Quem somos

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O blog de Joana D'Arck e pilheiros

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Bolsas femininas têm mais micróbios do que a maioria dos vasos sanitários


Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil


Rio de Janeiro - O professor do Instituto de Microbiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Maulori Cabral, confirmou  à Agência Brasil que bolsas femininas têm mais micróbios do que na maioria dos vasos sanitários, como é apontado por estudo da  empresa Initial Washroom Hygiene, do Reino Unido, especializada em limpeza de banheiros públicos.
 

“Tem mais micróbios na superfície das bolsas das mulheres do que na superfície dos vasos sanitários. As mulheres colocam a bolsa em tudo que é lugar. Pegam na bolsa o tempo todo e ficam passando micróbios da mão para a bolsa. E ninguém passa água sanitária na bolsa”, diz.
 

O estudo feito pela companhia britânica revela que o creme de mãos, batons e estojos de maquiagem são os itens mais sujos que as mulheres carregam nas bolsas. Maulori Cabral concorda com a pesquisa. “É o que ela [mulher] toca mais, mas, pelo lado de fora”. Ele explicou que os batons, sozinhos,  já têm agentes antimicrobianos. O mesmo ocorre em relação ao creme para mãos. Já os frascos que contêm o creme estão a todo momento sendo segurados pelas mãos femininas.

Para ler mais no blog Ananindeua Debates:

Até tu, Suécia!? ("Noites de fúria em Estocolmo")

Alguns dos automóveis incendiados em vários bairros periféricos de Estocolmo durante a semana (Foto: EFE/Página/12)
Do blog Evidentemente:



Quem diria? Até a Suécia, lá da parte mais ao norte da Europa onde o Estado de Bem-Estar Social criou invejáveis “paraísos” na Terra, começa a dar sinais de desgaste diante da crise do capitalismo. Li o noticiário no Página/12, jornal argentino que muito aprecio, edição do domingo, dia 26, com o título: “Noites de fúria em Estocolmo”. Primeiro parágrafo:


“Cinco noites de protestos na periferia pobre de Estocolmo em mãos de jovens de bairros abandonados de maioria imigrante jogaram por terra a imagem duma Suécia pacífica e igualitária. Os incidentes, que começaram na noite do domingo, dia 19, depois da morte dum morador da “barriada” (bairro pobre, “favela”) de Husby, assassinado pela polícia, que alegou legítima defesa, foram se estendendo para uns 15 bairros pobres da capital”.


A matéria continua dando conta de que na quinta-feira à noite, uma delegacia de polícia foi atacada com pedras no bairro de Kista e outras duas no sul da capital. Os danos materiais foram expressivos. Além disso, uma pessoa foi ferida na cabeça por uma pedrada numa manifestação em Husby na quinta-feira e um policial foi ferido na noite da quarta-feira.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Mais uma do Bahia

Charge de Borega, publicada no site bahianotícias

sábado, 11 de maio de 2013

Sorvetão, tota-tóia e dadaiá na política baiana

E essa agora, que capturei no google, pensando em algo sobre o Dia das Mães, neste Domingo (12). A ilustração lembra o "causo" atribuído a Luiz Pedro Irujo como protagonista. O candidato derrotado do PRN a governador da Bahia, em 1990,  quando estudante do ensino fundamental, teria construído uma historinha solicitada pela professora, que exigia a conclusão com a máxima Mãe, só tem uma. "Minha mãe pediu pra eu pegar duas garrafas de tota-tóia na geladeira. Fui pegar e falei pra ela: mãe, só tem uma!". Maldade!

