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O blog de Joana D'Arck e pilheiros

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

TRAVESSIA: um show imperdível dos mineiros em Salvador

Quinta Sem com integrantes trupe mineira ( grupo Ponto de Partida)

 Quer começar a noite desta sexta-feira com tudo de bom, vá ao teatro Jorge Amado. Corra que ainda dá tempo para assistir ao espetáculo TRAVESSIA, da trupe mineira, em cartaz ontem e hoje, 08 e 09 de agosto. Eu, minhas amigas da Quinta Sem Lei e Armandinho Macedo fomos surpreendidos com a beleza do musical.


A foto não é nossa, mas Armandinho estava assim, feliz com tudo
 “É maravilhoso. Adorei os vocais. Fiquei surpreso com tudo. Eu vim aqui principalmente para ver o meu amigo e grande músico,  Gilvan de Oliveira”, declarou Armandinho Macedo, exclusivamente para o Pilha, interrompido pelo amigo mineiro que desceu do palco para abraçá-lo ao final do show. Gilvan Oliveira é violonista, cantor, compositor, professor, arranjador e diretor musical, que trabalhou com muitos dos principais músicos mineiros, como Milton Nascimento, Paulinho Pedra Azul e Tavinho Moura.

Há mais de 20 anos em cartaz, “Travessia” já se apresentou em centenas de cidades brasileiras e também na África e Europa, tornando-se o espetáculo mais assistido da trupe. E só agora veio a Salvador!


O violonista Gilvan Oliveira emociona
Em sua passagem por Paris, foi aclamado como “um espaço mágico onde o público e os artistas celebram a vida”, pois Travessia não é apenas um show e também não é teatro. É uma mistura saborosa que leva o espectador por uma viagem. Ele conta a história do trabalho, da luta e da festa do povo brasileiro e faz um passeio por nossa música em grande companhia: Villa Lobos, Tom Jobim, Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Elomar, Gonzaguinha...

“Travessia” é música encenada, é o som formalizado em imagens.
Às vezes a música é o texto dramático, às vezes, apenas o ritmo é o condutor e, às vezes, ainda a cena determina a música. Em todas essas formas, quase sempre, o resultado é surpreendente.

Em “Travessia”, o Grupo Ponto de Partida continua sua pesquisa de linguagem em que o ator é o centro da encenação. Ele canta, dança, interpreta, empresta seu corpo para desenhar o espetáculo. O palco está nu e os elementos de cena tanto são signos para leitura do espetáculo, como instrumentos de percussão.
“Travessia”, além de apresentar-se em várias cidades brasileiras, tem uma carreira essencialmente internacional, com temporadas na África, na América Latina e na Europa. É um espetáculo que tem o jeito e o cheiro do Brasil. Que ritualiza nossa alegria,brinca com nossos ritmos. Que está desenhado com nossa negritude e nossa latinidade.


GRUPO PONTO DE PARTIDA

Com 32 anos de trajetória, o Grupo Ponto de Partida estabeleceu-se como uma referência na investigação teatral. Pesquisou e desenvolveu uma linguagem única para musicais brasileiros e construiu uma dramaturgia inédita a partir da obra de autores como Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado, Manoel de Barros, Adélia Prado, Bartolomeu Campos de Queirós e compositores como Milton Nascimento e Chico Buarque. O grupo formou-se tecnicamente com os principais nomes do país – Fernanda Montenegro, Sérgio Britto, Cacá Carvalho, Jorginho de Carvalho, Babaya, Gilvan de Oliveira, para citar alguns. E é também o responsável pela criação e coordenação dos projetos Coro Meninos de Araçuaí, Bituca: Universidade de Música Popular e Corredor Cultural Ponto de Partida.

Fonte: Pilha Pura e assessoria da Vivo, patrocinadora do evento



2 comentários:

isabel disse...

Deve ter sido mesmo legal, Jô. Uma quinta-feira e tanto

Joana D'Arck disse...

Bel, você precisa ir nunca quinta dessas com a gente. Garanto que vai gostar. Quanto ao show, foi muito bom. O grupo agora está em Aracaju, com um espetáculo diferente do que foi apresentado aqui.

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