Por Urariano Mota Nestas mais recentes horas, nesta altura da sua vida, quando se trama a prisão do maior presidente brasileiro, quando a sua grande obra de inclusão social e desenvolvimento do Brasil procura se fazer esquecer, saúdo aqui do meu canto os fecundos dias do eterno presidente do Brasil. À minha maneira, nesta quase homenagem, pesquiso e o recupero em 4 momentos. Num primeiro, me vêm as fotos de Lula na imprensa, quando ele padecia de câncer. Ali, com os cabelos e barba raspados por dona Marisa, a primeira coisa que vinha na gente era um choque. A intimidade de Lula com o povo brasileiro era, é de tal sorte, que vê-lo nesse estágio de luta contra o câncer era o mesmo que rever um amigo caído em um leito de hospital. Depois, quando a gente atentava bem para a sua face, a sorrir, brincalhão, como a nos dizer “eu ainda vou provar um caldinho de feijão com cachaça no Recife, não desesperem”, batia na gente uma simpatia pelo homem provado pela dificuldade...
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