Por falar no "Sorvetão", como era apelidado o filho do empresário Pedro Irujo, obrigado pelo pai a se candidatar e depois da derrota saiu de cena da política baiana, é contada e recontada por fonte  séria e confiável outra pérola hilária atribuída a ele como protagonista. Aconteceu na campanha, logo depois de certo comício no interior, em roda de conversa com assessores na mesa de um restaurante, quando ele, enquanto bebia um refrigerante,  desabafou a sua dor pela grave calúnia do adversário Antônio Carlos Magalhães (se não foi ele, mas poderia ter sido porque adorava apelidar os desafetos), que o chamava de "candidato tota-tóia". "Ele fica me chamando de candidato tota-tóia, mas nem sabe que eu gosto mesmo é de tomar dadaiá". Que malvadeza!

domingo, 5 de maio de 2013

Mitos e verdades sobre a Revolta da Caxirola

POR FRANCIEL CRUZ*


Peço licença aos senhores
Neste exato momento
Para narrar uma história
Sem nenhum comedimento
De um bizarro artefato
Feito pra enganar jumento
Desculpem minha imodéstia
Mas posso tudo contar
Pois no dia vinte e oito
Fui testemunha ocular
Estava na Fonte Nova
Só não dei sopa pro azar
Logo na entrada do estádio
Um meganha me parou
Segurou meu guarda-chuva
Prendeu e não liberou
Porém ele deixou livre
Aquilo que Brown plagiou
O tal plágio aconteceu
Sem a menor cerimônia
Brown pegou um Caxixi
E dele fez uma babilônia
Para a todos confundir
Escanteando a parcimônia
Se os incautos não sabem
Direi com autoridade
O Caxixi é um símbolo
Divina ancestralidade
Era usado na África
Em rituais de verdade
Quem quiser se informar
Sobre o sagrado chocalho
Recomendo a leitura
De um minucioso trabalho
Que em 2011 foi escrito
Por Priscila Maria Gallo
A pesquisadora afirma
Com muita convicção
Que o Caxixi sempre foi
Objeto de tradição
E no Congo e em Angola
Servia à religião
Porém quando aqui chegou
Assim informa Maria
O referido Caxixi
Ganhou outra serventia
Incorporou-se ao berimbau
Tocado com maestria
Já esta nova presepada
Não tem nada de eterno
É apenas uma cópia
Vestida com outro terno
Feita para enganar besta
Todo metido a muderno
E, como sói acontecer,
Nas chibanças de pelego
Falaram logo em criar
Num sei quantos mil emprego
Tudo feito no Brasil
Pra gringo pedir arrego
Mas, o fato é que a verdade
Sempre aparece no fim
E a tal da caxirola
Eis o nome do coisa ruim
Só saiu com o aval
Do estrangeiro I’m Green
E para referendar
Toda a esculhambação
O governo entrou em campo
Gastando logo um milhão
E mostrando a todo o mundo
O novo orgulho da nação
Também a impoluta Fifa
Entrou de vez na jogada
Querendo que os torcedores
Aplaudissem a cagada
Como o baiano num é besta
Disse não à patacoada
Aliás, NÃO na Bahia
É motivo pra empolgar
Basta recordar as lutas
De caráter popular
Assim vou pedir licença
Para poder derivar
A primeira das batalhas
De botar cabelo em pé
Esta eu me lembro bem
Foi a do Aimoré
Índio enfrentou portuga
Sem nunca ter dado ré
Logo depois ocorreu
O levante tubinambá
Povo bravo, resistiu
Sem jamais se entregar
Contra o colonizador
Não se deixou escravizar
Os livros pouco registram
O sábio motim do Maneta
Luta boa contra impostos
Sublevação porreta
Que provocou o recuo
Do mandatário careta
Outro motim esquecido
É o da Carne sem Osso
Quando também se exigia
A farinha sem caroço
Foi uma revolta grande
Causou tremendo alvoroço
Também não se pode olvidar
A revolução alfaiate
Tinha base iluminista
Peleja de alto quilate
Liderada pelo povo
Que travou o bom combate
Já a Revolta dos Malês
De origem Muçulmana
Provocou um forte impacto
Aqui na terra baiana
Luta contra a escravidão
Que era uma peste humana
E a Mãe de todas batalhas
A feminina independência
Quitéria, Felipa e Joana
Contra a subserviência
Mostrando que rebeldia
Não rima com leniência
Além destas revoltas
Existiram outras mais
A Sabinada e Canudos
São exemplos colossais
E, na cidade de Cachoeira,
A Federação dos Guanais
Mas, tanto ontem como hoje
Sempre fomos rotulados
E todos os que protestam
Tachados de mal-educados
Os poderosos só aceitam
Que sejamos conformados
Por isso querem vender
Que aqui é só alegria
Povo pacífico e ordeiro
Nesta terra da magia
Mas o fato é que sempre lutamos
Com humor e galhardia
Falam que o bonde do pagode
Agita a cidade inteira
E mostram uma parte do povo
Nesta alegre quebradeira
Mas já quebramos outros bondes
Nem tudo é só brincadeira
E a Revolta da Caxirola
Está nesta tradição
Sim, meninos, eu vi
O furor da multidão
De um povo que se recusa
A ser tratado como um cão
Inicialmente o protesto
Teve como alvo um cartola
E os atletas do Bahia
Que não sabem o que é bola
Por isso os torcedores
Mandaram catar caxirola
E tava bonito de ver
A inversão de papel
O jogador mercenário
Trabalhando como réu
Limpando todo o gramado
Foi uma vingança cruel
E foi também um repúdio
Aos que em nome da assepsia
Querem impor muitas regras
E acabar com a alegria
Domesticando a todos
Ai, meu Deus, que agonia!!!
A manifestação trouxe à tona
O que eles querem esconder
Baiano gosta de bola
Mas não gosta de sofrer
E ninguém vai determinar
Qual é seu jeito de torcer
E a moral desta história
Para quem ainda sonha
É reforçar aquele axioma
Que revolta num é vergonha
É apenas um antídoto
Contra os bichos de peçonha
Foi assim que o protesto
O pecado original
Virou-se contra a própria Fifa
Ganhou dimensão real
Pois pau que aqui nasce torto
Sempre vira berimbau
*Franciel Cruz é jornalista, torcedor do Vitória, blogueiro e ministro das relações exteriores de Amaralina e redondezas, além de cordelista de primeira, como se pode perceber, afirma o dono deste blog.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

