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O blog de Joana D'Arck e pilheiros

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Mentes perigosas


Há cinco dias de molho, lutando contra uma super virose, entediada, poucas vezes com saco para navegar, postar... enfim, enjoada, mas ainda assim, doida para ganhar a rua e as mesas de bar e trocar  abobrinhas com amigos. Tudo que consegui nesse período, além de fazer algum trabalho dentro de casa, foi ler um livro pank: "Mentes perigosas - O psicopata mora ao lado”, de Ana Beatriz Barbosa Silva.

Fiquei apavorada com esse livro, passando a achar que vivemos cercados de psicopatas, esses seres vampiros, charmosos, envolventes, sedutores e inteligentes, mas sem sentimentos, sem compaixão, sem amor. Segundo a autora, são movidos pelos instintos, pelo prazer sexual, pela ambição, pela arte de enganar, de possuir e manipular as pessoas.

E engana-se quem pensa que todo psicopata é matador, serial killer, criminoso perigoso. Nada disso, você pode estar namorando um, ter amigos, filhos, vizinhos psicopatas (ai que meda!) e nunca se dar conta disso. Veja Sinopse
As características dessas criaturas são encantadoras, na descrição da autora, um convite à aventura, à vida excitante e imprevisível, mas representam um abismo, muitas vezes sem fim, porque elas podem arrasar a vida de quem encontra, dos que lhes dão confiança.

O psicopata no entanto não é visto como um doente, como um esquizofrênico, por exemplo, que pode ser tratado, socializado sem representar danos aos outros. A autora assim descreve o psicopata: “Eles vivem entre nós, parecem fisicamente conosco, mas são desprovidos deste sentido tão especial: a consciência”. Ou ainda: "Os psicopatas são vampiros da vida real. Não é exatamente o nosso sangue que eles sugam, mas sim a nossa energia emocional. Podemos considerá-los autênticas criaturas das trevas".

É de arrepiar não? A gente fica imaginando que seres são esses então? A autora não aponta solução para essas criaturas. Sinceramente não me conformo com isso. Há de surgir algum dia um jeito para humanizá-las. Ou a máxima do bom e do mau prevalecerá? Enquanto não se identifica a saída para transformar os psicopatas, você só tem uma saída, se identificar algum, CORRA!

4 comentários:

Araken disse...

Zorra a autora me definiu tão mbém que até agora estou impressionado

Joana D'Arck disse...

kkkkkkkkkk...Você não se acha,Arapinga, você se tem certeza. Malvaaaaado!

Rita Tavares disse...

Jô, li esse livro há um ano e meio, mais ou menos. A gente fica meio paranóica, tentando identificar o psicopata próximo utilizando as informações que o livro passa. Uma coisa é certa, tem pessoas com uma capacidade enorme de sugar nossa energia e, se aparecem nas nossas vidas num momento de vulnerabilidade e desantenação,aí é tragédia certa.

Rita Tavares disse...

Araka, você é um psicopata tupiniquim. Dá medo não.

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