quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Uma confraria do Baco
Jolivaldo Freitas
Tenho tantos pecados na vida que nem o Diabo vai me querer nas quenturas do inferno (embora todos saibamos que o inferno é aqui). Posso até enumerar alguns, en passant, para que ninguém pense que é mentira, que estou dando uma de vítima ou querendo adjutório dos santos da época – e este é o período junino, com Antonio, João e Pedro fazendo seus milagres.O bom é que santo é igual a fruta tropical: todo mês tem muitas ofertas. Com esta colocação
acabo de galgar mais um degrau para as profundezas.
acabo de galgar mais um degrau para as profundezas.Sou “vítima” do pecado da heresia – Fico achincalhando todo tipo de religião e outros mitos.
Da preguiça – Quando acordo me reto, pois queria dormir mais.
Da mentira – É cada uma mais cabeluda que conto. Ainda mais se for para ganhar mulher.
Da soberba – Harmonizo com a mentira. Ainda mais se tiver mulher no meio.
Da luxúria – Viva as fêmeas.
Da ira – Perco a estribeira com colegas escrotos, gente que não pega cocã de cachorro, que corta pela direita no trânsito ou que cospe pela janela.
Da inveja – De Long Dong Silver (embora mulher diga que não faz diferença) e de Brad Pitti comendo Angelina Jolie.
Da blasfêmia – Xingo mesmo. Não respeito nem a Santíssima Trindade nem Edir Macedo (deste eu tenho mais medo).
Da mentira – É cada uma mais cabeluda que conto. Ainda mais se for para ganhar mulher.
Da soberba – Harmonizo com a mentira. Ainda mais se tiver mulher no meio.
Da luxúria – Viva as fêmeas.
Da ira – Perco a estribeira com colegas escrotos, gente que não pega cocã de cachorro, que corta pela direita no trânsito ou que cospe pela janela.
Da inveja – De Long Dong Silver (embora mulher diga que não faz diferença) e de Brad Pitti comendo Angelina Jolie.
Da blasfêmia – Xingo mesmo. Não respeito nem a Santíssima Trindade nem Edir Macedo (deste eu tenho mais medo).
E agora incorporei o pecado da gula, por má influência do pessoal lá do Pestana Convento do Carmo ( os bad boys Paulo Dias e Carlos Freitas), que me levaram a cometer o pecado de beber bem e demais e comer melhor ainda e muito mais.
É que os caras inventaram a Confraria Conventual dos Homens (tem também das mulheres, pois não são bestas de deixá-las de fora e mulher pega pesado). Uma vez por mês a galera se reúne para degustar vinhos maravilhosos e pratos da cozinha contemporânea, ou não, num ambiente de primeira linha, onde tem até concerto de violão e violoncelo, luz de velas e a calma perene do antigo Convento do Carmo. O negócio é tão interessante que, juro, vi sóror Joana Angélica abençoando.
O interessante da confraria dionisíaca, onde se come e bebe como se o deus da esbórnia, o romano Baco, estivesse ali presente e incentivando, é que (ela é aberta a quem quiser chegar, diga-se de passagem) todos os meses elege-se um país para ser homenageado. A idéia é harmonizar o vinho produzido pela região eleita, com suas comidas típicas. Também, se nenhum for escolhido, bebe-se no estilo ONU. Que venha tudo e todas.
Para não ficar só no comer e beber até encher a cara, pois não é o leit motiv da Confraria, um especialista em vinho (no caso João Claudio Centenaro) faz a apresentação da bebida, revelando seus segredos mais recânditos, como textura, sabor, aroma e alma. Origem, formatação e história. Tudo em altíssimo nível e com preço bastante acessível. Mais do que imagina sua vã filosofia.
Quando chega o melhor que a cozinha pode oferecer, o chief explica o que é; como foi feito o prato e a compleição de cada um. Vem a entrada, dois pratos principais e sobremesas. Tudo correlato ao país homenageado. Semana passada foi a vez do Brasil e foram apresentados vinhos nacionais especialíssimas, de uvas complicadas, pouco conhecidas, mas de sabor maravilhoso, sem ficar devendo nada aos vinhos do Velho Mundo. Você já provou sobremesa de jiló. Antes de fazer cara feia e dar muchoço, prove. É melhor que tâmara e parece figo.
No dia dos homens fala-se de tudo, enquanto sobem os efluvios baconianos. Juro que só falamos bem das mulheres, não tem briga de BaVi nem FlaFlu e muito menos sobre religião e política.
