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Mostrando postagens de fevereiro, 2017

Anderson Monteiro na Confraria

Anderson Monteiro é a bola da vez na programação das sextas da Confraria do França.   Vale conferir a sua interpretação, acompanhada de violão, com um repertório variado bem ao gosto dos frequentadores de barzinhos que apreciam uma boa música ao vivo. SERVIÇO Programação Música na Confraria Local: Bar e restaurante Confraria do França, Sextas-feira: a partir das 21h, Anderson Monteiro Couvert artístico: R$ 8,00 por pessoa. Contato para reserva: 3565-3700

Canudos: assombrosa resistência e assombroso genocídio

Por Jadson Oliveira Uma valorosa narração da fascinante história dos guerrilheiros do Santo Conselheiro, contendo variadas versões, está no documentário Paixão e Guerra no Sertão de Canudos, escrito, produzido e dirigido pelo baiano Antonio Olavo. De Salvador-Bahia  - Chega a ser quase inacreditável a capacidade de luta dos conselheiristas na Guerra de Canudos, no sertão da Bahia, Nordeste brasileiro, ao apagar do século 19 (1896-1897). Uma assombrosa resistência que é preciso ser estudada e discutida mais ainda para ser bem compreendida nas suas variadas dimensões. Motivações, protagonistas, ambiente, interesses econômicos e políticos. Rebeldia popular. Religião. A falácia Monarquia X República. Segundo os dados correntes mais citados, o arraial de Canudos (batizado por Antônio Conselheiro como Belo Monte) chegou a ter mais de 20 mil pessoas (dados do Exército apontaram a existência de 5.200 casas). Uma povoação gigantesca, levando em conta que a capital Salv...

O fim do reinado Nilo

Votou em branco ou anulou? Eis a questão que motivou ironias de jornalistas que acompanharam  pela Tribuna de Imprensa a eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa da Bahia, na tarde de hoje, sobre a opção de Marcelo Nilo, que se apegou ao cargo de presidente (queria ficar para sempre), mas teve que passar a bola retirando a candidatura para o quinto mandato. Agora vai para "planície", como ele próprio se sente fora da Presidência.  O deputado Ângelo Coronel se elegeu com 54 votos, mas apesar do discurso das lideranças orientando a votação de todos nele para "unificar" o parlamento, teve 4 votos nulos e 1 branco. Chateado por não conseguir reunir apoio suficiente para vencer o adversário, Nilo tinha tudo para anular o voto para presidente e demais componentes da chapa para ocupar os demais cargos da Mesa.