Quem somos

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O blog de Joana D'Arck e pilheiros

segunda-feira, 27 de julho de 2015

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Ao saudoso mestre André Setaro

Revendo ontem, na telinha, A Princesa e o Plebeu, com Audrey Hepburn e Gregory Peck, tive mais uma sessão de encantamento com a atuação e o charme  dos protagonistas deste clássico. Não tive como não acordar lembrando do meu professor de cinema, no curso de Comunicação da UFBA, André Setaro, que na última sexta-feira, 10, completou um ano de sua morte, aos 64 anos, vítima de infarto. Deixou grande lacuna como crítico de cinema e muita saudade entre ex-alunos e todos que tiveram a oportunidade conhecê-lo. Figura ímpar: calma e irreverente, doce e contestadora, lúcida e doidona.

Na sua página , no Facebbok, Setaro também brincava
com a própria imagem em efeitos como este e outros
 hilários. 






Guardei esse rápido e último diálogo com o professor, via Facebook

"Atualmente as coisas mudaram. Grandes filmes da história do cinema podem ser adquiridos para se ter em casa. E há a possibilidade de baixar qualquer filme pela internet. Os preços dos DVDs são acessíveis a qualquer um, principalmente nos magazines espalhados pelos shoppings, onde se pode comprar discos a 9,90. Os cinéfilos têm seus filmes preferidos nas prateleiras de seus lares. O caráter fugidio desapareceu e a interferência no tempo é total. Se, antes, o espectador era um Escravo da projeção, hoje ele é Senhor do que está a ver." (André Setaro)


Trecho de conclusão do texto de André Setaro , intitulado "Psicologia da recepção" , publicado em seu Setaro's Blog.




Sobre o filme que inspirou essa singela homenagem póstuma, A Princesa e o Plebeu:  Ao visitar Roma, Ann (Audrey Hepburn), uma princesa, resolve "passear" anonimamente e se envolve com Joe Bradley (Gregory Peck), um repórter que, ao reconhecê-la, tem a oportunidade de um "furo".




quarta-feira, 8 de julho de 2015

Cazuza vivo pra sempre, até a eternidade!

Cazuza morreu aos 32 anos, em 07 de julho de 1990
 E lá se vão 25 anos da morte de Cazuza. E parece que foi ontem. Parece que nunca foi. Ele nunca se foi, nem vai,  tão marcante, tão presente é a sua música  irreverente, romântica, contestadora e atemporal, que continua nos embalando e despertando novas gerações. Parece que foi ontem, a gente  se deliciando com o show Exagerado, no Teatro Castro Alves, do primeiro disco solo dele, depois  sair da banda Barão Vermelho.  
Viva o mais exagerado talento do  rock brasileiro!
Viva Cazuza!




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http://www.estadao.com.br/tudo-sobre/25-anos-sem-cazuza 











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domingo, 5 de julho de 2015

TODA SOLIDARIEDADE A MARIVALDO FILHO

Na madrugada deste domingo nosso amigo Marivaldo Filho, jornalista da Camara e do site Bocão, foi covardemente agredido por policiais e conduzido algemado, sangrando, como se fosse um marginal. Isso não ficará assim, exigimos apuração rigorosa dos fatos e que o estado garanta a segurança de Maru.

E que o evidente racismo contido nessa abordagem desastrosa também seja apurado. Vejam o relato do próprio Marivaldo;

'


Tinha tudo para ser um domingo perfeito. Meu time do coração venceu, sai do trabalho no site Bocão News e fui até uma comemoração de aniversário de um grande amigo. Na saída, presenciei agressões covardes de policiais militares a um amigo somente porque ele tinha colocado um copo de cerveja em cima do carro de um dos policiais que estava sem farda. Além de procurar desentendimento por um motivo tão banal , foi "auxiliado" pelos outros, fardados, que espancaram o rapaz sem nenhum motivo. Indignado com o que vi, resolvi tirar uma foto da viatura. Um dos policiais percebeu que fiz o registro e veio me questionar. Gritou e mandou eu apagar a foto. Respondi que não apagaria porque não tinha feito nada de errado. Ele perguntou se eu era advogado do rapaz agredido. Respondi que era jornalista. Foi a senha para o terror começar.
Porque tirei a foto da viatura recebi ordem de prisão por "desacato e desobediência ". Antes de ser algemado e colocado na viatura da forma mais agressiva que vocês possam imaginar, recebi, antes, muito socos na cabeça. Muitos. Já atordoado, o policial devolveu meu celular para que desbloqueasse e ele pudesse apagar a bendita foto. Por ter tomado muitos socos, não conseguia acertar a minha senha, completamente baqueado com os murros. Insatisfeito por eu não estar conseguindo acertar a senha, o policial pegou um objeto do chão (que acredito que tenha sido uma pedra) e socou com o objeto pontiagudo em minha cabeça, provocando um ferimento que resultou em oito pontos. Vi meus amigos chorando, sofrendo comigo, impotentes. Depois de, enfim, conseguir colocar a minha senha e dar o celular para ele apagar a foto, fui algemado e colocado na viatura. Fui conduzido de forma desumana à UPA do bairro de Roma e, apesar de passar a vergonha de entrar na unidade algemado e agredido porque resolvi registrar a brutalidade dos PMs, fui muito bem atendido. De lá fui encaminhado à Central de Flagrantes e só saí de lá às 5h20. Fui confortado pelo olhar acolhedor da delegada e pensei: "existem os bons! Existem os policiais de bem". A minha esperança é de que um dia eu consiga me sentir protegido pela polícia. Sei que os bons são mais fortes dos que os maus. Irei até as últimas consequências e espero uma resposta do Estado. Fiz exame de corpo de delito e amanhã vou à Corregedoria. Continuarei lutando contra o que é injusto. O que aconteceu comigo não é um fato isolado. Acontece aos montes nos bairros pobres e continuam invisíveis. Como comunicador, como cidadão, tenho a obrigação moral de não me calar e cobrar uma posição do Estado e irei tomar todas as medidas judiciais cabíveis. Espero que alcancemos, um dia , um Estado que acolha e não ataque. Mais do que os pontos na cabeca , estou ferido na alma. Destruído. As lágrimas de agora vão me fortalecer para as batalhas que virão. Continuarei lutando. Continuarei sonhando!'

sexta-feira, 3 de julho de 2015

quinta-feira, 2 de julho de 2015

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