Quem somos

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O blog de Joana D'Arck e pilheiros

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Para Sinval pescador


Laranja Mecânica dia 6 no Cineclube Glauber Rocha

Dia 6 de maio, às 20h, no Espaço Itaú de Cinema - Glauber Rocha, a primeira sessão do Cineclube Glauber Rocha será a exibição do filme "Laranja Mecânica", de Stanley Kubrick. Cópia restaurada, 2K.

Após a exibição, debate com o crítico João Carlos Sampaio.
Discotecagem de Carol Morena no Foyer do Espaço após a sessão!

Os ingressos serão vendidos a partir das 12:00 no dia 6 de maio, a R$ 1,00 (inteira) e R$ 0,50 (meia).

Site do Cineclube: http://cineclubegr.com/

segunda-feira, 28 de abril de 2014

In-Edit em Salvador


In-Edit - festival cinematográfico específico "atiça diferentes paixões musicais, mexendo com tribos e gêneros distintos, através de linguagens que flertam com a ficção e se espelham no noticiário. Por trás de filmes específicos, o evento consegue reunir tanto cinéfilos cricris quanto fãs xiitas de bandas obscuras – e uma renca de curiosos e gente disposta a se divertir e se emocionar vendo um filme". Em Salvador, em sua quarta edição, acontece na Sala Walter da Silveira, agora em maio. Bastante aguardado o documentário de Daniel Talento Guitarra Baiana: A voz do Carnaval
Veja também Programação do festival em São Paulo

quarta-feira, 23 de abril de 2014

O paulista comeu

Eis a estreia de um dos novos colaboradores do Pilha. Nossa “Janistraquis” (redatora oculta do blog que fica aqui do lado dando pitaco) sugeriu que o título caracterizasse  um olhar (paladar) paulista, porque apesar de baiano, o nosso peso de ouro passou a vida inteira em São Paulo e só agora veio morar em Salvador.


Depois de ser ameaçado de demissão por demorar a assumir o posto neste blog, para o qual, segundo a “Big Boss” Joana D’arck, fui contratado a “peso de ouro”, finalmente tive um tempo para essa primeira postagem. Como fui apresentado como recém-chegado a Salvador e morando no “bucólico” bairro de Itapuã, optei por estrear falando sobre minhas primeiras impressões e experiências na cidade, especialmente as culinárias, etílicas e culturais. Nesse primeiro momento vou tratar só da parte da culinária.

Ao chegar num lugar que não conheço muito bem, antes de partir para as descobertas sempre me lembro das orientações do filosofo Walter Benjamin, que abre um famoso texto sobre sua infância na cidade de Berlim com a seguinte frase: “Saber orientar-se numa cidade não significa muito. No entanto, perder-se numa cidade, como alguém se perde numa floresta, requer instrução”. E “perder-se” pela cidade exige certos cuidados para que as aventuras gastronômicas, etílicas e culturais não se tornem degradáveis e caras.

A bela vista do bar Cruz do Pascoal
Ao escolher um lugar para comer sempre levo em consideração o conceito desenvolvido pelo jornalista André Barcinski no seu ótimo “Guia da Culinária Ogra”, que apesar de traçar um mapa sobre os melhores locais para se comer bem e barato em São Paulo, tem dicas para qualquer lugar. Barcinski conceitua que um bom lugar não pode ter no nome termos como “Chez” ou “Bistrô” e “chef”, tem que ser cozinheiro mesmo. A comida deve ocupar totalmente o prato ou de preferência derramar pelas bordas; os garçons não podem ser modelos ou estudantes de moda, basta conseguirem servir o arroz usando duas colheres e sem derramar um grão e de preferência saber o resultado do futebol; a bebida tem que descer bem, não “harmonizar”. Nesse estilo, já encontrei algumas opções interessantes na cidade.
Começando pelo meu lugar preferido, a carne do sol com purê de aipim da “Cruz do Paschoal”, o interessante boteco que fica na Rua do Carmo. A primeira impressão que tive, observando apenas a frente do bar, imaginei que seria daquele tipo onde se bebe no balcão (a frente é pequena), mas ao entrar por um beco localizado ao lado do caixa, me deparei com uma grande varanda no fundo com uma vista linda para a Baia de Todos os Santos, que por si já vale a visita.


No Largo 2 de Julho - que é outro lugar onde cheguei através de uma espécie de labirinto-  é difícil  imaginar que entrando nas vielas da Rua 7 de Setembro podemos nos deparar com um largo tão bonito e agradável. É ai que fica o “Líder”, um bar parecido com uma padaria, onde se reúnem diversos tipos da urbe e sai um sanduíche de pernil que é uma delícia.  Quando morava em São Paulo, comia um sanduba de pernil no “Estadão” - espécie de instituição noturna da Paulicéia, aberto 24h – onde o dono ostenta vários quadros com títulos fornecidos por grandes jornais e revistas que asseguram: “O melhor pernil do Brasil”. Eu acreditei nisso por muito tempo, mas depois do pernil do Líder, o “Estadão” perdeu seu posto (pelo menos pra mim).

