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De acordo com
pesquisadores, não foram observadas
diferenças significativas com o tipo de bebida alcoólica consumida.
Segundo o jornal britânico Daily Mail, pesquisadores descobriram que idosos que bebem uma quantidade moderada de álcool possuem 30% menos probabilidade de desenvolverdemência e 40% menos chances de sofrer de Alzheimer do que aqueles que não consomem esse tipo de bebida. Os cientistas pesquisaram idosos com 75 anos ou mais que gostam de beber uma cerveja por dia ou um copo de vinho. A equipe do instituto estudou mais de 3.000 pessoas nessa idade – elas estavam livres de demência no começo do estudo. Os pacientes foram examinados duas vezes a cada 18 meses. De acordo com um dos professores responsáveis pela pesquisa, Siegfried Weyerer, 217 idosos apresentaram sintomas de demência no decorrer do estudo. - Aqueles que consumiam álcool tinham cerca de 30% menos de demência e 40% menos de Alzheimer do que os idosos que não consumiam nada. Segundo os pesquisadores, não foram observadas diferenças significativas de acordo com o tipo de bebida alcoólica consumida. Nos últimos 31 anos, a associação entre o consumo moderado de álcool e a função cognitiva foi investigada em 71 estudos envolvendo 153..856 homens e mulheres de várias locais com diferentes padrões de consumo. .Segundo o médico Harvey Finkel, do Centro Médico da Universidade de Boston, "a idade não é razão para abstinência". - É preciso lidar com pessoas idosas viciadas no álcool com mais responsabilidade do que com os jovens. Mas eles podem tirar mais benefícios para a saúde do consumo moderado do álcool. |
domingo, 17 de junho de 2012
Beba com moderação. Idosos que ingerem álcool tem menos chance de ter demência e Alzheimer
Forró da Amarv um animado encontro de amigos do Rio Vermelho
sábado, 16 de junho de 2012
Barrados no baile
![]() |
| Beto, em uma outra comemoração anterior, em clima junino |
"Barrados no baile" de Beto, que escolheu para comemorar a sua nova idade um bar da moda, os colegas como Nádia Argolo, Diogo Tavares, Sinval Soares e Arakem Gomes (Arapinga), famoso por faltar eventos sociais fora da Itinga (Lauro de Freitas), e a aguerrida companheira Deta, dentre outros, não deixaram por menos.
Como o local escolhido por Beto, "Seu Boteco", torrou o saco com a má recepção, Deta resolveu que só entraria rapidamente para cumprimentar o aniversariante e ainda ficou indignada porque foi escoltada por uma funcionária que queria ter a certeza que ela sairia logo do recinto, porque senão teria que pagar o couvert artístico, como a informou. Enquanto Arapinga prostestava do lado de fora contra o estranho tratamento da portaria com a clientela que chegava. Já que não entrariam, fomos ao bar mais próximo e a nós foram se juntando os demais amigos que iam chegando.
Resultado: enquanto Beto curtia o seu níver com alguns amigos e colegas trabalho em um bar, os "barrados no baile", como ironizava Arapinga, festejavam alí perto e brindavam em homenagem ao amigo. E haja brinde! E conversa e contação de "causos" e protestos hilários pela noite afora, varando a madrugada. Os presentes... os presentes estão comigo Beto. Só entrego com outra farra dessa.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
“Capriles garante segurança e Chávez cenários de guerra”
| El Nacional, um dos dois diários conservadores mais tradicionais da Venezuela (Fotos: Jadson Oliveira) |
| Numa banca da Av. Baralt, centro de Caracas, estavam expostos 19 jornais diários |
Os
jornalões venezuelanos apelam no vale-tudo da manipulação contra Chávez
De
Caracas (Venezuela) – Que tal a manchete acima? É da primeira
página do El Nacional, um dos dois
jornais mais tradicionais do país (o outro é El Universal), edição da quarta-feira, dia 13, dizendo ser com base
nos programas dos dois candidatos entregues quando da inscrição no Conselho
Nacional Eleitoral (CNE, equivalente ao nosso Tribunal Superior Eleitoral/TSE).
