Fortes cores primárias, batuques de Maracatu e o vício frenético do frevo são os ingredientes básicos que dão o tom do Carnaval do Recife-Olinda. O carnaval mais democrático do mundo é um desses espetáculos que as palavras não conseguem fazer jus a obra. No Recife palcos espalhados pelos quatro cantos da cidade, principalmente no Ricifi Antígo (pronunciado assim) levou esse ano para todos os foliões artistas como Lenine, Alceu Valença, Seu Jorge, Roberta Sá, Lula Santos, Geraldo Azevedo, Nação Zumbi, Orquestra de Frevo do Recife, Elba Ramalho, Naná Vasconcelos, Reginaldo Rossi, Jussara Silveira, Beth Carvalho, Pedro Luís e a Parede, Pitty entre tantos outros. Em Olinda, animados blocos (sem corda) saem pelas suas ladeiras levando frevo, marchinhas, samba, batuque e muito mais. As fantasias são um espetáculo a parte, lá se vê de tudo, de super-heróis a personagens criados pelo facebook, tinha gente fantasiado até de privada (isso mesmo, um sanitário humano em pleno carnaval...kkk). Sem...
Aproveitando a oportunidade... O que foi aquele enterro, ou melhor showterro, ou melhor ainda show de terror... Uma espetacularização da mediocridade humana, vc endeusar um cara que tinha várias esquisiteces, entre elas um gosto exagerado por criancinhas, álém da total negação das suas origens, só podia ser coisa de americano...rsrsr.
ResponderExcluirFoi realmente o show de terror, mas acho que não pelas esquisitices do astro, que teve seus méritos pela arte, não pela vida que levou, de negação de si mesmo. Um grande artista sem dúvida, devorado por uma personalidade eternamente conflituosa e, por isso mesmo esquisita, creio eu, que não sou psicóloga nem nada. A esquisitice maior foi mesmo protagonizada pela família dele, pela falta de expressão de dor comum aos que perdem seus entes queridos. O “showterro” ficou com a cara de puro interesse de uma família mercenária que quer tirar proveito de tudo. Um nojo.
ResponderExcluirÉ isso aí Joaninha, esse comportamento da família só demonstra o que ele deve ter sofrido, quando ainda criança. justifica a suas esquisitices.
ResponderExcluirDe louco todos temos um pouco. Ainda bem. O que seria desse mundo sem uma loucurazinha? EU ACHO QUE SERIA UMA CHATICE.
Tou curtindo um friozinho gostoso.
Bj, Deta
Achei o "velório" normal. Já participei de um aqui na Bahia até com mais gente, música e manifestações de saudade. Não tão rico. Foi o desfile de trios elétricos que conduziram o corpo do velho Osmar Macedo pelas ruas de Salvador, do Campo Grande até o cemitério. No caso de Maico, não acho que foi espetacularização dos promotores. Sim da mídia.
ResponderExcluirDe fato a palavra velório se aplica melhor, mas eu não podia perder o trocadilho...rs. Quanto a comparação, não questiono o tipo de manifestação (que por sinal fica muito melhor com uma musiquinha), mas o homenageado em si.
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