Quanto ao dia das mulheres é uma caixa preta. Quem vai saber o que falaram a jornalista Ana Valéria e a multimídia Elíbia Portela.
Se pergunta, elas desconversam. As mulheres sabem bem o que é uma confraria. São muito misteriosas. Quase maçônicas.
Eu sei bem o que é acrescentar mais um pecado na vida. Mas, minha alma sempre pede vinho e cozinha farta. Pecado, colesterol alto e gota a gente resolve lá na frente. Fazer o quê? Estou cada vez mais pantagruélico. Nem quero pensar em gases, azia, mau-hálito ou refluxo. Bom mesmo na vida que é curta, é cair de boca. E o resto vade retro.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Arraiá dos Palhaços do Rio Vermelho

Amigos Palhaços!
Está aberta a nova temporada de festas dos Palhaços do Rio Vermelho!
Convidamos todos voces para o Arraiá dos Palhaços do Rio Vermelho no dia 04/06-22h, no Farol do Rio Vermelho. Preparem suas alpercatas de couro, passem sebo nas canelas, para dançar muito XOTE, FORRÓ, BAIÃO... e ralar muita fivela.
A Festa vai ser animada pela Banda ENGRAXAPÉ e o DJ RUY BOMBA. Formada em 2009 como um trio, a banda é nova, porém seus membros são de grande experiência musical e colocam toda sua bagagem num show animado, dançante e com ótima qualidade musical. O Engraxapé cresceu mas o jeito cativante de cantar e tocar continua a mil e presente em suas apresentações. Já o DJ Ruy Bomba tira do seu chapéu de palha mágico o autêntico forró nordestino.
O repertório é repleto de xote, baião, galope, coco e todo universo rítmico que faz a festa no São João, no melhor estilo pé de serra. Passando por Luis Gonzaga, Flávio José, Fagner, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro e uma gama interminável dos expoentes forrozeiros do Brasil a banda ainda tem composições próprias como Tomara e Trupica Cambaleia de autoria de Kaverna (vocal, ex Fera Gorda e Veludo Cotelê), com arranjos de André Santana (Sanfona e teclados, ex Banda Eva, Daniela Mercury, etc e um dos arranjadores mais ativos da Bahia). A banda ainda conta com nomes de peso com Eudes Henriques (Zabumba e percussão) que tem trabalhos com praticamente todos os grandes artistas baianos, inclusive atuando na gravação da trilha sonora do filme Eu,Tu Eles de Gilberto Gil.
Agradecemos ao Farol do Rio Vermelho, do nosso amigo Dica e agora com a parceria de Ruy Santos (Ex Boomerangue). A casa passou por uma grande reforma desde a sua infra-estrutura, isolamento acústico, equipamentos de som e iluminação, serviços... e está pronta para acolher a nossa FESTA.
Esperamos por VOCES!
Uuuuuuiiiiiiiiiii!
Palhaços do Rio Vermelho
SERVIÇO:
Arraiá dos Palhaços do Rio Vermelho
LOCAL: Farol do Rio Vermelho - Rua Odilon Santos-224 Rio Vermelho (Esquina da Fonte do Boi) - 3334 0170
HORA: 22h
ATRAÇÕES: Banda Engraxapé e DJ Ruy Bomba
COUVERT: R$ 15,00
Vendas antecipadas: Farol do Rio Vermelho, Boteco do França, Boteco do Zé, Bar de Bahia (R$ 12,00)"
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Alguma dúvida da roubalheira do juiz?
Pesquei essa do face de Daniel Talento, o único com bom gosto esportivo naquela casa talentosa do Red River. Meu ídolo DOniel postou essa foto que não deixa dúvida sobre a roubalheira do juiz pra ajudar o FLAMÍDIA, como ele chama. Mas não adiantou, o Bahêa brocou e por pouco não deixa as estrelas chorando pitangas. BORA BAHÊA MINHA PORRA
domingo, 29 de maio de 2011
Show da Pirombeira
Nosso multi talentoso pilheiro Borega, que recentemente nos apresentou a banda Pirombeira, no seu show Porto do Som , foi o baixista da banda, ontem, no bar de Zilda.