No texto da chamada de capa menciona as promessas do oposicionista Henrique
Capriles (inscrito dia 10), inclusive falando contra a violência, e, quanto ao
presidente Hugo Chávez (inscrito dia 11), os redatores dizem que “insiste em
formar milicianos ‘para conflitos não convencionais’ e novos corpos de combatentes”.
(...)
(Essa questão - número de manifestantes - sempre é escorregadia: se eu fosse
perguntado, eu chutaria: cerca de 30 mil para Capriles e cerca de 50 mil para
Chávez. Me lembro dos velhos tempos de repórter em Salvador, Bahia, época da
ditadura: nas coberturas de comícios, manifestações e passeatas, os repórteres
dos diversos diários combinávamos o número estimado: se fosse da oposição, a
gente espichava pra cima, se fosse qualquer coisa a favor do governo, a gente
espichava pra baixo. O pobre do leitor recebia a informação capenga).
Para ler mais no Evidentemente
Respeitem meus cabelos crespos
Por Fabiana Mascarenhas

Quando criança tinha vergonha do meu cabelo. Sonhava em ter o penteado igual ao das amiguinhas de sala, sempre liso e brilhante. A televisão, a mídia, a indústria de brinquedos, a própria sociedade, tudo me levava a achar que era feia por ter cabelo crespo. Não à toa, fui uma das inúmeras crianças que teve apelidos por conta da cor da pele. Nascida de um pai negro e uma mãe branca, no seio familiar, meus pais me faziam entender que era linda do que jeito que nasci. Nunca houve discurso em defesa dos negros, assim como nunca tiveram o costume de arrumar o meu cabelo no estilo “afro”, com o objetivo de reafirmar a minha negritude.
Talvez, por isso, um episódio ocorrido na última semana tenha me deixado tão sensibilizada. Uma criança negra, com cabelo escovado, entrou com a mãe em um elevador lotado de um centro comercial de Salvador. A criança – que imagino ter entre sete e oito anos –, olhou para mim e, depois de muito examinar, perguntou porque o meu cabelo "é para cima". Explico que ele não é para cima, que penteio assim porque gosto e acho bonito. Em seguida, ela diz: "Ele é duro, né?". Neste momento, todos no elevador riem. Respondo que ele é crespo, não duro. “Não existe cabelo duro ou mole, mas liso, cacheado, crespo. E o seu, você acha que é como?”, pergunto.
Ela responde que a mãe diz que o cabelo dela é duro e, por isso, ela alisa.
“Não gosto. Queria ter o cabelo assim como o seu, mas minha mãe não gosta. Diz que é coisa de preto pobre”, fala, inocentemente.
A mãe, sem olhar em nenhum momento para mim, dá um forte beliscão na garota e diz: “Menina, como é que você diz uma coisa dessas! Cale a boca!”. No mesmo instante, nasce um silêncio constrangedor no ambiente. No entra e sai das pessoas, a criança, com cara de choro, deixa de olhar para mim e mantém o olhar fixo na porta do elevador.
Chegamos, então, ao 11º andar. Tenho que descer. Antes, porém, falo com a garota: "Sua mãe tem o direito de ter a opinião dela e escolher de que maneira ela deve criá-la, mas ter o cabelo desse jeito não é coisa de preto pobre. Não importa se a pessoa é preta, branca, pobre ou rica, ela tem o direito de usar e fazer o que ela quiser com o cabelo. Quando você crescer e puder cuidar do seu próprio cabelo, aí você deixa assim, do jeito que você quer, tá bom?”.
A garotinha apenas sorri. A mãe, por sua vez, olha para mim com cara de indignação. Puxa a menina para perto dela e diz, em tom alterado: “Pode deixar que da minha filha cuido eu. Ela vai ter o cabelo do jeito que eu quiser”. Foi, então, que respondi: “Até pode ser, mas a raça dela é essa, minha senhora. E isso, felizmente, você não pode mudar”. A porta do elevador se fecha.
Volto a lembrar dos meus pais, que sempre me mostraram que toda e qualquer pessoa deveria ser respeitada do jeito que era, independente da cor ou classe social. Podia ter o cabelo trançado, encaracolado, escovado, black power, enfim, cada um adere ao estilo que lhe convém.
