O texto abaixo é de autoria de Diltão, da confraria do Bar de Bahia, que expressou tão bem o sentimento dos amigos de Ricardo Serrano . Nosso amigo Ricardo Serrano saiu à francesa. Não deu aviso prévio, não quis incomodar sua tribo com despedidas ou ritos sociais chatos, apenas caiu fora, deixando no vácuo a expectativa de quando seria o nosso próximo encontro. Ricardo agora ficará povoando nossa memória para sempre, compartilhando conosco seu espírito de anjo boêmio, presente em cada acorde de violão que sustente melodias de Chico Buarque, em cada som automotivo de porta de boteco que execute Beatles, em cada música de Caetano Veloso, seu tropicalista predileto, que nos entre pelos ouvidos naqueles momentos especiais das nossas vidas. Como se diz por aí, Ricardo era “casa cheia”. Imperdível, inteligente, divertido, leal, cúmplice, amoroso e outros adjetivos que nunca chegarão à altura da descrição exata da sua forma de ser. Era sempre bom encontrar com ele no Boteco de B...
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