Quem somos

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O blog de Joana D'Arck e pilheiros

segunda-feira, 24 de março de 2014

A Semana Santa vem aí e o peixe também

A campanha para vender é com Roberto Carlos e as baleias.

Se a carne é  Friboi
Peixe é Sinval


sábado, 22 de março de 2014

Barbosa Lima: o importante é tocar

Antes de partir para nova turnê no México e Europa,  o  violonista brasileiro radicado nos Estados Unidos,   Barbosa Lima, 70 anos, fez  uma  apresentação no espaço aberto do centro comercial dos Barris, em frente à Biblioteca Central.

Aclamado pela crítica especializada por suas interpretações, que vão de obras eruditas de Bach, Handel e Scarlatti, a contemporâneas da área popular de autores como Antonio Carlos Jobim e Bobby Scott, Barbosa Lima  se apresentou nesta última sexta-feira numa programação da loja de CDs e DVDs Pérola Negra.

 "Toco em qualquer lugar, tanto em lugares maiores, quanto para uma roda de amigos. Gosto mesmo é de tocar. Amanhã vou para Inhambupe, a convite de uma amiga  e vou tocar entre amigos. Só depois é que viajo pro México", revelou o músico para o Pilha Pura, numa rápida conversa após um intervalo da sua apresentação, na qual falou da sua paixão pela música desde o sete anos de idade.Na segunda parte, Babosa Lima teve a companhia do porto-riquenho radicado na Bahia, Mario Ulloa, e  de Peu Souza, no bandolim.  Show!
 Encontro de feras:  Mario Ulloa, Barbosa Lima e Hamilton Carrilho


Tietando Barbosa Lima com Elcie e Miltinho
 Confira e curta



 Discografia de Barbosa Lima
  • (2001) Mambo nº 5 • Khaeon • CD
  • (1998) O boto • Concord Records • CD
  • (1996) From Yesterday to Penny Lane • Concord Records • CD
  • (1995) Twilight in Rio • Concord Records • CD
  • (1995) Contemporary etudes, preludes & pieces for guitar • Mel Bay Publications • CD
  • (1994) Brazilian Guitar • Mel Bay Publications • CD
  • (1993) Ginastera's sonata • Concord Records • CD
  • (1992) Chants for the Chief. Carlos Barbosa-Lima e Thiago de Mello • Concord Records • CD
  • (1991) Music of the Americas • Concord Records
  • (1989) Music of the Brazilian Masters. Laurindo Almeida, Carlos Barbosa-Lima e Charlie Byrd • Concord Records
  • (1988) Rhapsody in Blue/West Side Story • Concord Records
  • (1987) Brazil, with Love. Carlos Barbosa-Lima e Sharon Isbin • Concord Records
  • (1985) Impressions • Concord Records
  • (1984) Plays the Music of Luiz Bonfa & Cole Porter • Concord Records
  • (1983) Plays the Entertainer and Selected Works by Scott Joplin • Concord Records
  • (1982) Plays the music of Antonio Carlos Jobim & George Gershwin • Concord Records
  • (1963) Immortal Catullo • Chantecler/Continental • LP

sexta-feira, 21 de março de 2014

O tradutor de Djavan e outras pérolas

Achei essa pérola no blog da revista Piauí:


“Alçado à fama mundial depois de seu desempenho no funeral de Mandela, o intérprete Hérveton Mambembe foi escalado para traduzir o próximo show de Djavan. "Mambembe domina campos semânticos abstratos e metafísicos, fato que o qualifica como único ser humano capaz de transmitir os significados multipolares da poética de Djavan", explicou Carlinhos Brown.

No dia seguinte, o Procon apontou irregularidades na tradução dos versos "Por ser exato/ O amor não cabe em si/ Por ser encantado/ O amor revela-se/ Por ser amor/ Invade/ E fim".