A lourice de Beyonce


Ilhas Salomão: o país onde os negros são naturalmente loiros






Nas Ilhas Salomão, cerca de 10% da população nativa, de pele negra, tem cabelo notavelmente loiro. Alguns insulares acreditam que a cor seria resultado da exposição excessiva ao sol, ou de uma dieta rica em peixe. Outra explicação seria a herança genética de ancestrais distantes — mercadores europeus que passaram pelos arquipélagos.


Essas hipóteses, no entanto, foram derrubadas por pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos. A variante genética responsável pelo cabelo louro dos insulares é diferente da que causa a mesma característica nos europeus.
— Este caso acaba com qualquer noção simplória que podemos ter sobre raça — revela o geneticista Carlos Bustamante. — Nós, humanos, somos lindamente diferentes, e esta é apenas a ponta do iceberg.


Bustamante e sua equipe publicaram as descobertas na edição desta semana da “Science”. Eles analisaram amostras da saliva de mais de mil insulares, com atenção especial para um subconjunto, formado por 43 louros e 42 pessoas de cabelos escuros.
Os pesquisadores conseguiram rapidamente identificar um gene responsável pela variação da cor do cabelo. Chamado de TYRP1, ele é conhecido por influenciar a pigmentação nos humanos. Sua variante encontrada nos cabelos louros dos habitantes das Ilhas Salomão não é encontrada no genoma dos europeus.

Nota do blog
O texto acima  foi publicado na Revista Afro, mas o título é do Pilha, porque  a gente não poderia perder a piada, inspirada num comentário nas redes sociais para sacanear com a popstar americana. "deve ter sido aí que a Beyonce nasceu". 

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