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Mostrando postagens de setembro, 2009

"RIFA DO BURRO"

Simoa Borba me enviou esse texto, sem autor. "Quatro meninos foram ao campo e, por 100 reais, compraram o burro de um velho camponês. O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte. Mas quando eles voltaram para levar o burro, o camponês lhes disse: - Sinto muito, amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu. - Então devolva-nos o dinheiro! - Não posso, já gastei todo. - Então, de qualquer forma, queremos o burro. - E para que o querem? O que vão fazer com ele? - Nós vamos rifá-lo. - Estão loucos? Como vão rifar um burro morto? - Obviamente, não vamos dizer a ninguém que ele está morto. Um mês depois, o camponês se encontrou novamente com os quatro garotos e lhes perguntou: - E então, o que aconteceu com o burro? - Como lhe dissemos, o rifamos. Vendemos 500 números a 2 reais cada um e arrecadamos 1.000 reais. - E ninguém se queixou? - Só o ganhador. Porém lhe devolvemos os 2 reais e ficou tudo resolvido. Os quatro meninos cresceram e fundaram um banco chamado Opportun...

Roqueiros na Praça da Liberdade

Jadson Oliveira De Assunção (Paraguai ) – Topei no sábado, dia 19/setembro, por volta do meio-dia, com o miolo da Praça da Democracia cheia de jovens de camiseta preta curtindo um show de rock. “Porra, não trouxe minha maquininha de foto”. Corri ao hotel (em torno de oito quadras) e peguei a dita cuja. Quando cheguei de volta, a apresentação da banda Gaia estava acabando, só deu pra clicar o grupo se despedindo, a turminha mais exaltada querendo mais, mas não dava, soube que o grupo já tinha tocado a saideira mais de uma vez. Fiquei por ali meio frustrado, circulando entre os camisas pretas, com inscri ções de “Ramones”, “Sepultura”, “Stone”, “Beatles” e outras minhas desconhecidas. E terminei achando uns lances interessantes na Praça da Liberdade, vizinha à da Democracia (disse em meu blog que a Praça da Democracia não é uma, são três: além da própria, há a dos Herois e a Juan E. O’Leary. Errei, são quatro: tem ainda a Plaza de la Libertad). Pois bem, vão umas fotos dos nossos roquei...

"Causos" de campanha II

Percorrendo o Rio São Francisco, saindo do município de Carinhanha, lá se vai o barco da Caravana da Cidadania levando mais de 40 pessoas, entre jornalistas, assessores, políticos e intelectuais que acompanham Lula, na sua segunda campanha de candidato a presidente da República, em 1994. Na assessoria de imprensa da chapa majoritária para governo estadual e senador ( Jutahy Jr., Waldir Pires e Zezéu Ribeiro), eu (Joana), Elieser César, Viviane Falcão e Sílvia, coordenados por Raimundo Lima, nos viramos para cobrir os candidatos a cada município que o barco é atracado para rápidos comícios e contatos com as comunidades ribeirinhas. Com Lula, abaixados na frente: eu (de cabelão), Viviane, Sílvia e Elieser) Num trecho da Caravana a gente segue de ônibus, enquanto uma parte continua no barco e enfrenta um forte temporal, uma chuva daquelas de desestabilizar a embarcação, jogando-a para um lado e para outro durante toda a noite. Ao reencontrarmos o barco em outra cidade, Remans...

E o meu caruru?

Hoje é dia de Cosme e Damião. Dia de comer caruru, mas eu fiquei na vontade, porque não recebi convites dessa vez. Por falar nisso, acabei de me lembrar agora de um "causo" muito hilário, mas o santo era outro. Fim de expediente na Tribuna da Bahia, caímos na pilha da colega Rosângela Rocha, nos tentando para comer um caruru de Santo Antônio. Estranhei o prato, porque não sabia que esse santo era chegado às comidas de dendê. Mas Rosângela insistiu, afir mando que já havia participado de homenagem assim no ano anterior. E lá vamos nós ( eu, Sinval e Deta), levados por Rosângela à casa de uma amiga dela para o tal "caruru". Assim que chegamos, pensei que estava numa festa gay, pela quantidade de viados que tinha. Mas a coisa era séria, trezena. E a gente mal chegou e foram logo começando a rezação e as cantorias. Sinval tentou escapar da sala, mas a mãe da festeira foi ameaçadora. "Se veio, tem que ajoelhar e rezar", disse ela entregando um lencinho branco f...