É hilário mesmo, não é Simoa Borba? Segundo a nossa pilheira cismada com as letras do cantor-compositor mais imitado por cantores do país e um dos mais cantados em rodas de violão, Djavan costuma jogar dados para escolher a próxima palavra em sua técnica de composição (rsrs).


Confesso que também não entendo muito algumas letras. Acho que é buscando a lógica comum em suas composições que muita gente boa acaba entendendo tudo errado, ou melhor trocando as letras. A exemplo do nosso correspondente internacional Jadson Oliveira que cantarolava: “Ao sair do avião...”. Enquanto a letra original diz: “Açaí,guardiã/Zum de besouro um ímã/Branca é a tez da manhã.



E tem gente que fica buscando e inventando explicação para tudo e vai postando e as pessoas vão reproduzindo essas invencionices descabidas pelas redes sociais sem se dar conta de que estão propagando mentiras e bobagens. Uma dessas foi um post com ilustração, letra e áudio contando a história de como e porque as músicas foram feitas e o que teria inspirado seus autores. Para Flor de Liz, explicaram que Djavan a teria composto em homenagem à ex-mulher morta durante um parto. “Foi assim que eu vi/Nosso amor na poeira/Poeira/Morto na beleza fria de Maria...”.  O cara nunca foi viúvo! Só rindo, viu!

Tema similar: Canta, canta minha gente!

quarta-feira, 19 de março de 2014

terça-feira, 18 de março de 2014

Miami proíbe rolezinho de brasileiros

A neo cacauicultora baiana Mônica Bichara planejava um rolezinho
em junho para brindar o novo status. 
DOLPHIN MALL - A Confederação Americana de Fornecimento Nacional (CAFONA), que regula os Shopping Centers de Miami, conseguiu uma liminar na Suprema Corte dos Estados Unidos proibindo os rolezinhos de socialites, novos ricos, apresentadores de TV e blogueiros liberais brasileiros. "Eles chegam falando alto, tumultuando o ambiente", explicou o assessor James Sonny Crockett.

A notícia deixou os moradores da Barra da Tijuca (RJ), Higienópolis (SP), Santo Amaro do Ipitanga (BA) e Mangabeiras (MG) perplexos. "A gente só quer pegar mulher", disse o liberal Rodrigo Alfredinho, enquanto lamentava o peso da carga tributária brasileira sobre a nova linha de perfumes da Ferrari. "As praças de alimentação são verdadeiras ágoras da boa e saudável democratização do consumo e dos serviços", completou o colunista Ronald Sour.

Teólogos da libertação disseram que a atitude reforça o abismo existente entre o primeiro mundo e os países subdesenvolvidos. "Trata-se claramente de um apartheid mundial que reforça o protecionismo sócio-cultural da classe predominante", escreveu Leon Sakamoto.


Para relembrar o Buena Vista Social Club


Esse post vai especialmente para o amigo Jadson Oliveira, dono do blog Evidentemente e correspondente internacional do Pilha.  O texto e as fotos foram retiradas do Mundo sonoro.



O Buena Vista Social Club foi um clube de música e dança que teve seu auge na década de 1940 e que ficava em Havana, Cuba. Vários artistas passaram por lá ao longo de vários anos. Foi o caso de Anga Díaz, Compay Segundo, Ibrahim Ferrer, Manuel “Puntillita” Licea, Pío Leyva, Rubén González, apenas para citar alguns. Na década de 1950, o clube fechou e nunca mais se viu em Havana um lugar como este, deixando assim, os seus músicos órfãos. A maioria mudou de carreira para poder se sustentar e alguns passaram anos sem tocar nenhum instrumento. Definitivamente abandonados e sem esperança de um dia voltarem a viver de suas músicas. Em 1996, mais de 40 anos depois do fechamento do clube, o músico e produtor americano Ry Cooder (Los Angeles, 15 de Março de 1947) foi até Havana tentar reencontrar essas lendas da música cubana. O interesse pelos  músicos surgiu depois que Cooder ouviu algumas gravações desses artistas.

