Quem somos

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O blog de Joana D'Arck e pilheiros

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Brasileiro bebe cerveja de milho e arroz



POR QUE ENGORDAMOS BEBENDO CERVEJA NO BRASIL...

   Uma das bebidas mais adoradas pelos brasileiros, a cerveja, geralmente é produzida de malte feito de cevada. Mas algumas receitas permitem o uso de outros cereais. A cerveja brasileira por exemplo na verdade é quase uma bebida alcoólica de milho. Isso mesmo. Uma pesquisa da USP e da Unicamp mostra que cervejas brasileiras possuem 45% de milho em sua composição, percentual máximo permitido pelo Governo. Quando você ler no rótulo da cerveja "Cereais Não Maltados", nada mais são do que o milho e o arroz camuflados!
Cervejas com milho
    E a para piorar, eles querem que o governo aprove que seja permitido que esse percentual suba para 50%. Ou seja, eles querem que uma cerveja possa ter em sua composição até 50% de milho ou arroz, que são bem mais baratos que a cevada.

    Pois é amigo, se você bebe Bohemia, Brahma, Skol, Antarctica ou Nova Schin, você bebe uma mistura de refresco de milho com cevada, bem parecida com a cerveja.

 A Ambev, fabricante das marcas Caracu, Antarctica, Brahma, Bohemia e Skol, jura que "falsificar a cerveja com milho é: "controlar a quantidade de malte de cevada que é necessária para obter cerveja com características adaptadas ao paladar do consumidor brasileiro: leve, refrescante e de corpo suave".

    Ok, mas a grande verdade que essa ladainha toda dita pela Ambev é apenas uma desculpa para ter uma alternativa mais barata, a cevada. Quase todo o malte é importado, como eles mesmo dizem: "A Ambev leva aos seus milhões de consumidores receitas seculares produzidas com os melhores insumos disponíveis em todo o mundo".


Além de não serem "cervejas de verdade", as cervejas brasileiras levam em sua composição muito açúcar, ingrediente esse necessário para fermentação do "cereais não maltados" - leia, milho e arroz. Ou seja, além de tudo as nossas cervejas populares engordam mais!

Infelizmente, a legislação não exige que as empresas declarem nos rótulos a composição exata das cervejas que produzem. Somente proíbem que os outros cereais não passem de 45%... por enquanto.

Mas nem tudo está perdido... Ainda existem algumas cervejas nacionais que possuem alto teor de cevada, ou seja, cervejas que são mais cervejas.


Cervejas com Malte de Cevada

    Transparência é tudo. Se a industria tem o direito a colocar milho ou arroz na cerveja, deveria também ter a obrigação de informar ao consumidor a quantidade utilizada. Não se pode esquecer que tem determinados locais que cobram mais de R$ 8,00 por uma garrafa de cerveja, como os botequins mais badalados da cidade.

    Acredite, a industria da cerveja está longe de ser uma industria que passa por dificuldades, pelo contrário... de cada R$ 100,00 vendidos pela cervejeira, R$ 49,80 é lucro, mas andam chorando porque SÓ lucraram 1,8 bilhão no trimestre passado...

E para você, qual sua cerveja preferida? Ela faz parte do grupo das "cervejas de verdade" ou das "populares".

Matéria originalmente publicada no site Estimulanet.com

A direita estava certa, sou obrigado a concordar

Recebi esse texto. Não conheço o autor, mas gostei da ironia. 


