( Entrevistando Jorge Mautner pro Bondinho, na casa de Gilberto Gil, em 1972. Foto: Domingos Cop Jr) O personagem chegou quase por acaso (nada é por acaso, isso confirma a regra) à série que o jornalista e escritor Emiliano José vem tecendo há quase três anos, diariamente, na sua página do Facebook, garimpando as memórias do jornalismo baiano. Provocado por colegas, decidiu reservar “dois a três capítulos” a Jary Cardoso, com quem dividiu redação raríssimas vezes. Chegou perto de seis meses. Por aí já dá para imaginar o surpreendente protagonista da vez, até para o autor. Ou principalmente pra ele. E bote surpreendente nisso. Filho de pai comunista, Antonio Campos, com quem se encontrou pela primeira vez aos 9 anos, Jary foi da aversão ao comunismo a militante revolucionário da Polop; de adepto do “desbunde criativo” e do "transbunde baiano” e amigo íntimo de artistas descolados a funcionário por longos 22 anos em jornal careta de Salvador; atualmente ajud...
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