 

Ry Coorder conseguiu reunir muitos deles: Ibrahim Ferrer, Compay Segundo, Omara Portuondo, Eliades Ochoa, Faustino Oramas e Rubén Gonzáles. Junto com esses artistas e outros musicos, Ry Cooder conseguiu gravar um disco fantástico que foi aclamado mundialmente: Buena Vista Social Club. Deste encontro e da gravação do disco, surgiu o documentário homônimo, que mostra todas as etapas, desde as primeiras entrevistas  com os músicos em Havana até o que seria o ápice para eles: A apresentação no Carnegie Hall em Nova York. Não esquecendo ainda que, antes de se apresentarem em Nova York, eles fizeram uma fantástica apresentação em Amsterdan na Holanda. O disco foi premiado com um grammy e o documentário foi indicado ao Oscar de melhor documentário e ganhou, merecidamente, o European Film Awards.

 

Além de uma música fantástica, o mais interessante deste projeto é a satisfação dos artistas cubanos e o reconhecimento de seus trabalhos. É possível perceber no documentário a alegria deste músicos que mostraram os seus talentos e que foram aplaudidos em todo o mundo. Até porque, muitos deles passavam por necessidades e lutavam para sustentar suas famílias. Uma fama mais do que merecida.



segunda-feira, 17 de março de 2014

Passeio virtual pelo Vaticano

Se você não foi ao Vaticano, mas tem curiosidade de conhecer melhor a arquitetura e a arte dos seus mais importantes monumentos religiosos, compartilhamos aqui os links para um verdadeiro tour virtual pela Basílica de São Pedro, onde você pode ver a decoração em afrescos, pintada pelos maiores artistas da Renascença, incluindo Michelangelo, Rafael, Bernini e Sandro Botticelli.  Clic nas legendas das fotos e faça o seu passeio também pela belíssima Capela Sistina e a Basílica São Paulo Extramuros.

Basílica de São Pedro
Basílica de São Pedro - é uma basílica no Estado do Vaticano. Trata-se do maior e mais importante edifício religioso do catolicismo e um dos locais cristãos mais visitados do mundo.



Capela Sistina
Capela Sistina - é uma capela situada no Palácio Apostólico, residência oficial do Papa na Cidade do Vaticano. 

São Paulo Extramuros
A Basílica de São Paulo Extramuros, ou Basílica de São Paulo Fora de Muros é, em dimensões, a segunda maior basílica católica de Roma, só superada pela Basílica de São Pedro na Cidade do Vaticano. É uma das quatro basílicas patriarcais

sábado, 15 de março de 2014

Chapada Diamantina: pura beleza e energia



Ao chegar na região para visita de quatro dias capturou esta
 A Chapada Diamantina não é um lugar, é um estado de espírito.  Assim define o apaixonado por fotografia e amigo do Pilha, Ernandes Santos, autor do belíssimo ensaio fotográfico que reproduzimos aqui.
Ernandes :"Deus existe? Não sei.
Agradeci a ele assim mesmo
 depois de ter visto isto de perto"








 “O grande problema de viajar pra Chapada é não querer mais voltar. A disparidade entre a energia que rola por lá e a que existe aqui (Salvador) é brutal”. O sentimento dele e de quem conhece essa maravilhosa região da Bahia é tão forte que muitos visitantes de tudo que é lugar do mundo ficam por lá. “Não fosse pela família e amigos que tenho por estas bandas, sei não...”, confessa o amigo em sua página no Facebook.

Cachoeira do Buracão, em Ibicoara
Ele fez uma viajem de quatro dias e capturou essas imagens nos municípios de Ibicoara, Mucugê e Andaraí, passando pelo mágico  e histórico distrito de Igatú. Adiantou pro Pilha que pretende voltar logo para garimpar mais preciosidades, inclusive em Lençóis.

