(Foto: Internet) Reproduzido do blog Evidentemente : “O infinito do social me chama. Quem sabe se numa curva qualquer do acaso topo com uma Maria Boiadeira...” Por Jadson Oliveira (jornalista/blogueiro) – editor do blog Evidentemente , publicado em 08/03/2015 Ele se dizia um rompedor. Tinha 35 anos quando empreendeu uma tremenda façanha. Deixou seu povoado natal, Olhos d’Água de Antônio Francisco, perto de Seabra, na Chapada Diamantina, interior da Bahia, rasgou mundo e foi bater, aos trancos e barrancos, lá pras bandas de Lençóis, o celeiro mítico dos diamantes das Lavras, uma lonjura nesse mundão de Deus. E não estava satisfeito. “Sou um rompedor”, disse batendo no peito com orgulho, quando um conterrâneo o encontrou assim de repente, um acaso extraordinário, e aventou a hipótese dele retornar ao lar paterno, “nosso Olhos d’Água tá lá de braços abertos pra você, irmão”. “Sou um rompedor”, repetiu, “vou indo sempre em frente, só vou parar...