Mais do que ensinar a filha a valorizar a própria raça, os valores que me foram passados tinham como base o respeito à diversidade.
E foi assim que cresci, tendo o entendimento de que, mais do que na aparência, a minha negritude estava na consciência.
O caso chama atenção pela total ingenuidade da criança e pelo posicionamento da mãe, tão negra quanto eu. Depois de a porta do elevador se fechar, ficou em mim a tristeza pela garota. Que tipo de valores essa mãe está passando à filha? Me pergunto se tendo este tipo de criação, ela crescerá tendo um posicionamento diferente. É bem provável que não, o que dificulta ainda mais o combate ao preconceito, uma vez que serão crianças como ela os agentes do futuro. Estarão à frente das empresas, dos centros religiosos, do governo, reproduzindo o preconceito que perdura há anos, justamente por conta dessa transferência absurda de valores. Não podemos esquecer, ninguém nasce preconceituoso.
Portanto pais, eu lhes pergunto: Que tipo de valores vocês estão passando para seus filhos?
Nota do bog: artigo originalmente publicado na editoria de Opinião do jornal A Tarde, Salvador-Bahia, no dia 14/06/2012

Quando criança tinha vergonha do meu cabelo. Sonhava em ter o penteado igual ao das amiguinhas de sala, sempre liso e brilhante. A televisão, a mídia, a indústria de brinquedos, a própria sociedade, tudo me levava a achar que era feia por ter cabelo crespo. Não à toa, fui uma das inúmeras crianças que teve apelidos por conta da cor da pele. Nascida de um pai negro e uma mãe branca, no seio familiar, meus pais me faziam entender que era linda do que jeito que nasci. Nunca houve discurso em defesa dos negros, assim como nunca tiveram o costume de arrumar o meu cabelo no estilo “afro”, com o objetivo de reafirmar a minha negritude.
Talvez, por isso, um episódio ocorrido na última semana tenha me deixado tão sensibilizada. Uma criança negra, com cabelo escovado, entrou com a mãe em um elevador lotado de um centro comercial de Salvador. A criança – que imagino ter entre sete e oito anos –, olhou para mim e, depois de muito examinar, perguntou porque o meu cabelo "é para cima". Explico que ele não é para cima, que penteio assim porque gosto e acho bonito. Em seguida, ela diz: "Ele é duro, né?". Neste momento, todos no elevador riem. Respondo que ele é crespo, não duro. “Não existe cabelo duro ou mole, mas liso, cacheado, crespo. E o seu, você acha que é como?”, pergunto.
Ela responde que a mãe diz que o cabelo dela é duro e, por isso, ela alisa.
“Não gosto. Queria ter o cabelo assim como o seu, mas minha mãe não gosta. Diz que é coisa de preto pobre”, fala, inocentemente.
A mãe, sem olhar em nenhum momento para mim, dá um forte beliscão na garota e diz: “Menina, como é que você diz uma coisa dessas! Cale a boca!”. No mesmo instante, nasce um silêncio constrangedor no ambiente. No entra e sai das pessoas, a criança, com cara de choro, deixa de olhar para mim e mantém o olhar fixo na porta do elevador.
Chegamos, então, ao 11º andar. Tenho que descer. Antes, porém, falo com a garota: "Sua mãe tem o direito de ter a opinião dela e escolher de que maneira ela deve criá-la, mas ter o cabelo desse jeito não é coisa de preto pobre. Não importa se a pessoa é preta, branca, pobre ou rica, ela tem o direito de usar e fazer o que ela quiser com o cabelo. Quando você crescer e puder cuidar do seu próprio cabelo, aí você deixa assim, do jeito que você quer, tá bom?”.
"Mais do que ensinar a filha a valorizar a própria raça, os valores que me foram passados tinham como base o respeito à diversidade. E foi assim que cresci, tendo o entendimento de que, mais do que na aparência, a minha negritude estava na consciência"
A garotinha apenas sorri. A mãe, por sua vez, olha para mim com cara de indignação. Puxa a menina para perto dela e diz, em tom alterado: “Pode deixar que da minha filha cuido eu. Ela vai ter o cabelo do jeito que eu quiser”. Foi, então, que respondi: “Até pode ser, mas a raça dela é essa, minha senhora. E isso, felizmente, você não pode mudar”. A porta do elevador se fecha.
