Estamos em contagem regressiva para a Bienal do Livro Bahia 2026, que começa dia 15 e vai até dia 21 de abril. E a presença do Studio Palma nesta edição vai movimentar não só a agenda, mas o próprio corpo da literatura baiana.
A agência e editora chega com uma programação que pulsa: lançamentos, autógrafos, rodas de conversa, mediações e encontros que atravessam diferentes espaços da Bienal. Não ficará restrita a um estande: vai se espalhar, ocupar, criar circulação. E isso diz muito.
A programação completa já está no site oficial da Bienal (vale mergulhar:
https://www.bienaldolivrobahia.com.br/programacao/), e o que se vê ali é um mosaico potente de vozes, temas e estéticas.
Logo no início, no espaço Portais da Palavra, a escritora Gilmara Luz traz sua escrita voltada às infâncias, atravessada por pertencimento e ancestralidade negra, com o livro Um sonho cor de luar. No mesmo território, Carl a de Jesus e Mano Gavazza cruzam música e literatura para contar a história do marinheiro Seu José.
Também integra a programação o escritor Nilton Milanez, que reforça o compromisso do Studio Palma com a diversidade literária, promovendo mediação de leitura e interação com o público.
Nos espaços parceiros, como o estande Leia Bahia, a coisa segue viva: contação de histórias, encontros com o Coletivo para as Infâncias e conversas com escritoras como Emile Lima e Márcia Mendes. Já no campo do mercado editorial, a curadora do Studio Palma, Ester Figueiredo, entra nas discussões sobre curadoria e circulação literária — tema que importa, e muito.
Agora deixa eu te contar do que me atravessa diretamente.
No dia 17 de abril, às 14h, no espaço da Fundação Pedro Calmon (Auditório), acontece a roda de conversa Nova poesia baiana. Eu, Joana D’Arck, estarei lá ao lado de Gilmara Belmon — e depois tem lançamento das nossas obras. Um encontro que não é só lançamento: é partilha, é presença, é palavra em corpo.
No dia 15, o Studio Palma também apresenta o selo Edições Palma, com vinte obras em coedição — um gesto coletivo de publicação que merece atenção.
O encerramento da Bienal contará com o momento “Escritoras Agenciadas”, reunindo sessões de autógrafos e ações de mediação de leitura com todo o catálogo editorial.
Desde que estreou como agência na Bienal de 2024, o Studio Palma vem ampliando sua atuação. Em 2026, já não é promessa: é presença consolidada no cenário editorial baiano.
E a gente segue escrevendo, publicando, ocupando.
Porque no fim, você sabe:
livro bom é livro que circula.
E palavra viva é palavra que encontra gente.

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