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ADESISMO

Charge do Borega exclusiva para o Pilha Pura

Com quantos linchamentos se faz um bolsonário

A Bossa é Nossa continua no Teatro Sesi Rio Vermelho

No show, os músicos Rita Tavarez e Rudnei Monteiro comemoram os 60 anos de surgimento da Bossa-Nova. Sucesso de público em todas as apresentações feitas este ano, A Bossa é Nossa volta ao teatro Sesi-Rio Vermelho, nesta primeira quinta-feira de outubro (04), às 20 horas. Idealizado e protagonizado pelos músicos Rita Tavarez e Rudnei Monteiro, o show é uma homenagem ao gênero musical surgido há 60 anos, do qual a dupla interpreta as canções mais representativas. Desta vez, Rita e Rudnei contarão com as participações especiais da cantora Patrícia Sampaio, do percussionista sueco Sebastian Notini e do grupo vocal Púrpura, composto por Maria Mitouzo, Tita Alves e Rita Tavarez. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). “É um passeio bem descontraído e leve pelas obras marcantes da bossa-nova, mostrando o processo de gestação, contextualizando o momento, ressaltando a estética do gênero e reverenciando seus principais criadores”, conta Rita Tavarez...

Galeria de Fotos - Primavera Feminista

Pelas lentes de Edson Ruiz , seleção especial para o Pilha sobre a manifestação   #elenão, puxada pelas mulheres.  Amigas de muitas lutas ( Mônica, Joana, Carmela,  Deta  e Aidê)  e as novas gerações (Thaís e Liz) Eu e Nana  J. Veloso em sintonia com o tio Caetano Prefeita de Lauro de Freitas,  Moema Gramacho ( em cima do salto, claro!) Os coleguinhas jornalistas Manoel Porto  (o paparazzi mais fotografado da Bahia)   Socorro Araújo (grande ativista política nas  redes sociais) e a fotógrafa Shirley Stolze Secretária Estadual de Política para as Mulheres,  Julieta Palmeira Deputada federal Alice Portugal e militantes do PC do B Jornalista Kardé Mourão Secretárias estaduais de Cultura, Arany Santana, e Julieta Palmeira (Política para as Mulheres)  ...

Primavera Feminista – o dia que as mulheres mostraram ao Bolsonazi com quantas “fraquejadas” se faz uma revolução

Salvador - Em lugar de bala, flor e batom. Estas foram as armas que levamos para as ruas. E muito, muito amor envolvido. Solidariedade do tipo “mexeu com uma, mexeu com todas”, união de eleitoras de candidatos de esquerda e direita.....Era guerra, mas o orgulho em participar daquilo tudo parecia festa. Guerra contra o fascismo, contra o preconceito (machista, racista, homofóbico....), o autoritarismo, a ignorância, a falta de projeto, a farsa de uma candidatura que representa uma ameaça a todos nós, na medida em que ameaça a democracia. Que já não é lá essas “Brastemp”, mas é a democracia que temos e precisamos melhorar. (Foto compartilhada do face de Carla Lula Freitas, uma das responsáveis pelo colorido da marcha) O dia 29 de Setembro, sem dúvida, entrará para a história do Brasil como a Primavera Feminista de 2018 . Milhões de mulheres (e muitos homens solidários também) foram para as ruas não só em centenas de cidades brasileiras, mas também no exteri...