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"RIFA DO BURRO"

Simoa Borba me enviou esse texto, sem autor. "Quatro meninos foram ao campo e, por 100 reais, compraram o burro de um velho camponês. O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte. Mas quando eles voltaram para levar o burro, o camponês lhes disse: - Sinto muito, amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu. - Então devolva-nos o dinheiro! - Não posso, já gastei todo. - Então, de qualquer forma, queremos o burro. - E para que o querem? O que vão fazer com ele? - Nós vamos rifá-lo. - Estão loucos? Como vão rifar um burro morto? - Obviamente, não vamos dizer a ninguém que ele está morto. Um mês depois, o camponês se encontrou novamente com os quatro garotos e lhes perguntou: - E então, o que aconteceu com o burro? - Como lhe dissemos, o rifamos. Vendemos 500 números a 2 reais cada um e arrecadamos 1.000 reais. - E ninguém se queixou? - Só o ganhador. Porém lhe devolvemos os 2 reais e ficou tudo resolvido. Os quatro meninos cresceram e fundaram um banco chamado Opportun...

Roqueiros na Praça da Liberdade

Jadson Oliveira De Assunção (Paraguai ) – Topei no sábado, dia 19/setembro, por volta do meio-dia, com o miolo da Praça da Democracia cheia de jovens de camiseta preta curtindo um show de rock. “Porra, não trouxe minha maquininha de foto”. Corri ao hotel (em torno de oito quadras) e peguei a dita cuja. Quando cheguei de volta, a apresentação da banda Gaia estava acabando, só deu pra clicar o grupo se despedindo, a turminha mais exaltada querendo mais, mas não dava, soube que o grupo já tinha tocado a saideira mais de uma vez. Fiquei por ali meio frustrado, circulando entre os camisas pretas, com inscri ções de “Ramones”, “Sepultura”, “Stone”, “Beatles” e outras minhas desconhecidas. E terminei achando uns lances interessantes na Praça da Liberdade, vizinha à da Democracia (disse em meu blog que a Praça da Democracia não é uma, são três: além da própria, há a dos Herois e a Juan E. O’Leary. Errei, são quatro: tem ainda a Plaza de la Libertad). Pois bem, vão umas fotos dos nossos roquei...

"Causos" de campanha II

Percorrendo o Rio São Francisco, saindo do município de Carinhanha, lá se vai o barco da Caravana da Cidadania levando mais de 40 pessoas, entre jornalistas, assessores, políticos e intelectuais que acompanham Lula, na sua segunda campanha de candidato a presidente da República, em 1994. Na assessoria de imprensa da chapa majoritária para governo estadual e senador ( Jutahy Jr., Waldir Pires e Zezéu Ribeiro), eu (Joana), Elieser César, Viviane Falcão e Sílvia, coordenados por Raimundo Lima, nos viramos para cobrir os candidatos a cada município que o barco é atracado para rápidos comícios e contatos com as comunidades ribeirinhas. Com Lula, abaixados na frente: eu (de cabelão), Viviane, Sílvia e Elieser) Num trecho da Caravana a gente segue de ônibus, enquanto uma parte continua no barco e enfrenta um forte temporal, uma chuva daquelas de desestabilizar a embarcação, jogando-a para um lado e para outro durante toda a noite. Ao reencontrarmos o barco em outra cidade, Remans...

E o meu caruru?

Hoje é dia de Cosme e Damião. Dia de comer caruru, mas eu fiquei na vontade, porque não recebi convites dessa vez. Por falar nisso, acabei de me lembrar agora de um "causo" muito hilário, mas o santo era outro. Fim de expediente na Tribuna da Bahia, caímos na pilha da colega Rosângela Rocha, nos tentando para comer um caruru de Santo Antônio. Estranhei o prato, porque não sabia que esse santo era chegado às comidas de dendê. Mas Rosângela insistiu, afir mando que já havia participado de homenagem assim no ano anterior. E lá vamos nós ( eu, Sinval e Deta), levados por Rosângela à casa de uma amiga dela para o tal "caruru". Assim que chegamos, pensei que estava numa festa gay, pela quantidade de viados que tinha. Mas a coisa era séria, trezena. E a gente mal chegou e foram logo começando a rezação e as cantorias. Sinval tentou escapar da sala, mas a mãe da festeira foi ameaçadora. "Se veio, tem que ajoelhar e rezar", disse ela entregando um lencinho branco f...

Domingo no parque

Jadson Oliveira De Assunção (Paraguai) – Tomo emprestado o título aí do nosso Gilberto Gil para mostrar umas fotos de um passeio, no domingo, dia 20, pelo Parque Ñu Guasu (nome e m guarani, que significa em espanhol e em português Campo G rande). Estava em companhia de dois jovens asuncenos, novos conhecidos/amigos da terra guarani: Francisco Benítez e Claudio Alvarez, ambos de 18 anos e se preparando para o vestibular. Querem ser periodistas (jornalistas), uma boa razão para aparecerem aqui no Pilha Pura. Fizemos uma boa caminhada compartilhando o tererê, o “chimarrão” dos paraguaios, um hábito arraigado por aqui. Todo mundo sai a passear sobraçando a vasilha com água gelada, a “guampa” com a erva e a “bombilla”, que vai de boca em boca numa boa (mesmo nesses tempos de gripe suína). No meio da trilha nos juntamos com duas “chicas”, as primas Nila e Rocío Acosta. Disse: “Vamos tirar umas fotos com as garotas, pra não parecer que só ando aqui com g arotões, programa típico de coroa via...

“Causos” de campanha

Pinheiro está em posição confortável para receber o apoio do PSDB. -Peraí, companheiro, esse negócio de “posição confortável para receber” é sinistro, observei entre gargalhadas, ao ler o texto que o colega acabara de concluir pra enviar para a imprensa e me pediu pra dar uma olhadinha. Era comum a gente trocar os textos para revisar entre a nossa reduzida equipe de jornalismo na campanha para prefeito, ano passado, e em muitos momentos nos divertíamos muitos com as nossas “ratadas”. Conseguimos fazer um trabalho bacana com apenas cinco pessoas (três repórteres, um fotógrafo e uma estagiária, hoje profissional). Cometemos a proeza de trabalhar feito loucos para cumprir uma inesgotável pauta de candidato majoritário nos dois turnos, sem perder o humor e as boas tiradas para descontrair. O G5 de Pinheiro: Bárbara, Joana, Borega, João e Josias Outro colega saiu com o título: “Terreiros com Pinheiro”. Eu completei: fazem zig-zig-zá... E a gente ria muito. Mas a melhor mesmo dessa campanha...

O domingo promete