Jadson Oliveira De São Paulo (SP) – Ontem, segunda-feira, 26 de julho, foi dia de homenagem na Argentina a Eva Perón, a famosíssima primeira-dama tida como mãe dos “descamisados”, nomeada agora Mulher do Bicentenário da independência argentina, foi dia da sua morte, em 1952. (Foi o mesmo dia – dia da Rebeldia Cubana -, no ano seguinte, 1953, quando um jovem destemido chamado Fidel Castro liderou um grupo de rapazes no assalto ao Quartel de Moncada, em Cuba, na luta contra uma ditadura a serviço do império norte-americano, mas aí é outra história...) São 58 anos da morte da Evita. Fiz as contas: eu tinha sete anos... e das paredes da memória saltaram imagens imaginadas, talvez, apagadas. De uma das janelas de minha casa, numa esquina de uma cidadezinha chamada Seabra, na Chapada Diamantina, Bahia, um rádio daqueles grandões, com olho mágico, transmitia notícias da morte, funeral e clamores envolvendo a mulher do ditador/presidente da Argentina, o coronel – logo logo general – Juan...