Domingo no parque

Jadson Oliveira De Assunção (Paraguai) – Tomo emprestado o título aí do nosso Gilberto Gil para mostrar umas fotos de um passeio, no domingo, dia 20, pelo Parque Ñu Guasu (nome e m guarani, que significa em espanhol e em português Campo G rande). Estava em companhia de dois jovens asuncenos, novos conhecidos/amigos da terra guarani: Francisco Benítez e Claudio Alvarez, ambos de 18 anos e se preparando para o vestibular. Querem ser periodistas (jornalistas), uma boa razão para aparecerem aqui no Pilha Pura. Fizemos uma boa caminhada compartilhando o tererê, o “chimarrão” dos paraguaios, um hábito arraigado por aqui. Todo mundo sai a passear sobraçando a vasilha com água gelada, a “guampa” com a erva e a “bombilla”, que vai de boca em boca numa boa (mesmo nesses tempos de gripe suína). No meio da trilha nos juntamos com duas “chicas”, as primas Nila e Rocío Acosta. Disse: “Vamos tirar umas fotos com as garotas, pra não parecer que só ando aqui com g arotões, programa típico de coroa via...

“Causos” de campanha

Pinheiro está em posição confortável para receber o apoio do PSDB. -Peraí, companheiro, esse negócio de “posição confortável para receber” é sinistro, observei entre gargalhadas, ao ler o texto que o colega acabara de concluir pra enviar para a imprensa e me pediu pra dar uma olhadinha. Era comum a gente trocar os textos para revisar entre a nossa reduzida equipe de jornalismo na campanha para prefeito, ano passado, e em muitos momentos nos divertíamos muitos com as nossas “ratadas”. Conseguimos fazer um trabalho bacana com apenas cinco pessoas (três repórteres, um fotógrafo e uma estagiária, hoje profissional). Cometemos a proeza de trabalhar feito loucos para cumprir uma inesgotável pauta de candidato majoritário nos dois turnos, sem perder o humor e as boas tiradas para descontrair. O G5 de Pinheiro: Bárbara, Joana, Borega, João e Josias Outro colega saiu com o título: “Terreiros com Pinheiro”. Eu completei: fazem zig-zig-zá... E a gente ria muito. Mas a melhor mesmo dessa campanha...

O domingo promete

Vi no horizonte azul a tarde desmaiar G D E a noite aproximar B7 Em7 A7 D Enchendo de tristeza a solidão do mar B7 E7 A7 Roubando à natureza a luz crepuscular D B7 Em7 A7 D E à sós no meu jardim cismava a divisar G D Na noite sem luar B7 Em7 A vela que singrando A7 D O oceano imenso B7 E7 A7 D Levava para o além o meu querido bem F#7 Bm7 Foi que então veio a saudade e eu chorei B7 Em7 Depois com lágrimas nos olhos eu jurei C#m5-/7 F#7 Bm7 Jamais prender-me por amor Em7 F#7 Bm7 A7 No cárcere cruel da dor veja esta cifra correta em: w w w . C i F r a s . c o m . b r

Meus braços

estou dentro de uma casa vazia. vocês enchem meu coração destroçado. Deus é um filho da puta. Morena é hoje minha mãe, madura, disse a Nara o que estava aconteendo. Sem vocês estariamos perdidos. Bina . meu amor, meu eterno amor. Jamais esquecerei voceis. Se precisar dar um teco em alguem contem com nois

