Fortes cores primárias, batuques de Maracatu e o vício frenético do frevo são os ingredientes básicos que dão o tom do Carnaval do Recife-Olinda. O carnaval mais democrático do mundo é um desses espetáculos que as palavras não conseguem fazer jus a obra. No Recife palcos espalhados pelos quatro cantos da cidade, principalmente no Ricifi Antígo (pronunciado assim) levou esse ano para todos os foliões artistas como Lenine, Alceu Valença, Seu Jorge, Roberta Sá, Lula Santos, Geraldo Azevedo, Nação Zumbi, Orquestra de Frevo do Recife, Elba Ramalho, Naná Vasconcelos, Reginaldo Rossi, Jussara Silveira, Beth Carvalho, Pedro Luís e a Parede, Pitty entre tantos outros. Em Olinda, animados blocos (sem corda) saem pelas suas ladeiras levando frevo, marchinhas, samba, batuque e muito mais. As fantasias são um espetáculo a parte, lá se vê de tudo, de super-heróis a personagens criados pelo facebook, tinha gente fantasiado até de privada (isso mesmo, um sanitário humano em pleno carnaval...kkk). Sem...
O blog onde cabe até o que não cabe na imprensa

Vai demorar um pouco, que depois desse cartaz já devem ter fugido.
ResponderExcluirComo vocês podem observar na foto, estou na rede refletindo sobre o próximo "causo" que vou contar. Colaborador é assim mesmo, só pinta de vez em quando. Os do Blog do Rio Vermelho também sumiram já pensei até em levar fotos para a Praça da Piedade onde toda quarta-feira a TV Bahia tem um quadro que tenta encontrar desaparecidos.
ResponderExcluirkkkkkkkkkkkk eu sabia que você vinha com essa. Tá certa também, mas eu cobrei primeiro rsrs
ResponderExcluirE eu estou fazendo greve p/q nunca mais recebi meus salários. E dona Ana Carolina tá muito abusada nos chamando de fugitivos. FUI, vou pegar meu salário milionário (o que restou dele, claro) e sair do país. bjs
ResponderExcluirBem que a filha da "patroa" já tinha cobrado, naquele jeito bem ácido. Agora é a própria. O jeito é dar uma mãozinha à minha editora, pra ela ter mais tempo pro meu blog. Trata-se de um interesse!, como diria o mordaz André Setaro, numa bela tirada contada pelo saudoso Oldemar Victor (posso contar um dia desse aqui).
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