Não se trata de ser contra a valorização, urbanização, modernização....isso que chamam de "requalificação" da orla. Mas não está certo a prefeitura discutir um projeto com os moradores e depois, em plena pandemia (pra dificultar a fiscalização????), iniciar a obra em 3 etapas diferentes ao mesmo tempo e com alterações visíveis no projeto apresentado aos moradores.
(Todos à audiência pública da Ouvidoria da Câmara Municipal de Salvador, dia 18 de setembro, às 15h, para discutir essas e outras pendências do projeto)
O que queremos são respostas a várias perguntas ainda não respondidas. Entre elas, a ausência de um plano de manejo da fauna.
Um exemplo: essa coruja das fotos, que convive há algum tempo com os moradores e frequentadores do trecho de Ipitanga/Salvador, só não teve o ninho soterrado porque uma vizinha "se plantou" na frente do trator da obra e deu o alarme por meio dos grupos de WhatsApp dos moradores do Loteamento Marisol, que acionaram a Associação Stella4Praias e fez chegar o apelo ao grupo oficial de acompanhamento da obra. Só aí foi suspensa temporariamente a obra naquele lugar, até o ninho ser cercado e sinalizado.
(Foto: Maína Marinho Diniz)
O coqueiral do Flamengo e Stella abriga famílias de micos, iguanas, jandaias e outros pássaros, como vemos nas demais fotos. E precisamos discutir, sim, a razão de terem incluído mais uma quadra no projeto e aumentado em dezenas o número de coqueiros marcados para morrer.
Agora falam até em levar os animais para o zoológico, ou seja, tirar do habitat natural para aprisionar em cativeiro, contra todas as orientações de política ambiental.
Outra interrogação da obra: que muro é este que está sendo construído no trecho de Stella Maris, se os quiosques de alvenaria já tinham sido retirados do projeto por pressão dos moradores???????
Se questionar isso é ser "empata desenvolvimento", como fui acusada, eu sou. Quem mais???????????







Concordo com a preservação, que não deverá ser destruída.
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