À Mayra, com carinho

Pedimos licença, a nossa dor é tão grande! Eis o desabafo do amigo Paulo Bina: Quando cheguei ao Jardim da Saudade pela manhã, na véspera do sepultamento, e encontrei dona Celene choramos. Perguntei o que é que eu poderia dizer. Nada minoraria a dor daquela mãe devastada pela perda anti-natural e injusta. A resposta entrecortada veio rápida e mostra a cepa de que a filha foi feita: “Nada. Basta sua amizade”. Mas eu preciso dizer algo a ela e a seu Ercole que tão bem receberam, desde sempre, esse amigo da filha mais velha, líder natural dos outros cinco irmãos, igualmente criados com amor para serem, como são, homens e mulheres de bem. Ela era a minha melhor amiga. Casou com o meu maior amigo. O lar que construíram é o único que freqüentei com regularidade. Sou caseiro. Felizmente a família é espiritualizada. Já eu não consigo conforto com golpes dessa ordem. Não acho justo. Admiro a força de dona Celene que, à beira do túmulo, agradeceu a solidariedade e o apoio que os amigos e parente...

É só a Lua

Com medo de não acertar dizer o que sinto, mas é forte o desejo de expressar esse momento. À AMIGA Mayra, uma das suas músicas preferidas. "Vento solar e estrelas do mar A terra azul da cor de seu vestido Vento solar e estrelas do mar Você ainda quer morar comigo Se eu cantar não chore não É só poesia Eu só preciso ter você por mais um dia Ainda gosto de dançar, bom dia, Como vai você? Sol, girassol, verde vento solar Você ainda quer dançar comigo Vento solar e estrelas do mar Um girassol da cor de seu cabelo Se eu morrer não chore não É só a Lua É seu vestido cor de maravilha nua Ainda moro nesta mesma rua, Como vai você? Você vem, ou será que é tarde demais? A terra azul da cor de seu vestido Um girassol da cor de seu cabelo Se eu morrer não chore não É só a Lua ..." (Um Girassol da Cor de Seu Cabelo - Lô Borges)

A natureza é insensível à morte

Hoje, como faço todos os dias, acordei e sentei na varanda de casa que tem uma bela vista para o mar. O dia bonito, sol, céu azul mar idem, uma pintura de cores firme, nenhuma nuvem. Comentei com minha filha a beleza da manhã. Em questão de segundo o celular toca, do outro lado da linha Joaninha, pelo horário logo percebi que alguma coisa estava errada, e como uma bomba veio a notícia: Mayra, companheira de nosso amigo em comum Araken, sofrera um infarto à noite e não resistiu. Amiga querida e admirada por todos, uma das pessoas mais meigas e educadas que tive oportunidade de conviver. Jovem no vigor dos seus 45 anos, linda, mãe de duas filhas, idealista com vários projetos em mente, ajudou a contrução do PT na Bahia e atualmente exercia a função de chefe de Gabinete da Secretaria de Relações Institucionais. Mayra foi embora assim de repente deixando todos nós perplexos. Ao receber a notícia e diante do cenário que estava à minha frente, deslumbrantemente belo, me veio à memória o amig...

VALEU

A maior dupla de redatores que o jornalismo brasileiro já vira, atuava na TB na década de 80. José Rodrigues de Miranda e Araken Gomes e Silva, Irê e Ara Pinga, respectivamente. Um assombro. No Carnaval de 86 trabalhamos no sábado e na terça. Ao retornarmos para a Djalma Dutra, na terça, depois de vários dias de avenida e dominó na varanda de Quesinha, a situação era caótica. Bené Simões, conhecendo a dupla, havia adiantado a copidescagem de muitos telexes (para os mais jovens, tratava-se de uma mensagem em papel saída de uma máquina estranha); e matérias, ainda mais estranhas, de Adilson Fonseca e Fátima Danneman. Ainda assim era muito o trabalho a ser feito. Bené, ávido para ir ao encontro de trios na Castro Alves, apressou-se em montar uma mesa em L para trabalharmos. Eu daria os títulos e José copidescaria o material. Um meio de lado/costas para o outro para não atrasar o serviço. No primeiro título, duas linhas de 26 toques, fiquei uns 20 minutos. A cabeça girando, a boca seca, o ...