Volto a lembrar dos meus pais, que sempre me mostraram que toda e qualquer pessoa deveria ser respeitada do jeito que era, independente da cor ou classe social. Podia ter o cabelo trançado, encaracolado, escovado, black power, enfim, cada um adere ao estilo que lhe convém.
Mais do que ensinar a filha a valorizar a própria raça, os valores que me foram passados tinham como base o respeito à diversidade.
E foi assim que cresci, tendo o entendimento de que, mais do que na aparência, a minha negritude estava na consciência.
O caso chama atenção pela total ingenuidade da criança e pelo posicionamento da mãe, tão negra quanto eu. Depois de a porta do elevador se fechar, ficou em mim a tristeza pela garota. Que tipo de valores essa mãe está passando à filha? Me pergunto se tendo este tipo de criação, ela crescerá tendo um posicionamento diferente. É bem provável que não, o que dificulta ainda mais o combate ao preconceito, uma vez que serão crianças como ela os agentes do futuro. Estarão à frente das empresas, dos centros religiosos, do governo, reproduzindo o preconceito que perdura há anos, justamente por conta dessa transferência absurda de valores. Não podemos esquecer, ninguém nasce preconceituoso.
Portanto pais, eu lhes pergunto: Que tipo de valores vocês estão passando para seus filhos?
Nota do bog: artigo originalmente publicado na editoria de Opinião do jornal A Tarde, Salvador-Bahia, no dia 14/06/2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
(Vídeo) Sonho de propaganda comunista!
Autor: Movimiento de Creadores por la Transformación (MCT) Reproduzido de Aporrea.org Data da publicação:
Sábado tem forró da Amarv na Confraria do França
"Sanfoneiro vai tocar, amendoin e licor não vai faltar,
Triângulo, zabumba, e Jirimum Assado a cantar,
Vamo minha gente, ser feliz no arraiá".
Taí o chamado da Amarv - Associação de Moradores e Amigos do Rio Vermelho - para o seu Arraiá, a realizar-se no dia 16/06, a partir das 13:00, na Confraria do França, rua Lydio de Mesquita, 4 Rio Vermelho - Telefone - 3018-6548.
Couvert R$ 20,00.
Triângulo, zabumba, e Jirimum Assado a cantar,
Vamo minha gente, ser feliz no arraiá".
Taí o chamado da Amarv - Associação de Moradores e Amigos do Rio Vermelho - para o seu Arraiá, a realizar-se no dia 16/06, a partir das 13:00, na Confraria do França, rua Lydio de Mesquita, 4 Rio Vermelho - Telefone - 3018-6548.
Couvert R$ 20,00.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Viva o amor!
Vale a pena ver de novo as nossas postagens anteriores:
ConsoloTer ou não ter namorado
Cupido
Os chiques e seus chiliques
sábado, 9 de junho de 2012
BLOGUEIRO EM CARACAS: ENROLADO NAS BUROCRACIAS
De
Caracas (Venezuela) – Registro aí acima, para demonstrar que
estou na capital da chamada revolução bolivariana, a foto do Palácio Miraflores
(de despacho do presidente Hugo Chávez), clicada da janela do meu quarto de
hotel. Pelo menos geograficamente, estou pertinho da sede do poder (ou da
administração federal, porque o presidente é sempre um representante do poder
ou um intermediário, as verdadeiras estruturas do poder sempre estão assentadas
em outros sítios, mas isso seria outro papo).
Estou aqui, sim senhor. Mas, por enquanto, enrolado nas
burocracias: busca de hotel ou apartamento, troca de moedas (aqui, em especial,
no mercado negro, ou preto, como dizem), troca de chip do celular, acesso a
Internet, estranhezas na informática em cada país, adaptações no dia-a-dia, como
gastar o menos possível (talvez o mais problemático), onde comer, onde beber. Não
tive tempo para quase mais nada: só resolvendo PROBLEMAS, uma merda!
Pra não dizer que não falei do que vim fazer por aqui: a
expectativa nesses dias é a “grande caminhada” do candidato de oposição
Henrique Capriles, amanhã, domingo, dia 10, para marcar a inscrição oficial da
candidatura; e a concentração dos chavistas, depois de amanhã, segunda, dia 11,
pelo mesmo motivo.