Quem conhece a região, vale conferir essas belas fotos para amenizar a saudade. Quem não conhece vai saber o que está perdendo.
Cachoeira do Recanto Verde, Ibicoara
Mucugê


Cachoeira do Buracão, Ibicoara
Ibicoara


Cachoeira do Recanto Verde, Ibicoara





BA-142, saindo de Andaraí 




Rio Coisa Boa, Igatu


Igreja de São Sebastião, Igatu

Andaraí


Igatu 

terça-feira, 11 de março de 2014

Vem aí " A voz do carnaval"

O cineasta Daniel Talento está em processo de finalização  do documentário longa-metragem sobre a guitarra baiana, um instrumento genuinamente brasileiro.  O filme foi uma produção da Tia Maria Filmes. O trabalho terá a participação de Armandinho Macedo, Aroldo Macedo, Moraes Moreira, Luís Caldas, Fred Menendez ,Caetano Veloso,  Missinho, professor André Migueis, Durval Lelys, o radialista Perfilino Neto.e outras feras.  A estreia será em julho, no circuito de festivais e  salas de cinema.




sábado, 8 de março de 2014

Bora lá mulherada!

Homenagem do Pilha ao Dia Internacional da Mulher

O dia em que Maria fez Lampião tremer de amor

*Por Xico Sá

Dia Internacional da Mulher,  dia de aniversário de Maria Bonita.Essa menina que enjoou da boneca mais cedo do que as outras.Essa baixinha invocada. Tipo que a gente gama pela brabeza e pelo destemor de se jogar lindamente sob o solzão estralado da existência.
Pense em uma mulher bem-resolvida, meu caro Sigmund. Melhor: uma mulher que sabia o que queria no calor da hora. Repare a enquadrada que ela dá em Virgulino:
– Como é, quer me levar ou quer que eu lhe acompanhe? –sapecou a baiana, idos de 1929, dos 18 para 19 anos, deixando Lampião, acossado, risinho amarelo fora dos beiços.
Foi a primeira cantada de uma mulher em um homem no Nordeste brasileiro. Reza a lenda e quem tiver sua realidade que não me venha botar gosto ruim na história.

temido bandoleiro, que já havia deixado um rastro de sangue pelos sertões, estava diante de uma mulher que o fazia tremer como vara verde de canafístola:
– Como você quiser, Maria; eu também quero. Se estiver disposta a me acompanhar, vambora” –respondeu, assombrado com a danação da pequena.
E lá estava formado, com esse diálogo fumegante, o casal mais lendário do Nordwestern -Bonnie & Clyde é muito pouco quase nada diante das aventuras desta parelha.

A moreninha mignon, olhos enfeitiçadores –charmosamente estrábicos, como amo isso!–, era a primeira fêmea a participar de um bando de cangaceiros, uma história dominada pelos homens desde que o século 18, quando o pernambucano José Gomes (1751-1776), o Cabeleira, deu início a este ramo.
O pioneirismo de Maria Gomes de Oliveira enfrentou resistência. A suspeita dos cabras de Lampião era que a presença feminina enfraqueceria o cangaço,facilitando a captura dos fora-da-lei por parte das forças policiais ou “volantes”, como eram conhecidas.

“Homem de batalha não pode andar com mulher. Se ele tem uma relação, perde a oração, e seu corpo fica como uma melancia: qualquer bala atravessa”, declarou o cangaceiro Balão.
O sociólogo e psicanalista cearense Daniel Lins, no seu livro “Lampião, o Homem que Amava as Mulheres” (ed. Annablume) mostra o contrário. A tropa ganhou mais força com a presença delas.

Um depoimento do bandoleiro Volta Seca -um excelente compositor, aliás -sustenta o argumento: “Elas se mostravam sempre corajosas, era raro que criassem problemas”.

Há quem entenda a participação de Maria Bonita e suas amigas, companheiras de outros integrantes do bando, como um marco precursor do feminismo no Brasil. Faz todo sentido.

