Quem somos

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O blog de Joana D'Arck e pilheiros

quinta-feira, 14 de março de 2013

SEXO NO PRIMEIRO ENCONTRO
 
A maioria das pessoas que repondedu uma pesquisa, 77%,  declarou já ter feito sexo no primeiro encontro. Mas há muitas mulheres que, apesar das evidências em contrário, ainda se esforçam para se convencer de que sexo e amor têm que caminhar sempre juntos. Os homens nunca pensaram assim e jamais isso foi cobrado deles.
Quando uma mulher diz que não consegue transar com um homem se não houver muito amor entre eles, na maioria das vezes ela está apenas repetindo o que lhe ensinaram, impossibilitada de perceber os seus próprios desejos. Não há motivo para o sexo não ser ótimo quando praticado por duas pessoas que sentem atração e desejo uma pela outra.
A frustração e o vazio que muitos dizem sentir no sexo casual têm muito mais a ver com uma expectativa não satisfeita do que com o sexo em si. A questão é que, como o sexo não é visto como natural, costuma-se misturar as coisas e se busca algo mais do que prazer: continuidade da relação, namoro ou casamento.
O sexo, quando vivido sem medo ou culpa, pode levar a uma comunicação profunda entre as pessoas. A maioria das mulheres se recusa a fazer sexo no primeiro encontro, mas não por falta de desejo. É a submissão ao homem, ou seja, a crença de que tem que corresponder à expectativa dele.
A partir daí inicia-se uma encenação, onde o script é sempre o mesmo: o homem pode fazer sexo, a mulher não. Ele insiste, ela recusa. O tesão que os dois sentem é igual, mas ele continua insistindo e ela continua dizendo não.
Ela acredita que, se ceder, ele vai desvalorizá-la e não vai se dispor a dar uma continuidade à relação. Vai sumir logo depois que gozar. E o pior é que muitos homens somem mesmo. A luta interna entre os antigos e os novos valores não está concluída. Alguns se sentem obrigados a depreciar a mulher, que sentiu tanto desejo quanto eles, e não fingiu.
Estamos vivendo um momento de transição, em que os antigos valores estão sendo questionados, mas novas formas de viver e pensar ainda causam medo pelo desconhecido. Há os que sofrem por se sentir impotentes para fazer escolhas livres, mas o fim de muitos tabus a respeito do sexo é só uma questão de tempo. Não vale se esquecer da camisinha, no primeiro, no décimo ou no centésimo encontro…

4 comentários:

Joana D'Arck disse...

Que pesquisa é essa, Dr. Araken Fulcs? Quem fez, quem está analisando?

Emilson disse...

Pesquisa afirma que os casais transam no primeiro encontro por receio de não acontecer o segundo. É o que mais tem acontecido, não dá para perder a oportunidade. Sacanagem.

Araken disse...

Eu fiz a pesquisa. Se vc discorda, faça sua pesquisa e apresente seus argumentos. Me deixe viu...!

Joana D'Arck disse...

Não sou especialista em pesquisa, mas aí vai uma do norte-americano Anthony Paik percebendo que não há ligação entre o sucesso de relacionamentos e o fator dele iniciar ou não com sexo.

O estudo entrevistou 642 adultos para saber sobre a qualidade do relacionamento deles. Entre as perguntas feitas, o “quanto você ama seu parceiro”, “qual o futuro do relacionamento”, “como sua vida seria se o namoro terminasse”, eram algumas das indagações.

Preste atenção agora: a pesquisa até apontou que grande parte dos casais que levaram mais tempo para fazer sexo se mostrava mais felizes com o namoro do que os afoitos que transaram logo de cara. Mas isso não tem relação direta com a primeira vez, segundo o pesquisador.

O grande problema para o insucesso dos casais está como cada um encara um relacionamento. Quanto menos alguém acredita em namoro, maior a chance de sair por aí passando o rodo. Isso porque essas pessoas sempre acham que vale mais apena investir em relacionamentos curtos e intensos do que longos e estáveis. Logo, ficam mais insatisfeitos quando começam uma vida a dois.

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