O dia em que reneguei meu próprio filho

Carmela Talento Nos dias de plantão, que no jornal geralmente era sábado à tarde, sempre levava um dos meus filhos, porque era folga da babá e minha mãe não tinha a mínima condição de ficar sozinha com três crianças. Com mais frequência carregava Bruno, por ser o mais velho e também o mais danado. Os plantões de um modo geral eram tranquilos e ele gostava de ficar na redação. Numa dessas tardes recebi uma pauta da homenagem que o Bloco Os Corujas prestaria a Maria Bethânia. Eu repórter, Paulo Mocofaia, fotógrafo, e Bruno, (na época com quatro ou cinco anos) a tira colo seguimos para fazer a tal cobertura. De antemão já dava para prever que com um trio desses, boa coisa não podia se esperar. Chegamos à sede da agremiação carnavalesca e tocamos a esperar a estrela. Bruno correndo de um lado para o outro, já tinha explorado tudo que estava a seu alcance, começou a ficar impaciente querendo ir embora. Tentei explicar que só sairíamos depois da homenagem dos Corujas. Não sei bem o que ele e...

No Ceará

Pilheiros, tirei uma semana para reflexões, se é que vocês me entendem. Estou voltando depois de ler os reclames pela ausência dos colaboradores. Por enquanto desfruto das belezas cearenses, como as daqui na praia de Aquiraz. Jadson você precisa chegar aqui na área.

Triste e cansado

Jadson Oliveira De Assunção (Paraguai) – Criei uma piada que reputo muito boa, mas tem um complicador: só vai entender quem sabe português e espanhol. Sempre tenho vontade de contá-la, mas hesito e termino adiando. Agora, aproveito aqui o nosso Pilha Pura e vou arriscar. Todo mundo sabe que piada que requer explicação não funciona, daí minha hesitação. Vou explicar antes. Primeiro tem de ter uma aulazinha de espanhol: na língua do grande Cervantes não existe o som “z”. Palavra escrita com “z” ou com “s” entre vogais ou não, tem sempre o som de “ss” ou “ç” (isto no espanhol da América Latina, no da Espanha é um pouco diferente; no espanhol não se escreve o “ss” e o “ç”, mas o som existe). Por exemplo: “casa”, você pronuncia no espanhol cassa ou caça; “plaza”, pronúncia – plassa ou plaça; “peseta”, pronuncia-se peceta. Agora, a piada (será que vai funcionar?). Eu estava em Caracas, onde o ônibus, de tamanho médio, que faz o transporte urbano é chamado de “buseta” (o som do “s” vocês já ...

Farinha pouca, meu pirão primeiro

Para comemorar o aniversário de Sinval sem ter muito trabalho, contratamos o bar Plimplim, no Rio Vermelho, isto há três anos, nos bons tempos desse bar. Coisa simples entre alguns amigos e familiares, porque o bolso não permitia festanças e o aniversariante também é avesso a esses exageros. Mas essa história de poucos amigos é esparro. Primeiro porque não são poucos amigos e a gente sempre comete injustiças não chamando muitos outros que gostaríamos. Esparro maior é fazer coisa pequena em lugar público e conhecido. E nesse clima e contexto começa a chegar gente, a chegar gente... e não parava de chegar gente. Calculamos mal e alguns amigos saíram informando a outros sobre a comemoração. E nisso, a gente havia comentado com Jadson que seria uma feijoada, algo assim para 30 pratos. Então Jadson chega ao quarto copo de Red Label, a quantidade de doses que o faz repetir estórias e comentários, nas mais das vezes inconvenientes. O cara encasqueta e resolve contar quantas pessoas comparecem...

Editora do blog leva bronca logo de saída

Carmela Talento Já que vocês me botaram na roda e estão cobrando participação retomo os causo dos bons tempos de redação de jornal. No século passado (adoro lembrar isso) exerci a função de editora de política na Tribuna da Bahia. A dona do Pilha Pura resolveu enveredar pela cobertura de política. A realidade é que naqueles bons tempos, além de jornalismo a turma gostava mesmo era de ficar britando e contando vantagem no Abaixadinho, um boteco quase em frente ao prédio do jornal, na Djalma Dutra. Quando um editor ou repórter sumia da redação era certo que estava por lá. Galera da Tribuna da Bahia no século passado (Mônica, Isabel, Joaninha, Carmela e Sinval) em protesto no último 2 de Julho contra a recente cassação do diploma Não raramente flagrava “Ipezinho” o contínuo da redação, com copo plástico com bebida alcoólica, e quando perguntava o que era, ele alegava que era café que alguém tinha mandado comprar. A turma botava mesmo prá quebrar. Na época ainda não existia celular e muito...