Este repórter/blogueiro, claro, vai tentar acompanhar os
dois eventos. Até mais.
Observação para este Pilha Pura: meu blog Evidentemente nasceu quando eu estava aqui em Caracas, em março de 2008, criado por nossa Joaninha. Portanto, há mais de quatro anos (e não três, viu Joaninha?).
Lua Carrilho empolga platéia no Teatro Gamboa Nova com o show ‘Voltas”, que retorna a cartaz 14 de junho
Por Isabel Santos
Cantora retrata o sertão nordestino e faz homenagem a Gonzagão
O Teatro Gamboa Nova lotou na noite de estréia (ontem, dia 7) do show ‘Voltas’, da jovem cantora baiana Lua Carrilho e banda Osupá, que retorna ao palco, na próxima quinta-feira (14), às 20h, no mesmo local, mostrando ao público um repertório que retrata o sertão nordestino, o semiárido baiano, que novamente enfrenta a triste realidade da seca.
Lua canta músicas de compositores que não se dedicam exclusivamente à música nordestina, mas demonstram um olhar sensível sobre a beleza e as mazelas da região. Por isso, o show, que também homenageia o Rei do Baião - Luiz Gonzaga -, no seu centenário de nascimento, traz músicas de Tom Jobim, Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil, além de canções autorais.
O nome escolhido para o show ‘Voltas’, segundo Lua, é repleto de simbolismo, tanto por aspectos pessoais quantos ficcionais – marca a volta da cantora a Salvador, após alguns anos morando no exterior, “ao tempo em que refere-se ao roteiro do show, narrando a saga do retirante nordestino, que deixa a sua terra na esperança de uma vida melhor, mas acaba voltando. Este mesmo roteiro foi descrito por Gonzagão, ainda nos anos 40, ao lançar o clássico ‘Asa Branca’”.
O show é intercalado com seus solos de flauta (ela é bacharel em Flauta Transversal pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp), e declamação de poesias relacionadas ao tema. No primeiro momento, Lua canta tendo ao fundo a apresentação, em um telão, de fotos do fotógrafo baiano Manoel Porto, que vem registrando a dramática situação da seca no semiárido da Bahia, prejudicando a população, a fauna e a flora de mais de 200 municípios.
A cantora explica que a pretensão do grupo é levar ao público da capital conhecimento sobre a cultura e a realidade do sertão nordestino, mostrando sua relevância para a construção da identidade nacional e, ao mesmo tempo, promover um momento de reflexão sobre os antigos e atuais problemas relacionados à seca e ao êxodo rural, fenômenos que contribuem para o agravamento das desigualdades econômicas e sociais.
“Entendemos que, através da música, exaltaremos a força da poesia sertaneja, contribuindo para o reconhecimento de uma cultura e para que, efetivamente, haja mobilização pela melhoria da qualidade de vida da região”, explica Lua.
A cantora – Dona de uma voz precisa e delicada, Lua (a soteropolitana Luara Carrilho), encanta o público com seu repertório autêntico, num trabalho marcado pela sua versatilidade e originalidade. Recém chegada da França, onde desenvolve há cinco anos projetos musicais, a cantora tem se dedicado profundamente à cultura nordestina – suas origens e desdobramentos.
No período que ficou na França, Lua desenvolveu um trabalho prático-teórico sobre as origens das danças européias no ‘baile forró’. Iniciou em 2008, em Bordeaux, um projeto com o grupo Forró da Lua, no qual canta e toca há três anos, e com ele fez a fusão de duas culturas - a música gasconne e o Forró brasileiro.
Com o forró da Lua, ela fez diversos shows, apresentando-se em festivais por toda a França como Hestejada de lãs arts d’Uzeste Musical, Moun do Brasil, forró al pais, Errobiko Festibala, entres outros. Em paralelo, se apresentou com diversos músicos no país. Lua iniciou seus estudos musicais aos 8 anos de idade, recebendo orientações de teoria musical, flauta e canto coral no Instituto de Educação Musical de Carmem Mettig Rocha.
Contatos de Lua - 9266 -9493/8805-1730
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