca
Para prender vagabundo!"

terça-feira, 2 de abril de 2013


                                     “Se eu fosse você”
Sobre o casal que briga com frequência. É muito difícil saber por que um casal começa a brigar. Na maior parte das vezes nem as pessoas envolvidas conseguem perceber o motivo. Entretanto, o que menos importa é o tema da briga; por qualquer razão o rancor que existe e que se tenta negar escapa, sem controle.
As brigas também podem ser silenciosas. Caras, olhares, gestos, tons de voz, ironias disfarçadas, tudo tornando bem desagradável o dia-a-dia do casal e constrangendo quem está por perto. Alguns chegam ao ponto de, após anos de vida em comum, ir deixando de se falar. Mas ficam ali, juntos, sem nem pensar em separação.
Quando se casam, as pessoas imaginam que estarão de tal forma preenchidas, que nada mais vai lhes faltar. A ideia de ter enfim encontrado ‘a pessoa certa’, ‘a alma gêmea’, ‘a outra metade’, faz com que a satisfação das necessidades e carências pessoais seja vista como dever do parceiro.
Devido ao descompasso entre o que se esperava da vida a dois e a realidade, as frustrações vão se acumulando e, de forma inconsciente, gerando ódio. Para Virginia Sapir, famosa terapeuta familiar americana, por causa da sensação de fracasso, o que mais se vê no casamento são sentimentos de desprezo e de desvalor, de um para o outro, e de cada um por si.
Contudo, até chegar a esse ponto, o casal se esforça para manter a fantasia do par amoroso idealizado. Toleram demais um ao outro, fazendo inúmeras concessões, abrindo mão de coisas importantes, acreditando que é necessário ceder. Como nem sempre isso traz satisfação, eles se cobram, se criticam e se acusam. As brigas se sucedem. Dependendo do casal, as acusações podem se renovar ou ser as mesmas, sempre repetidas.
Mas as coisas estão mudando. Na medida em que se começa a desconfiar que a complementação através do outro não passa de uma ilusão, torna-se cada vez mais difícil fazer coisas contra a vontade, assim como diminui muito a disposição para sacrifícios visando manter uma relação. Hoje, ao contrário de outras épocas, é comum as pessoas terem vários interesses além dos amorosos e já encontramos quem acredite que se desenvolver como pessoa é mais importante do que ter alguém ao lado.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Tarefa, de Geir Campos



(Do blog Evidentemente)

Morder o fruto amargo e não cuspir
mas avisar aos outros quanto é amargo,
cumprir o trato injusto e não falhar
mas avisar aos outros quanto é injusto,
sofrer o esquema falso e não ceder
mas avisar aos outros quanto é falso;
dizer também que são coisas mutáveis...
E quando em muitos a noção pulsar
— do amargo e injusto e falso por mudar —
então confiar à gente exausta o plano
de um mundo novo e muito mais humano.

Geir Nuffer Campos, poeta brasileiro, nasceu em São José do Calçado (ES) em 1924 e morreu em Niterói (RJ) em 1999. Foi também professor, jornalista, tradutor e escritor.

O poema me foi enviado pelo velho companheiro de redação Otto Filgueiras, que se foi lá pra São Paulo.

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