Hoje está fazendo uma semana que a Copa do Mundo se iniciou. 
Conforme prognosticaram os jornalistas, embasados em vasta experiência jornalística, honestidade de propósitos, compromisso com a verdade e isenção política, infelizmente está tudo acontecendo como o esperado.
Parabéns às tevês Globo e Band, à revista Veja, aos jornais Folha de São Paulo e O Globo, pela perfeita percepção da realidade, o que só os que fazem jornalismo sério, não corrompido por interesses políticos e pecuniários, podem ter.
Como era esperado, o vexame é total, o que enxovalha o Brasil aos olhos do mundo e mostra toda a incompetência política e administrativa desse governo, nos expondo assim a humilhante situação, da qual demoraremos muitos anos para nos livrarmos.
Para fazer as afirmações que se seguem, pautei-me pelo que tenho lido na imprensa internacional, a partir de jornalistas estrangeiros e turistas do mundo todo, e postado pelos bravos militantes da direita, intelectualizados e precisos nas suas análises e críticas.
Os estádios todos inacabados, de arquitetura no mínimo duvidosa, feios, mal iluminados… Acertaram os que disseram que só ficariam prontos na próxima década.
As chamadas obras de infrestrutura, no entorno dos estádios, foram uma balela. Os engarrafamentos, nos momentos que antecedem os jogos, são quilométricos, com os torcedores chegando atrasados, inclusive com muitos deles desistindo de entrar nos estádios.
Os aeroportos superlotados, com voos atrasados e cancelados, filas imensas nos guichês, bagagens extraviadas… Com todos os aeroportos por terminar, cheios de materiais de obras espalhados, numa imundície só.
Um outro fiasco que não poderia passar em branco é o das comunicações, com os correspondentes sem poder fazer contatos com suas bases, os links interrompidos ou com interferências, nos isolando nos momentos de pico, que antecedem e durante os jogos.
E o apagão, a suprema humilhação? Como é que em pleno século XXI um país inteiro pode ficar sem energia elétrica por horas, em silêncio, no escuro, envergonhado?
O apontado infelizmente aconteceu: um surto de dengue em pleno inverno, com os hospitais lotados, sem ambulâncias para transportar doentes, medicamentos em quantidade insuficiente, com muitos turistas debandando, voltando para os seus países, com medo.
Mas… O que mais temíamos e tínhamos certeza que aconteceria e ficaria fora de controle… A violência generalizou-se de tal maneira que nem mesmo as Forças Armadas estão tendo força suficiente para, se não debelar, pelo menos minorizar: brigas generalizadas entre torcidas, resultado de um serviço de segurança ineficiente, pequeno no número de homens, e despreparados.
As delegacias policiais já não dão conta de tantos registros de ocorrências de roubos, assaltos e sequestros, com balas perdidas em grandes aglomerações de turistas, os arrastões, promovidos por facções criminosas, com gente descida dos morros e vindas dos subúrbios.
Perdeu-se a conta de ônibus queimados, vitrines quebradas, lojas comerciais saqueadas…
Claro que uma situação dessa, e que só surpreendeu aos mal informados, não leitores de nossos jornais e revistas e telespectadores, só poderia gerar protestos, indignação, e então o que se viu foi o coro, em São Paulo, usando palavras de baixo calão, dirigidas à presidente da república.
Não passou pela cabeça de ninguém que deixar o povo ter acesso aos estádios seria uma temeridade? Como esperar civilidade, educação, postura, respeito e até caráter de pessoas de pouco estudo, baixos salários, residindo em áreas longínquas? Como esperar dessa gente qualquer coisa como simpatia, hospitalidade, cortesia? São ogros.
Só devedria ter acesso aos camarotes vips dos estádios os grandes empresários, os políticos de direita, os artistas e apresentadores da televisão, gente polida, educada, respeitadora, como não mostram no vídeo, em pleno exercício de monetário cinismo.
O país está um caos, e não foi por falta de aviso: a mídia avisou que seria assim, a oposição ao governo provou que seria assim, uma multidão de internautas inteligentes e bem informados mostraram todas as evidências de que seria assim, mas o governo não quis ouvir e pôs avante esse sonho megalômano de realizar uma Copa do Mundo aqui.
O Brasil nunca mais será o mesmo aos olhos do mundo, que agora entendeu que, aqui, a mídia e os partidos de direita (Dem, PSOL, PSDB…) são mais criminosos que o Comando Vermelho e o PCC.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Raimundo Lima chorou mais que "Mané"

Carmelinha estava lá, mas nem precisou perguntar ao véi Raimundo Lima "vai chorar, Mané?", como é do seu feitio. Eu que diga, né dona Carmela?

O bicho tava com o chororô aberto de tanta emoção ao receber o Título de Cidadão de Salvador na Câmara, sexta-feira (30) à noite. A entrada de Raimundinho no Plenário Cosme de Farias foi de arrepiar, ao som do Bolero de Ravel tocado por ninguém menos que Armandinho, na guitarra baiana.

Daí em diante foi um show de boa música (nem parecia sessão solene), com Juliana Ribeiro, Aloísio Menezes, Carlos Pita, Capinan, Antônio Carlos e Jocafi, Nelson Rufino, Andréa Nery....

Dezenas de colegas compareceram, emocionando mais ainda o coração véi de guerra do nosso feirense/ angolano/soteropolitano. A iniciativa da homenagem ao jornalista Raimundo Lima, ex-presidente do Sinjorba por 2 gestões, foi da vereadora Aladilce Souza, atendendo a sugestão de Olívia Santana.

Fotos: Geraldo Badá e Reginaldo Ipê












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