Para não me estender muito no assunto culinário e vocês ficarem imaginando que eu só penso em comer, vou apenas citar algumas outras opções que me agradaram: o filé e o pastel do bar “Armazém 347”, ou simplesmente “bar do Seu Zé”, na Saúde, ótima opção para antes de um BA x VI na Fonte Nova; a feijoada e a carne de sol com banana da Barraca de Juvená, em Itapuã, onde rola um samba de primeira aos Sábados; e a comida “Ligth” do Porto do Moreira, na esquina da Carlos Gomes com a entrada do Largo 2 de Julho.
Claro que conheci outras opções interessantes, mas essas que citei são minhas preferidas. Quem não gosta de lugares onde o garçom vai logo perguntando: “O de sempre senhor?” .

Apesar da preferência pela culinária “ogra”, se a ocasião for especial topo de imediato ir a qualquer bistrô ou chez da vida, comer um prato daqueles que não se sabe de imediato se é pra comer ou pregar na parede. Como ainda não conheço essa parte mais elegante da culinária soteropolitana, peço aos pilheiros e leitores de plantão dicas e sugestões.

domingo, 6 de abril de 2014

Um sax e um violão



Surpresa das boas hj no clube da Fazenda Real (Simões Filho). Um showzaço do cantor e músico Duda Menezes, com a canja maravilhosa da saxofonista e maestrina Sônia Oliver, da Lira de Maracangalha e ex-saxofonista da Orquestra Fred Dantas. Isso no bar, à beira da piscina...

Não resisti e pedi os contatos, pois o que é bom é pra se divulgar:

Sônia Oliver: sonia.sax@hotmail.com
                     lirademaracangalha@yahoo.com.br
                     8890-5551 (oi)
                     9125-4557 (Tim)
                     3240-0497

Duda Menezes - 8898-6360




Nova contratação para reforçar o time

Contrato a peso de ouro: Everton Behrmann   
Everton Behrmann.  O historiador, com nome de internacional, é um baiano autêntico, morador recente do bucólico bairro de Itapuã, bastante crítico, com muito senso de humor e  atento às pérolas que rolam nas redes virtuais, chega para dar novo gás ao blog onde se fala de tudo um pouco.

O Pilha continua agregando cada vez mais gente interessante. Seja bem vindo Everton!

Daviiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...


sábado, 5 de abril de 2014

Prata nova na casa

O jornalista Luiz Fernando Lima, paulista radicado na Bahia.
O nosso Pilha acaba de ganhar novo colaborador para carregar ainda mais as baterias do blog. Seja bem vindo Luiz Fernando! Bota pilha aí!

sexta-feira, 4 de abril de 2014

quinta-feira, 3 de abril de 2014

"Noé" na versão de um ateu

Estreia hoje nos cinemas o filme "Noé", do diretor  Darren Aronofsky,   que somente pelo elenco já dá vontade de conferir Russell Crowe,Anthony HopkinsJennifer Connelly e Emma Watson.

A história original de Noé, como todas contadas na bíblia, é  fantástica o suficiente para inspirar bons filmes e também muitas  interpretações e piadas. O filme de Aronofsky  (um ateu confesso), que segundo a Paramount, responsável pelo lançamento, tem "liberdades artísticas" mas "é fiel à essência, aos valores e à integridade da história",  já causou  polêmica e protesto de grupos religiosos e foi proibido em países árabes . 
Agora veja essa  sinopse  hilária, certamente produzida por um ateu, capaz de  provocar a ira dos crédulos, mas no mínimo espirituosa, engraçadíssima:

"O filme conta a história de Noé (Russel Crowe), um ancião de 600 anos que resolve construir um barco após ouvir Deus dizer que mandaria um dilúvio para afogar toda a humanidade, inclusive idosos, enfermos, jovens, crianças, grávidas e bebês. Noé e seus filhos, que possuíam aproximadamente 100 anos, passam a ser responsáveis por acondicionar na embarcação, mesmo diante da impossibilidade física, quase 10 milhões de animais (incluindo os de continentes ainda não descobertos), que desafiavam as leis da natureza não comendo outros animais e se adaptando ao clima diferente  do encontrado em seus ambientes de origem. Após serem os únicos sobreviventes do dilúvio, pois todas as outras pessoas que também possuíam barcos morreram afogados, a família de Noé tem um novo desafio: repovoar o planeta através do incesto e dar origem a povos diferentes e etnias como negros, pardos, asiáticos, etc". 

terça-feira, 1 de abril de 2014

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