Fortes cores primárias, batuques de Maracatu e o vício frenético do frevo são os ingredientes básicos que dão o tom do Carnaval do Recife-Olinda. O carnaval mais democrático do mundo é um desses espetáculos que as palavras não conseguem fazer jus a obra. No Recife palcos espalhados pelos quatro cantos da cidade, principalmente no Ricifi Antígo (pronunciado assim) levou esse ano para todos os foliões artistas como Lenine, Alceu Valença, Seu Jorge, Roberta Sá, Lula Santos, Geraldo Azevedo, Nação Zumbi, Orquestra de Frevo do Recife, Elba Ramalho, Naná Vasconcelos, Reginaldo Rossi, Jussara Silveira, Beth Carvalho, Pedro Luís e a Parede, Pitty entre tantos outros. Em Olinda, animados blocos (sem corda) saem pelas suas ladeiras levando frevo, marchinhas, samba, batuque e muito mais. As fantasias são um espetáculo a parte, lá se vê de tudo, de super-heróis a personagens criados pelo facebook, tinha gente fantasiado até de privada (isso mesmo, um sanitário humano em pleno carnaval...kkk). Sem...
Crítica é sempre bem vinda, especialmente quando vem de um amigão como Geraldo Guedes, meu velho companheiro de militância política na década de 70 do século passado. Na verdade, tratou-se de uma gostosa brincadeira.
ResponderExcluirMas, para que o leitor do Pilha forme bem seu entendimento, transcrevo minha declaração na íntegra: "Em termos dos nossos hábitos de consumo de classe média, tem muita precariedade. Só para lhe dar um exemplo, eu não encontrei lá fio dental. Um dentista inclusive me garantiu que esseproduto nãoexistiana ilha. Café descafeinado, tive dificuldade de encontrar, e bloqueador solar eu não achava. Em suma, uma pessoade classe médias entirá muita diferença se for morar em Cuba".
Quanto às fotos onde apareço com Geraldo, são de sua "roça", sua paixão, a 18 quilômetros de Brumado, onde Militão (nome com o qual nos tratamos um ao outro) atua como advogado. "Roça" na qual já festejei muitos São Joãos - com Deta e uma vez também com Joaninha e Sinval. Sempre apareço por lá uma vez por ano para curtir a amizade, ouvir boa música, chupar umbú e tomar uma Serra das Almas, cachaça boa de Rio de Contas.