Bora Baêeeeaaa!!!!!!!!!!!

Já disse aqui que futebol não é o meu fraco. Mas não resisto a algumas informações como essas: O Bahia é o clube com o maior número de títulos do planeta. É o campeão dos campeões. Segundo estudos do centro estatístico da UFRJ, os times do Flamengo, Botafogo, Fluminense, Vasco, Internacional, Grêmio, São Paulo, Corinthias, Palmeiras, Santos, Real Madrid, Barcelona, Milan e muitos outros considerados grandes, levariam juntos cerca de 100 anos para chegar ao número de títulos que tem o Bahia em quantidade, conquistados e conhecidos pelas entidades competentes. Aqui estão os somados até a última semana: Títulos Protestados no Tribunal Regional do Trabalho: 344 Títulos Protestados na Justiça Civil: 922 Títulos Protestados na Justiça Federal: 135 Títulos Protestados nos Cartórios de Títulos e Documentos: 1.643 Total, são muito mais de 3.000 títulos ! Bora Baêa!

Ah, trata-se de um…

Nossos contratados sumiram, mas o socorro vem de longe para ajudar a manter o Pilha em dia . Vem do Paraguai, com o amigo jornalista Jadson Olveira estreando aqui com um "causo" muito legal que deve provocar muitas boas lembranças dos coleguinhas da Facom/UFBA. Jadson vem publicando textos imperdíveis no seu próprio blog http://blogdejadson.blogspot.com/ sobre a vida política dos lugares por onde tem andado e nós já falamos disso aqui recentemente, no dia em que ele embarcou para Assunção confira O "causo" de Jadson é o seguinte: "Não conheço cara a cara o André Setaro, professor da Faculdade de Comunicação da Ufba (Facom) e crítico de cinema na Tribuna da Bahia. Conheço através de amigos/conhecidos comuns, como nosso Franciel, do combativo e imbatível Ingresia, e o tenho na melhor con ta. Outro amigo/conhecido é Oldemar Victor (é ou foi, porque a indesejada, a inominada, a morte – falei sem querer o nome da desgraçada – já o levou). André Setaro Fotógrafo, p...

PROCURA-SE

Ei, cadê meus contratados? Desse jeito, só cortando o ponto :)

beba,beba,beba, beba...

Nada de curtir ressaca na segunda-feira. Hoje o Pilha brinda a entrada da semana com uma boa dica. Entre um copo e outro, um amigo biólogo desenvolveu uma teoria que ele chama teoria do búfalo, que a seguinte: Quando uma manada de búfalos é caçada, só os búfalos mais fracos e lentos, em geral doentes, que estão atrás do rebanho, são mortos primeiro. Essa seleção natural é considerada boa para a manada como um todo, porque aumenta a velocidade média e a saúde de todo o rebanho pela matança regular dos membros mais fracos. O biólogo biriteiro defende que o cérebro humano opera de forma parecida: beber álcool em excesso mata os neurônios, mas naturalmente, ele ataca os neurônios mais fracos e lentos primeiro. Neste caso, o consumo regular de cerveja, cachaça, whisky, vinho, rum, vodka, elimina os neurônios mais lentos, tornando o cérebro uma máquina mais rápida e eficiente... E mais: 23% dos acidentes de trânsito são provocados pelo consumo de álcool. Nas contas do nosso amigo, isto signi...

Quem será?

Da série "um doce pra quem advinhar", quem é esse cinquentão? "Acabei de completar 56 anos. Minha mulher me presenteou com uma semana de treinamento físico em uma boa academia. Estou em excelente forma mas achei boa idéia diminuir minha "barriguinha". Fiz reserva com a "personal trainner" Nádia, instrutora de Aeróbica e modelo de 26 anos. Foi-me recomendado levar um diário para documentar meu progresso, que vai transcrito a seguir. SEGUNDA-FEIRA Com muita dificuldade levantei-me às 6 da manhã. O esforço valeu a pena. Nádia parecia uma deusa grega: ruiva, olhos azuis, grande sorriso, lábios carnudos e corpo escultural. Inicialmente, Nádia fez um tour, mostrando os aparelhos. Comecei pela bicicleta. Ela me tomou o pulso, depois de 5 minutos, e se alarmou, pois estava muito acelerado. Não era a bicicleta, mas ela, vestida com uma malha de lycra coladinha. Desfrutei do exercício. Ela me motiva muito, apesar da dor na barriga, de tanto encolhê-la, toda vez...

