A ordem dada pelo capeta, o "mito" dos que pensam igual a ele, em 2018, está sendo cumprida à risca. E não adianta vir com argumentos tipo "ele não mandou, não tem culpa". Tem sim. E num país sério, onde as leis valessem pra todos, ele teria que ser punido por incentivar a violência, a cultura do ódio. Foi justamente esse incentivo que encorajou o agente penitenciário Jorge José da Rocha Guaranho a assassinar o tesoureiro do PT e guarda municipal Marcelo de Arruda, em Foz do Iguaçu (PR), na madrugada de domingo(10), em plena festa de aniversário da vítima. Grande oportunidade para atender ao comando do "mito" e mostrar serviço. Nem a família do morto mereceu qualquer solidariedade do presidente miliciano, nem o assassino foi condenado pela ação violenta. Nem poderia. Até cinismo tem limite. Difícil aceitar o acirramento desse ódio, do mesmo jeito que é difícil encarar comentaristas atribuindo essa escalada da violência à "polarização da política...
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