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Mostrando postagens de março, 2020

O inesquecível Riachão

Era pra ser uma despedida festiva, com muito samba e uma multidão de fãs, admiradores, artistas, sambistas, vizinhos do bairro e tradicionais foliões da “Mudança do Garcia”. Era pra ser uma festa, como ele desejara que fosse, bem ao seu estilo, alegre, ainda que para dar um adeus.   No entanto, apenas familiares puderam acompanhar a cerimônia do sepultamento de Riachão, neste último dia 30 de março, no Cemitério do Campo Santo. Riachão não teve uma despedida à sua altura por causa de decretos que proíbem aglomeração de pessoas como medida de prevenção ao novo coronavírus. Ele morreu ao 98 anos de causas naturais, depois de sentir dores no abdômen no domingo (29), quando precisou de atendimento médico. Morreu dormindo, em casa. E só pela manhã os familiares constataram a sua partida. Clementino Rodrigues nasceu em 14 de novembro de 1921 e ainda na infância assumiu o apelido de Riachão. Começou a compor aos 12 anos. Mais tarde se tornou um dos grandes sambistas do país, ...

#MemóriasJornalismoEmiliano – Oldack de Miranda: O parceiro

Parceiro de longas datas do escritor e jornalista Emiliano José, autor dessa série que mergulha em uma fase do jornalismo baiano, especialmente do extinto Jornal da Bahia, por meio das lembranças dos colegas, Oldack de Miranda é a bola da vez. Uma parceria que envolveu a dureza da prisão na Ditadura Militar; clandestinidade; o livro “LAMARCA – o capitão da guerrilha”; 40 anos de formatura em jornalismo, comemorados em 2019; a redação do Jornal da Bahia e jornais alternativos. Por falta de mais fotos antigas, a edição vai ser ilustrada com muitas fotos recentes, pescadas das redes sociais, sem qualquer ligação com os capítulos da série.                        ***************************************** (À esquerda, de camisa xadrez e calça boca de sino, Oldack Miranda cobre, pela Tribuna da Bahia, a entrevista do cineasta Guido Araújo, no ICBA,  a...