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RESPEITE O MATITA PERÊ

Fotos: Joana D'arck (as duas primeiras), Leonardo Cunha e Rafael Galeffi RESPEITE!   O bordão típico de Borega para expressar de forma bem humorada a admiração ou fazer um elogio foi repetido na platéia do show do Matita Perê, anteontem(18), no teatro Sesi. RESPEITE mesmo, porque o show é de alto nível, bom demais, daqueles que a seleta platéia, repleta de músicos e compositores entendidos do riscado (entre os quais Rita Tavares, Maria Mitoso e integrantes da banda Pirombeira ) sai comentando cada música, cada arranjo que gostou mais. E os demais mortais, que nem eu, saem felizes com tudo que ouviu e viu, de alma lavada com a música de qualidade que esses “meninos” apresentam. Também não era para menos. O grupo ar-ra-sou na primeira apresentação desse ano (que venham muitas outras logo) com o repertório autoral, de letras e músicas de Borega e Luciano Aguiar (De Itajubá, Clara, Rendeiro de Minas e Rosiana ) e releteitura   de sucessos de To...

Ao letrista, a palavra

(Para Joaninha, Bina, Araken e Luciano) Dori Caymmi é o mais baiano dos filhos de Dorival. Nascido e criado no Rio de Janeiro, arranjou temas e canções de Tom Jobim com apenas 20 anos de idade, tornou-se grande como os mestres Jobim, Eumir Deodato e Luiz Eça e, por isso, conquistou o mundo. O que quero registrar aqui vai além da influência de sua música para milhares de músicos. É sobre a ética de Dori Caymmi, que é proporcional à sua genialidade musical. Promessa pra ele é no fio do bigode. Seu compromisso é com a arte e com a beleza. E Dori dividiu parcerias com Paulo César Pinheiro sem dele cobrar prazo para conclusão das letras – o tempo do poeta é o tempo da arte. Porém, o filho de Dorival registrou em CDs todas as parcerias entre eles, garantindo o quinhãozinho de direito autoral do parceiro nas gravações que apareceram como instrumental. Seu último CD, Mundo de Dentro, apresenta as letras de Paulo sobre as melodias que conheço há mais de quinze anos. Que maravilha! Dori, para ...