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| Yan canta acompanhado por Borega, no baixo |
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| O estudante de regência, Rafael Gallefi |
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| Nete, eu e Deta curtindo o som da banda |
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| Tietando o nosso artista pilheiro |
"A Espanha é aqui": Marcha da Maconha vira Marcha da Liberdade e amplia a mobilização
De São Paulo (SP) - O movimento da juventude paulistana trocou o nome da marcha, politizou a manifestação e colheu o resultado de uma maior mobilização. A mudança foi feita a partir da repressão policial contra a marcha da semana anterior, que pedia a descriminalização da maconha. Na de ontem, sábado, dia 28, Marcha da Liberdade, contra a censura, pela liberdade de expressão, participaram cerca de 3.000 pessoas, o dobro da outra, conforme comentavam os manifestantes.
Houve a concentração, a partir das 2 horas da tarde, no vão do MASP, na Avenida Paulista. Em seguida, marcharam até a Praça da República, onde chegaram, via Rua da Consolação e Praça Ramos, por volta das 7 horas da noite.
Este vídeo é parte de um dos dois postados no meu blog Evidentemente, pegando o final da concentração no vão do MASP. Os dois vídeos estão também no YouTude (blogevidentemente).
Este vídeo é parte de um dos dois postados no meu blog Evidentemente, pegando o final da concentração no vão do MASP. Os dois vídeos estão também no YouTude (blogevidentemente).
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Correndo do Satanás
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| Jornalista Jolivaldo Freitas |
Parece que o Coisa rúim está no meu caminho. O Cão deve estar me caçando, pois, veja minha senhora e meu senhor, que no domingo dei de andar pela praia de Piatã, cheia de chuva, areia nos olhos, sargaços nos pés e frio na cacunda, e achando que o fio d'água que corria pela areia era mesmo apenas uma onda voltando; pisei e caí num buraco sem fundo e só deu tempo de gritar "valha-me Deus", o que foi uma vergonha, já que sou ateu. Perdi um pé do tênis que tinha me custado (R$) tlinta leais no chinês que fica na porta do Bradesco da Marques de Caravelas, mas consegui sair do peral sem me afogar.
Na segunda-feira estou na porta do banco, prontinho para entrar e tive de adentrar feito louco pois ocorreu uma "saidinha bancária"; a polícia chegou e já foi atirando, e juro, talvez pelo cagaço, garanto que senti uma bala perdida passando na minha orelha. Quase me joguei pela porta giratória afora, mas escapei. Depois de tudo fui procurar a bala e não achei, e ainda tive de ouvir trocadilho sem graça de um amigo:
- Se era bala perdida, como você vai achar?
Não é que hoje, logo eu que não gosto de acordar cedo nem varar madrugada, vou dando carona para amigo morador da Lapinha e quando vejo, aliás, ouço, um estrondo e uma casa começa a cair aos pedaços na Ladeira da Soledade. Arranquei mais rápido que Rubinho Barrichelo (o que não é nenhuma vantagem) e deu para ver o povo saindo. Achei que a casa ia cair sobre mim e no susto quase perco o pivÃ?. Só me restou dar ré, ligar para os bombeiros e fazer umas fotos. Não era nem para colocar no jornal. Era mesmo para mostrar que o Cão, o Belzebu, o Capiroto, o Tinhoso, o Fedorento, o Bode está atrás de mim.
Cruz credo! Jesus me salve! E olha que sou ateu.
Na segunda-feira estou na porta do banco, prontinho para entrar e tive de adentrar feito louco pois ocorreu uma "saidinha bancária"; a polícia chegou e já foi atirando, e juro, talvez pelo cagaço, garanto que senti uma bala perdida passando na minha orelha. Quase me joguei pela porta giratória afora, mas escapei. Depois de tudo fui procurar a bala e não achei, e ainda tive de ouvir trocadilho sem graça de um amigo:
- Se era bala perdida, como você vai achar?
Não é que hoje, logo eu que não gosto de acordar cedo nem varar madrugada, vou dando carona para amigo morador da Lapinha e quando vejo, aliás, ouço, um estrondo e uma casa começa a cair aos pedaços na Ladeira da Soledade. Arranquei mais rápido que Rubinho Barrichelo (o que não é nenhuma vantagem) e deu para ver o povo saindo. Achei que a casa ia cair sobre mim e no susto quase perco o pivÃ?. Só me restou dar ré, ligar para os bombeiros e fazer umas fotos. Não era nem para colocar no jornal. Era mesmo para mostrar que o Cão, o Belzebu, o Capiroto, o Tinhoso, o Fedorento, o Bode está atrás de mim.
Cruz credo! Jesus me salve! E olha que sou ateu.
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