“Pela primeira vez na história, as mulheres dividiam as tarefas com oshomens igualitariamente. E o comprimento da saia subiu para acima do joelho”, diz um dos principais especialista do ciclo do cangaço, o historiador Frederico Pernambucano de Melo, autor do clássico e imperdível (mesmo!) “Guerreiros do Sol” (ed. Girafa). Leia, Lola, leia.

Quando conheceu Virgulino Ferreira, na fazenda Malhada do Caiçara, hoje município de Paulo Afonso (BA), onde Lampião se refugiava, Maria era casada, desde os 15, com o sapateiro José Miguel da Silva, o Zé de Neném, contra quem pesava, coitado, naquele cenário machista, a suspeita de ser estéril.
A convicção que estava diante do amor da sua vida foi fatal para o fim do primeiro relacionamento de Maria Bonita.

Dai por diante o rei e a rainha do cangaço se grudaram, entre batalhas, dengos e cafunés –um capricho de Virgulino–, durante nove anos, até que a morte os separou, em 28 de julho de 1938, quando Lampião foi assassinado pela PM e Maria, degolada, na mesma ocasião, na gruta de Angicos, em Poço Redondo, Sergipe. Fim do romance, jamais do amor e da lenda.

De profundis: Se você quer saber mais sobre todas estas danações, leia, além do Frederico e do Daniel, acima citados, “A dona de Lampião”,  livraço, narrativa com boniteza e arrojo, da escritora Vanessa Campos, de Tirunfo (PE) para o mundo.
Querem mais dois bons, para instigar o juízo e o conhecimento sobre esse tema mais do que fascinante? Lá vai: “Lampião –as mulheres e o cangaço” (ed. Traço), de Antonio Amaury;  “Os Homens que Mataram o Facínora – A História dos Grandes Inimigos de Lampião” (Record), de Moacir Assunção.

sexta-feira, 7 de março de 2014

"E os canalhas, onde estão enterrados?"

(Ilustração: Internet)
NA MORTE, A GENTE ESQUECE

Reproduzido do blog Evidentemente:

Com este título aqui acima encontrei esta nota hoje, dia 7, no Facebook, de autoria do jornalista Leandro Fortes. Botei o título lá encima, arranjei uma ilustração na Internet, e reproduzo: verdadeira e muito apropriada.

Pode parecer estranho, mas esse Sérgio Guerra que morreu, homem íntegro, político brioso e leal, tribuno das verdades e amantíssimo brasileiro por ora cantado em loas por colunistas e autores de necrológios da política em geral, nada tem a ver com o outro, que conheci: virulento, vira-casaca, vingativo e truculento.
Será que se trata da mesma pessoa?

Essa reverência post mortem, bem típica do Brasil, me lembra a história do rapaz que foi ao cemitério pela primeira vez e leu nos túmulos: "Pai dedicado", "Marido amantíssimo", "Cidadão de respeito", "Homem de valor", e outras louvações do tipo.

Estranhado de tanta virtude, o rapaz vira-se para o amigo que o levou ao cemitério e pergunta: "E os canalhas, onde estão enterrados?"

terça-feira, 4 de março de 2014

Protestos contra IPTU e imposição de marca de cerveja na Mudança do Garcia

 O aumento do IPTU liderou a onda de protestos que mais uma vez marcou a Mudança do Garcia, agora oficializado circuito Riachão. E se diante das câmaras de TV  instaladas nos circuitos da Barra e do Campo Grandes os artistas repetem a "babação" fazendo elogios  ao prefeito de plantão, no Garcia os foliões não perdoaram "Netinho" e manifestaram a insatisfação contra o aumento do imposto e a imposição de marcas de cerveja que a Prefeitura fez nesse Carnaval. A Mudança do Garcia, tradicionalmente realizada na segunda-feira da festa momesca, foi marcada mais uma vez pela irreverência, espontaneidade e manifestações políticas e culturais. 












O PSOL  protesta contra o carnaval de camarotes do circuito barra/Ondina


O poeta Castro Alves foi lembrado





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