Jesus me abana!

Buemba, buemba! O Pilha está bombando! Vai ter correspondente internacional contratada a peso de francos suíços! Dica: é jornalista com diploma e alta executiva em Genebra.

Cai na real!

Léa acordou romântica e enviou esses dois poeminhas para quem está pensando em casar POEMA ESCRITO POR ELE (o noivo): Que feliz sou eu, meu amor! Já, já estaremos casados, o café da manhã na cama, um bom suco e pão torrado Com ovos bem mexidinhos tudo pronto bem cedinho depois irei pro trabalho e voce para o mercado Daí vc. corre prá casa rapidinho, arruma tudo e corre pro seu trabalho para começar seu turno Você sabe que de noite gosto de jantar bem cedo de ver voce bem bonita alegre e sorridente Pela noite mini-séries cineminha bem barato nunca iremos ao shopping nem a restaurantes caros Voce vai cozinhar pra mim comidinhas bem caseiras pois não sou dessas pessoas que gosta de comer fora... Voce não acha querida que esses serão dias gloriosos? Não se esqueça meu amor que logo seremos esposos! POEMA ESCRITO POR ELA Que sincero meu amor! Que oportuna tuas palavras! Esperas tanto de mim que me sinto intimidada Não sei fazer ovo mexido como sua mãe adorada, meu pão torrado se queima de c...

InJustiça

Jogo no novo estádio não tem fubuia. Todo mundo sabe. Liberaram o mé ontem em Pituáçu ? Por isso que eu acho que o melhor lugar para assistir aos jogos é no bar de Risaldo, no Conjunto dos Contabilistas, onde Mané Porto mora.

Leite derramado

Pai rico, filho nobre, neto pobre. Taí uma frase emblemática do livro de Chico Buarque que conta a saga de uma família rica no Brasil, marcada pela decadência. Eu tinha resistência ao escritor, de tanto que admiro o compositor. Mas encarei e gostei de Leite derramado. A história é triste, mas tem lá suas passagens bem leves, outras vezes doidonas, como o tesão do velhinho pela namorada do bisneto que tinha "argola espetada no umbigo" e tatuagem acima do cóccix com o nome Jesus Cristo em letras góticas. O ancião ficou doidão pela menina, principalmente quando ela se abaixa e ele vê o rego da bunda dela. E quando ele lembra dela enquanto tomava banho ... A narrativa de Chico é vibrante e envolvente (tô muito metida a besta mesmo falando desse livro, não é?) . E olha que é um monólogo de um idoso que conta fatos misturando tudo, confundindo o tempo cronológico com o psicológico. Isso no começo do livro dá uma certa impaciência e achei até meio chato, mas depois a gente viaja na ...

O nosso Grito

" Vida em primeiro lugar, a força da transformação está na organização popular" . O grito dos /as excluídos/as enrolou, enrolou pra sair do Campo Grande, depois do desfile oficial comemorativo do Dia da Independência do Brasil, mas deu o recado, ou melhor, os recados, porque não são poucos os excluídos, boa parte representada na avenida 7 de Setembro. O velho militante Célio Maranhão e seus protestos contra tudo O entusiasmo da platéia no circuito Beleza e inocência na rua Flagrante de um grande encontro Presença sempre garantida. Manoel Porto foge dos ligeiros chuviscos, não só pela preocupação com o equipamento fotográfico, como também pelo novo corte de cabelo, que não ia fazer o mesmo efeito ensopado (rsrsr) As coleguinhas improvisam coletiva com o pessoal da coordenação do evento Os coleguinhas disputam o melhor ângulo para registrar tudo Pai engajado, filhos entediados. Olha a disposição dos "pestinhas" de Julio Rocha A satisfação de encontrar amigos. A pr...