Avô e neto tocando juntos. A belíssima pérola é uma sugestão de Elcie Quadros para o nosso Pilha. Curtam.
Fortes cores primárias, batuques de Maracatu e o vício frenético do frevo são os ingredientes básicos que dão o tom do Carnaval do Recife-Olinda. O carnaval mais democrático do mundo é um desses espetáculos que as palavras não conseguem fazer jus a obra. No Recife palcos espalhados pelos quatro cantos da cidade, principalmente no Ricifi Antígo (pronunciado assim) levou esse ano para todos os foliões artistas como Lenine, Alceu Valença, Seu Jorge, Roberta Sá, Lula Santos, Geraldo Azevedo, Nação Zumbi, Orquestra de Frevo do Recife, Elba Ramalho, Naná Vasconcelos, Reginaldo Rossi, Jussara Silveira, Beth Carvalho, Pedro Luís e a Parede, Pitty entre tantos outros. Em Olinda, animados blocos (sem corda) saem pelas suas ladeiras levando frevo, marchinhas, samba, batuque e muito mais. As fantasias são um espetáculo a parte, lá se vê de tudo, de super-heróis a personagens criados pelo facebook, tinha gente fantasiado até de privada (isso mesmo, um sanitário humano em pleno carnaval...kkk). Sem...
Minhas informações/conhecimentos sobre música são um horror, mas creio que um músico (?) famoso que tocava isso no saxofone era (ou é) um tal de Papete (parece que é este o nome), parece que ele comentou que era (ou é) italiano.
ResponderExcluirAo ver e ouvir a belíssima exibição, me transportei para a casa da roça do meu velho companheiro Geraldo Guedes, lá em Brumado, sudoeste baiano.
Ele tem um bocado de discos (LP, daqueles bolachões, já copiou umas fitas) desse cara (botei o nome do Google e confirmou, mas não tenho certeza).
Bem, este tipo de música (e outras também, claro) era tocado pelo mesmo Geraldo Guedes, que era saxofonista de um conjunto (antigamente falava "conjunto", não é?) chamado MJ6, que fez sucesso em Salvador acho que mais ou menos pelo final da década de 60, tocava em formaturas, festa de 15 anos, casamentos, etc.
Bom, me vi na quietude da roça, às vezes à noite, já tarde da noite, cheio de uísque, falando dos nossos sonhos não realizados (ainda) da revolução socialista e ouvindo Papete... e sonhando... sonhando... uma beleza!
Só o Pilha pra fazer você viajar na música (rsrs). Isso não tem preço! Saudade de você, amigo. bj.
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