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Mostrando postagens de dezembro, 2016

Ano indecente!

Mandar 2016 tomar no cú, que nem fizeram os quatro rapazes do programa de TV, Papo de Segunda, numa daquelas divertidas apresentações cantando e tocando qualquer coisa a ver com a temática do dia. O povo entrevistado nas ruas para o programa dessa última segunda-feira do ano quis dizer isso, em outras palavras mais educadas. O sentimento geral na telinha e ao nosso redor é esse: eita ano ruim dá porra! O ano em que o Brasil deu pra trás, que o mundo deu pra trás, com o retorno da xenofobia e de política contra imigrantes, com a ascensão dos que representam o conservadorismo,   o atraso personificado no presidente eleito estadunidense e imperialista, Donald Trump! Aqui, com o golpe para tirar uma  presidente contra a qual não se tinha crime a acusar. Na verdade um golpe contra  o projeto político de inclusão social e garantia de direitos trabalhistas para dar lugar a um plano demolidor, que começou mexendo nos investimentos sociais do rendimento do Pré Sal e se...

Stédile: “Não conseguimos construir nossos próprios meios de comunicação de massa”

As mentes e corações dos brasileiros, há décadas, estão submetidos ao massacre incessante dos noticiários manipulados e visões de mundo vomitados pelas forças de direita, através da Globo e demais monopólios da mídia hegemônica. Leia artigo de Jadson Oliveir a

Uma enciclopédia ambulante sobre Lampião e o cangaço

José Bezerra Lima Irmão,  autor do livro ‘Lampião, a Raposa das Caatingas’ (Foto: Jadson Oliveira) Por Jadson Oliveira “Para se saber quem foi Lampião, é preciso situá-lo no contexto social de seu tempo e no espaço geográfico em que ele viveu. Só assim é possível compreender e julgar esse personagem que terminou sendo o símbolo de uma época no sertão nordestino”. De Salvador-Bahia – Parece inevitável. Uma discussão sobre o Rei do Cangaço e o cangaceirismo desemboca na interrogação recorrente: o “capitão” Virgulino Ferreira, o Lampião, que aterrorizou o Nordeste brasileiro durante 17 anos, na primeira metade do século passado, foi bandido ou herói? Isso aconteceu mais uma vez no último dia 26, na Faculdade de Arquitetura da UFBa, em Salvador, onde intelectuais baianos debateram o tema a partir da avaliação do livro ‘Lampião – a Raposa das Caatingas’. O autor, José Bezerra Lima Irmão, foi taxativo: “Nem bandido nem herói, foi um cangaceiro”. Advertiu que a pergunta...