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A "cholitas" de Jadson

Nosso correspondente internacional, Jadson Oliveira, que deve retornar à Bahia nos próximos dias, ficou encantado com as "cholitas" – as típicas indígenas, mestiças bolivianas, com saias rodadas e chales coloridos. O repórter ficou intrigado mesmo foi com o equilíbio delas para manter os chapéus redondos na cabeça (ficam quase soltos), mas não caem. Chegou a perguntar a uma delas se são amarrados, assim como o de Indiana Jones, o herói do cinema americano (hehehehe)

Curioso também, contou Jadson, são as "cholitas" trabalhando ou militando nas ruas ( as mulheres de lá são engajadas nas lutas políticas), que levam os filhos literalmente nas costas.


O hábito incomum no Brasil é bastante cultivado na Bolívia, assim como em outros lugares onde as culturas tribais são preservadas, sobretudo nos paises africanos.



Pelas carinhas, parece que os bebês gostam desse contato tão próximo e aquecedor.


O interessante nesses clics é o desempenho do nosso repórter (sempre mais ligado aos textos), com a sua câmara digital, à qual só se rendeu bem recentemente porque é pouco afeito às novas tecnologias (custou tempo para o rapaz adquirir um celular).

Comentários

  1. Joaninha,gostou mesmo das fotos das "minhas" cholitas? eu também gostei, mas fico assim meio encabulado. Não consigo me imaginar como fotógrafo, só como repórter de texto. Sinceramente, não gosto de fotografar, tenho a impressão que atrapalha minha concentração para pegar os dados, as informações, o processo de observação para o texto. Me sinto mais à vontade sem a minha maquininha digital. Ontem à noite mesmo, me senti melhor sem ela, na Praça Murillo, na festa da vitória do pessoal de Evo Morales (mandei matéria hoje pra "minha editora" botar no meu blog, porém, sem fotos).
    Na verdade, não consigo operar satisfatoriamente, à noite, a tal da maquininha. Sei que vou morrer carente de adaptação às tecnologias modernas. Aceito a limitação numa boa, de fato não faço muito esforço para me adaptar. Só quando a coisa se torna imprescindível.

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  2. Eu também não gosto de misturar, mas agente acaba de acostumando. Por falar em máquina digital, recebi um e-mail infame dizendo o que o pobre faz com a câmara digital, mostrando cenas hilárias e ridículas. De morrer de rir.

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  3. Help rápido para seu Jadson, mas a ajuda pode vir de qualquer colaborador.
    Seguinte: Preciso do telefone de Fabiano ou de Deta. Perdi toda a agenda com quebra de celular, pois os números não estavam gravados no chip (segundo explicou a este repórter analógico o multimídia Tarta cheio de crítica). Os dois livros dele já estão aqui, be, como convites para o escritor (gostou?) enviar para os amigos. Tá em cima da hora. Um abraço.

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