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Fogo amigo

Deu (Ops ) na A Tarde O perigo será flagrar mão no pau ou no bolso do contribuinte. As da putadas que se cuidem. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa aprecia amanhã projeto que dispõe sobre a “obrigatoriedade da instalação de câmeras filmadoras na parte interior das casas de shows, boates e similares”. Além de ser medida preventiva contra eventuais brigas, a instalação dos equipamentos nas casas de espetáculos tende a aumentar o índice de flagrantes de “shows” como a da professora que dançou o “Todo enfiado” e se tornou uma “celebridade”. As informações são do jornal A Tarde.

Hilário, o gozador

Carmel estréia com essa história hilária Seo Hilário era um pouco diferente dos moradores da comunidade do Quebra-Machado. Negro, alto, forte, de cabelos e barba brancos, possuía todos os arquétipos de um preto velho. Seu passado, além de sua idade, eram icógnitas, já que ninguém sabia quando fora parar por aquelas bandas da zona rural de Valença. Morava num pequeno terreno às margens do Gereba, onde cultivava ervas e plantas ligadas aos rituais do candomblé. Além de rezador dos bons, seo Hilário tinha outra fama, digamos assim, menos nobre – a de culhudeiro, mentiroso. Não podia ver um carro passar pela estrada de poeira que logo ia dizendo “Oh, ioiô, já dirigi um desses”, e quando a garotada tentava arreliar o velho, ele não deixava por menos:“Esse aí é pequeno... Eu já dirigi foi daqueles caminhão cheio de roda”, arrematava. Se no céu pintava um avião, a assistência botava pilha, só de sacanagem: “E, rapaz, que avião bonito...”, no que o velho Hilário falava na tampa: “Já dirigi um...

Tem marmelada

Eu sei que titia Joana não vai concordar, mas Le Cirque de Solei não tem graça alguma. Circo mesmo é o Circo Europa que deu o que falar em sua passagem por Siribinha, com o palhaço Pirulito, Monga a Mulher Macaco e a atração principal : o macaco Dentinho. Quando o circo foi embora depois de uma semana de apresentações, foi sem Pirulito que ficou tomando cachaça no povoado durante um bom tempo. O Macaco Dentinho também deixou sua marca, mas no braço de Jonas, o pandeirista do lugar.

Canta, canta minha gente!

“Na madrugada, vitrola rolando um blues, ...” E a manicure dos salão de Tânia, minha irmã, cantarola completando: -...tocando de biquíni sem parar. Não acredito no que ouço e faço ela repetir: - Como é mesmo esse trecho aí da música? Ela repete toda se achando: -Na madrugada, vitrola rolando um blues, tocando de biquíni sem parar. Não dá pra não rir disso. Tá certo que a moça nunca tenha ouvido falar de B.B King, “o cara” do blues, mas qual o sentido do biquíni na frase? Foi a palavra que ela encontrou mais parecida, foneticamente falando. Maria Creuza (foto) é PHD nessa arte de cantar como bem entende e Irepinga sempre se gabava dessa habilidade de irmã. “Boneca de prato, pedaço de zinco”, faz sentido? E “escovão Senegal região, escovão Senegal região”? Outro dia vi uma criatura cantarolar: “estrela informante gente”. Não me agüentei. Como é mesmo essa estrela dedo-duro? Eu nunca vi nada igual, de repente!

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Franciel Cruz, como dizem hoje em dia, se acha. É o criador do Ingresia, que teve sua época mas perdeu espaço para blogs como o Pilha Pura e o Todo Enfiado. Tirado a bonito, jogador de bola e outras coisas com que sonham todo brasileiro. Moraes já dizia na música "O que é, o que é", do disco Cara e Coração (1977) : "Mamãe eu não quero, mamãe eu não quero trabalhar de sol a sol. Quero ser cantor de rádio, jogador de futebol". Seo Françuel, como gosta de ser chamado, também não é chegado à labuta, assim falou Paulo Bina. Falastrão, vive malhando os outros mas tem uns causos interessantes. Num deles, menino de play ground que é, que vive cospindo e dando língua, achou de "imbirrar" com Goya Lamartine. Goya, que foi advogado da CUT, é um sujeito malandro, bom vivant e pirracento. Bebedor de água e namorador. Despartido para o menino Sandro, como era conhecido na Tertuliano Cambuí. A ingresia durou um mês e Françuel se recusava a dirigir a palavra a Goya. Até q...

Desafinou

Não vi ainda uma explicação para o absurdo que ocorreu na Jam Session, sexta passada. A expulsão de Toninho Horta. Veja mais em .atarde.com.br/cultura/noticia . Será que a arrogância e a vaiadade de alguns da vida pública chegaram aos artistas de ofício refinado?