Aderindo à onda nacional de levar um livro para a cabine de votação, simbolizando a arma da educação contra as balas de quem prega a ditadura, muitos colegas baianos vestiram a camisa Jornalistas Unidos Contra o Fascismo e foram à luta. Foi emocionante. A derrota nas urnas em nada tirou o brilho do protesto civilizado. Pelo contrário, passou para o mundo a mensagem de que o Brasil não caiu de joelhos diante do ditadorzinho de plantão. E a escolha do livro foi outro ato revolucionário, buscar mensagens, autores e personagens que por si dessem o recado: não queremos retrocesso; vamos resistir pela democracia; racismo é crime; toda forma de amor vale à pena.... O orgulho de quem carregava um livro a caminho da votação nunca será esquecido, entrará para a história junto com o movimento #EleNão, surgido pelas redes sociais e que se espalhou pelo mundo. Uma reação pacífica e criativa, uma resposta às balas e facadas que caracterizaram o outro lad...
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